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Gripes e resfriados em idosos e crianças

esse Eles merecem atenção especial

Crianças (abaixo de cinco anos de idade) e idosos (acima de 60 anos de idade) estão entre os grupos de risco para gripes e resfriados, segundo explica o infectologista do Hospital Bandeirantes, Dr. Ivan Marinho.

“A criança com menor idade ainda não tem imunidade bem desenvolvida e está vulnerável às formas mais graves da doença”, diz. E entre os idosos, o que acontece é uma perda progressiva da imunidade.

“Com o passar dos anos, eles também têm maior frequência de doenças crônicas, portanto, estão sujeitos a maior risco de apresentar formas graves de gripe”, acrescenta.

RISCOS: a gripe tem como principal complicação a infecção bacteriana sobreposta, que pode acontecer em decorrência da maior produção de muco e inflamação do trato respiratório. Os acometidos também estão suscetíveis à ação do vírus influenza, que pode levar a uma pneumonia viral; e ao agravamento de casos de alergias respiratórias, como asma, bronquite, rinite.

CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO: a vacina contra gripe deve ser aplicada a partir dos seis meses de idade. Na primeira vacinação (entre seis meses e nove anos de vida), são duas doses, com intervalo de quatro semanas entre elas. Após a primovacinação, as doses devem ser anuais, por toda a vida.

SITUAÇÕES QUE MERECEM ATENÇÃO: crianças abaixo de dois anos, com asma, ou que estejam muito prostradas, chorosas, com dificuldade em se alimentar e se hidratar, com dificuldade em respirar ou com febre prolongada por mais de três dias, devem procurar auxílio médico. Além dos casos em que há melhora da febre, mas com recorrência

FORMAS DE PREVENÇÃO: as crianças devem permanecer em ambientes ventilados, arejados e sempre limpos. É importante orientá-las – e os cuidadores – a ter objetos de uso individual.

 

ASPECTOS COMUNS EM TODAS AS IDADES

TRATAMENTO: na maioria dos casos, hidratação, repouso e sintomáticos são suficientes para controle dos sintomas. O tratamento com medicamentos está indicado nos casos graves e com fatores de risco para complicações. O ideal é iniciar o tratamento nas primeiras 48 horas de sintomas. A droga de escolha é o oseltamivir.

DURAÇÃO DO QUADRO: a febre e os sintomas respiratórios podem durar de um a quadro dias. A tosse pode persistir por mais tempo, chegando a duas semanas. Em raros casos, pode durar até seis semanas.

 

IDOSOS

RISCOS: assim como acontece com as crianças, entre idosos, a gripe tem como principal complicação a infecção bacteriana sobreposta, que pode acontecer em decorrência da maior produção de muco e inflamação do trato respiratório. E própria ação do vírus influenza pode levar a uma pneumonia viral. Além disso, os idosos têm, em geral, maior suscetibilidade a infecções pela senescência do sistema imunológico. Eles podem apresentar, ainda, outras doenças associadas (como diabetes mellitus, cardiopatias, problemas renais e de fígado), que podem aumentar o risco de complicações.

FORMAS DE PREVENÇÃO: devem-se manter os ambientes ventilados, arejados e sempre limpos. Orientar a manter objetos de uso individual, como copos e outros utensílios; além de higiene das mãos constante e uso de lenços descartáveis para conter secreções.

SITUAÇÕES QUE MERECEM ATENÇÃO: sensação de falta de ar, cansaço excessivo, febre prolongada e prostração intensa são motivos para se buscar assistência médica. 

CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO: a vacina deve ser feita anualmente. Além disso, há vacina contra pneumococo, que deve ser administrada em idosos. São duas doses, com intervalo de
cinco anos.





















Veja a matéria completa:
 https://goo.gl/Oaod7K
 


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