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Gestão

Gastos equilibrados

contas2_93888739Saber controlar as contas da empresa pode não parecer uma tarefa fácil, mas também não é difícil

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Alta rotatividade

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O vai e vem de pessoal está arruinando seu negócio de varejo? Tome a decisão certa

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Ponto de Equilíbrio

Getty Images

Veja as alternativas para evitar que o endividamento comprometa a saúde da empresa

Controle financeiro é um dos pilares da boa administração. Conciliar entradas e saídas de recursos de uma forma coerente e geradora de lucros e, portanto, de crescimento é um dos maiores desafios das empresas.

Ter consciência da importância de um caixa bem administrado é fundamental, sobretudo em tempos de crise de crédito, quando os recursos são escassos e caros. É questão de sobrevivência empresarial, vão mais longe os especialistas. "Muitas empresas não conseguem ter boa gestão empresarial porque não realizam controles financeiros adequadamente", afirma Ricardo Curado, consultor financeiro do Sebrae-SP. "É preciso atenção ao fluxo de caixa, ao demonstrativo de resultados e ao balanço patrimonial, que registra o valor dos ativos e dos passivos e deve ser feito, no mínimo, mensalmente."

Com uma análise detalhada da situação do caixa, é possível planejar estratégias de acordo com a realidade do momento, evitando endividamento que possa afetar a saúde financeira da empresa. "Para a companhia gerar caixa, deve fazer duas coisas: realizar lucro e ter controle do capital de giro", assevera Hong Yuh Ching, professor das universidades Mackenzie e FEI, proprietário da consultoria Business transformation e autor do livro Contabilidade e Finanças para Não Especialistas. "Os gestores devem ter relatórios gerenciais que lhes retratem o que está ocorrendo na empresa o tempo todo."

O professor cita algumas ferramentas para esse controle, como demonstração de resultados mensal feita pelo contador ou sistema informatizado que informe o estoque em unidades e o valor de cada item que consta na empresa, bem como a posição dos pagamentos realizados e a vencer por data e fornecedor.

Outro relatório importante é o da posição dos recebimentos ocorridos e a vencer via cartão de débito, crédito e cheque pré-datado, além de um fechamento de caixa diário e acumulado no mês, com a posição de todas as entradas e saídas. "Se o sistema tiver uma função para preparar o orçamento do caixa, melhor ainda. Caso contrário, uma planilha de excel dará conta do recado", avalia Ching

 

Direito do consumidor

direitoconsumidor2_MiltonGalvani_DSC_3362Descubra, de fato, o que um cliente pode ou não exigir de um estabelecimento comercial e como as regras se aplicam às farmácias

 

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Agonismo corporativo

Getty Images

Ocorre no cotidiano corporativo uma série de desafios à competência do líder que precisa ser consideradas

Jonathan Rauch (correspondente do The Atlantic e colunista do National Journal) propõe uma questão que deve ser considerada por todos os profissionais que exercem a liderança: o "agonismo". A expressão deriva da observação do comportamento no mundo animal caracterizado por: agressão, defesa e evitação. No homem, estes comportamentos adquirem requintes e sutilezas muito particulares.

Estamos vivendo uma patologia corporativa onde predomina o contato verbal meramente ritual. Uma enorme quantidade das interações diárias entre profissionais acaba ocorrendo sob a esfera da agressão camuflada. A agressão não precisa ser explícita ou escancarada, ela pode ocorrer de forma verbal ou não-verbal: desconsiderar pontos de vista, não ouvir atentamente as pessoas, subestimar sua inteligência e contribuições, entre outros.

Outras tantas interações se dão na esfera da defesa. As pessoas, sob pressão, sentem-se continuamente ameaçadas e não suficientemente adequadas. Isto as torna defensivas e sempre mais preocupadas com as justificativas que terão que apresentar do que, verdadeiramente, com os objetivos que têm por alcançar. Nestas circunstâncias, tem início a evitação a determinadas pessoas, tarefas, assuntos.

A agressão - mesmo quando não explícita - a defesa desnecessária e a evitação crônica são sintomas claros que remetem a um diagnóstico preciso: as lideranças estão falhando em uma de suas premissas básicas que consiste, dentro da sociedade do conhecimento, em tornar o trabalho uma fonte de prazer e de realização profissional e pessoal.

Cuidar dos aspectos psicológicos e comportamentais envolvidos nos relacionamentos profissionais equivale a investir na obtenção dos melhores resultados que as pessoas podem propiciar ao negócio.

 

 

Cuidados com a embalagem

embalagens2_MiltonGalvani_DSC_6392As regras do direito do consumidor se atentam à características específicas das embalagens de medicamentos. Fique atento

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Para reduzir as perdas

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Integração das áreas de arquitetura e segurança pode reduzir em até 80% os furtos nas farmácias e drogarias

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Como remunerar a equipe

remuneraoDentre os vários tipos de remuneração aplicados no mercado, a composta é a preferida por especialistas. A chave é o equilíbrio

 

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Motivação é primordial

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Lojistas satisfeitos com suas atividades no varejo conseguem oferecer melhores resultados às suas empresas. Quem ganha com isso? Consumidores e varejista

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Novo valor

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Fugir da guerra de preços e acrescentar valor ao negócio é uma atividade estratégica para o varejo farmacêutico

Os clientes só compram um produto quando percebem que os benefícios que recebe supera os custos da aquisição. Muitas vezes esses custos não são somente os financeiros, mas também os físicos, psicológicos, sociais, de tempo. Diante disso, como saber identificar o que seu cliente valoriza dentro de sua farmácia?

Segundo o professor do Departamento de Marketing da Universidade de São Paulo (USP) e consultor de mercado e varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA), José Lupoli Junior, o comportamento do consumidor é dinâmico e evolui com a tecnologia e com a sociedade. “Por isso, farmácias e drogarias devem estar sempre presentes, próximas de seus clientes, assim é possível identificar tais evoluções”.

Alessandra Lima, diretora-geral da Mind Shopper, diz que a guerra de preços prejudica a farmácia, porque na tentativa de ter o preço mais baixo, muitos trabalham com margem negativa, o que pode interferir na rentabilidade da sua loja. “A guerra de preços prejudica varejo e indústria, que muitas vezes tem de subsidiar as ofertas concorrenciais”, diz a especialista.

Lupoli diz também que o consumidor só compra baseado em preços quando não percebe diferenças entre os fornecedores e ressalta a importância de oferecer propostas novas, a proposta da diferenciação. “Uma drogaria pode se diferenciar pelo ambiente de loja, layout, ambientação, promoções, atenção farmacêutica”, explica.

Confira as dicas dos especialistas para que você agregue valor ao seu negócio: ofereça comodidade aos seus clientes, tenha sempre uma boa conversa, providencie entrega de produtos em domicílio, estabeleça seu foco e posicionamento, disponha de especialistas focados no atendimento de categorias de maior interação, além de um número adequado de profissionais suficientes à demanda do balcão de medicamentos, realize atendimento prioritário.

 

Perfil ideal

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Encontrar um bom funcionário não é tarefa fácil. Nele se procuram habilidades e competências para atuar no varejo farmacêutico

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