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Oito MITOS sobre o uso de antibiótico

8-mitos-antibioticoO consumidor precisa saber que práticas equivocadas podem gerar superbactérias

 

O Instituto Emílio Ribas listou oito crenças equivocadamente praticadas no que se refere ao uso de antibióticos e que podem resultar em superbactérias. Confira:





1. Estou doente, logo preciso de um antibiótico


Nem sempre. Os antibióticos são necessários apenas para o tratamento de infecções causadas por bactérias, como inflamação na garganta ou infecção de ouvido, por exemplo. A utilização deve ser, obrigatoriamente, prescrita por um médico. 

2. Gripes e resfriados só saram com antibiótico

Os antibióticos não têm efeito sobre essas doenças pois, tanto gripes quanto resfriados, são causados por vírus e não por bactérias. A exceção pode acontecer caso o paciente desenvolva especificamente uma complicação que resulte em infecção bacteriana, como a pneumonia.

3. Se o médico não prescrever um antibiótico, é melhor pedir

Os antibióticos não têm efeito sobre essas doenças pois, tanto gripes quanto resfriados, são causados por vírus e não por bactérias. A exceção pode acontecer caso o paciente desenvolva especificamente uma complicação que resulte em infecção bacteriana, como a pneumonia.

4. Se o médico prescreve antibiótico, posso ficar tranquilo

Se o seu médico prescreve um antibiótico, você está com uma infecção. Ainda assim, tente sempre ficar bem informado sobre o seu quadro e a real necessidade deste tipo de medicação. Não se acanhe em perguntar ao médico o porquê de estar prescrevendo um antibiótico e se é necessário no seu caso.

5. Estou bem melhor, por isso vou interromper o tratamento no meio

O tratamento com antibióticos jamais deve ser interrompido antes da hora. A medicação deve ser utilizada rigorosamente como prescrita, tanto em número de doses, quanto na concentração e no número de dias. Mesmo com a melhora dos sintomas, as bactérias ainda não foram eliminadas e a doença pode voltar com mais força ainda.

6. Vou tomar o antibiótico depois do horário previsto porque o efeito é o mesmo

Errado. O intervalo entre as doses é sempre calculado de forma a manter a concentração adequada na corrente sanguínea do paciente. Uma dose ingerida depois do horário prescrito pode gerar o retorno dos sintomas. Também não adianta tomar antes do horário, pois a concentração torna-se alta demais, podendo gerar intoxicação.

7. Sobrou antibiótico do meu tratamento, então vou guardar para a próxima vez que eu ficar doente

Jamais faça isso. Se cumprir a prescrição toda, dificilmente irá sobrar medicação. Mas, se ainda assim houver sobra, a medicação não deve ser guardada. Afinal, quando ficar doente novamente, mesmo que sejam os mesmos sintomas, a prescrição médica não será necessariamente igual. Somente uma nova avaliação poderá indicar se existe a real necessidade de antibiótico, qual deles e em qual quantidade.

8. Se sobrou medicação e alguém sofre com o mesmo problema, posso ajudá-lo doando o que sobrou

Tomar medicamento sem prescrição é um erro grave. E com antibióticos o perigo é ainda maior, pois eles podem causar doenças e afetar as bactérias "boas" que existem naturalmente no organismo. Abra as caixinhas e elimine o conteúdo, caso haja sobra. A automedicação é um erro, ainda mais quando se fala em antibiótico: a receita médica é sempre pessoal e intransferível.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

 

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