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Saúde

Massagem cardíaca

Getty Images

Esforço para realizar treinamento de ressuscitação pode evitar 60 mil mortes anuais no País

 Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) afirma que as 135 mil mortes por problemas cardíacos que ocorrem a cada ano no Brasil poderão ser reduzidas em pelo menos 60 mil, quando as técnicas de ressuscitação que envolvem massagem cardíaca e uso de desfibrilador.

Em encontro que reuniu, em São Paulo, centros brasileiros que fazem cursos de BLS (Basic Life Support), a SBC ressaltou a preocupação com o baixo número de pessoas treinadas para fazer a ressuscitação. Para o representante do Comitê de Emergência da “American Heart Association”, Sérgio Timerman, no mundo inteiro se dá mais importância ao treinamento do leigo, pois a experiência mostra que nos dez minutos vitais após uma parada cardíaca, é o leigo e não o médico ou enfermeiro que atende à vítima do infarto e é a ele que cabe fazer a massagem e manter o coração batendo até à chegada da equipe de resgate.

A legislação de vários Estados define como necessário o treinamento e a presença de desfibriladores em locais onde há concentração de mais de 1,5 mil pessoas ou metade, se os presentes tiverem mais de 50 anos. “O resultado é muito bom”, garante Timerman, pois onde se treinou o leigo a sobrevivência das vítimas de parada cardíaca saltou de 3% para mais de 20%, e nos aeroportos, por exemplo, chegou a 70%”, um resultado tão bom que a Europa investiu num programa de treinamento cujo objetivo é salvar 100 mil vidas por ano. Comparativamente, o Brasil pode salvar 60 mil.

Fast-food aumenta o risco de depressão

Getty ImagesPesquisa europeia analisa que o consumo frequente de gordura saturada é associado a transtorno mental

Comer gorduras saturadas detona a saúde mental, segundo um estudo espanhol que associa o consumo de fast-food e produtos industrializados à depressão. Estima-se que 150 milhões de pessoas no mundo sofram deste transtorno mental.

Para chegar a essa conclusão, os autores analisaram a dieta diária e os hábitos de 12.059 pessoas por seis anos, e levaram em conta outros possíveis fatores para a depressão. No início da investigação, nenhuma delas sofria da doença, mas, ao final do estudo, 657 tiveram diagnóstico confirmado. Uma provável explicação é que a gordura trans, a ruim, a que inflama artérias do coração, tem o mesmo efeito nos neurônios.

Resultado: o grupo que fez alto consumo de gordura trans apresentou 48% de aumento no risco de depressão comparado com participantes que não ingeriram esta gordura, segundo Miguel Ángel Martínez-González, das universidades de Navarra e Las Palmas de Gran Canaria (Espanha), principal autor da pesquisa, publicada na revista científica “PloS One”.

Os dados talvez expliquem porque há maior incidência de depressão no Norte do que no Sul da Europa, dizem os autores. Em países como Espanha e Grécia há maior consumo de legumes e azeite de oliva, o que faz grande diferença na proteção do cérebro. Na Holanda, Noruega, Dinamarca, entre outros, a dieta tem mais laticínios com gorduras saturadas, pães lambuzados de manteiga e bolos.

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