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O que deve surgir por aí?

Novidades Genéricos
Acompanhe o que já aconteceu em 2011 e o que a indústria ainda deve anunciar em novidades nesse setor

Neste ano, uma importante conquista no setor foi, sem dúvida, a aprovação mais rápida dos novos genéricos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso resultou em um aumento de 73% no número de registros no primeiro trimestre deste ano, quando comparado com o ano anterior. “Antes esse processo vinha demorando quinze meses. Agora, passou para três meses para liberação do registro”, explica o presidente da Pró Genéricos.

Atualmente, a Anvisa dá prioridade ao registro de medicamentos que ainda não contam com a presença de genéricos e que são importantes do ponto de vista da saúde pública. Um exemplo é a recente concessão de registro para os dois primeiros medicamentos genéricos com a substância Tenofovir, utilizada no tratamento de Aids.

A existência desse genérico vai permitir que a concorrência reduza o preço que o governo paga pelo produto. Outro medicamento que teve seu primeiro genérico registrado é a Dacarbazina, utilizada no tratamento de câncer, e que também vai permitir o acesso a preços menores, já que o genérico entra no mercado com um preço pelo menos 35% menor do que o medicamento de referência.

No último dia 2 de fevereiro, a Anvisa publicou a RDC 02/11, que instituiu novas regras para os procedimentos de acompanhamento, instrução e análise dos processos de registro e pós-registro de medicamentos de interesse do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente os resultantes de desenvolvimento ou de transferência de tecnologia viabilizados por parcerias do tipo público-público e público-privada.

A Anvisa publicou, também em fevereiro, o primeiro registro de um insumo farmacêutico ativo (IFA), princípio ativo responsável pelo funcionamento dos medicamentos. O primeiro insumo registrado na Agência é o Aciclovir, substância empregada no tratamento da herpes zoster. O início do registro de insumos farmacêuticos vai garantir a isonomia das exigências sanitárias em relação aos produtos elaborados no País e os importados. Isso significa um incentivo ao desenvolvimento dos setores farmoquímicos e farmacêuticos do Brasil.

O setor de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) das indústrias de genéricos também não para de crescer, com o intuito de sair na frente e lançar novos produtos. No início deste ano, a EMS recebeu o documento que oficializou a concessão da patente do Toragesic (Trometamol Cetorolaco) nos Estados Unidos. “Este medicamento é um anti-inflamatório com forma farmacêutica exclusiva (sublingual) desenvolvida pela EMS. O certificado foi fornecido pelo United States Patent and Trademark Office, escritório federal do governo americano para a concessão de patentes e registros de marcas”, esclarece o diretor de marketing da EMS Genéricos, Marco Aurélio Miguel.

Além da patente do Toragesic, a EMS possui patentes próprias e também patentes de propriedade, em parceria com universidades brasileiras, além de patentes licenciadas de centros de pesquisas. “A empresa possui, aproximadamente, 60 patentes concedidas pelo mundo”, reforça Miguel, salientando que as conquistas mais recentes do laboratório foram a olanzapina (referência Zyprexa da Eli Lilly), quetiapina (referência Seroquel da AstraZeneca), valsartana (referência Dioval da Novartis) e rosuvastatina (referência Crestor da AstraZeneca). “Também fomos os primeiros a colocar no mercado a versão genérica das moléculas desloratadina, sildefila e a atorvastatina genéricas, em 2010”, reforça o executivo.

A Medley também prevê a conquista de algumas patentes neste ano. “Existem muitos lançamentos previstos, entre eles, destaque para a sildenafila e a valsartana”, revela o gerente de marketing genéricos da empresa, Messias Cavalcante.

O presidente da Pró Genéricos, Odnir Finotti, adianta que, ainda neste ano, devem ser lançados novos genéricos da rosuvastatina e da olanzapina.

Algumas indústrias também devem receber incentivos para trazerem mais novidades ao mercado. Um bom exemplo é o apoio concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 277,6 milhões para o desenvolvimento de novos produtos farmacêuticos. Desse montante, R$ 105,7 milhões foram destinados à Eurofarma Laboratórios, cujo projeto visa ao desenvolvimento de medicamentos inovadores, de biotecnológicos, de novos genéricos e similares em diversas áreas terapêuticas, além da produção de medicamentos ainda não comercializados no Brasil. (K.R.)

 

 

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