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Conhecimentos e atuação no mercado de automonitoramento

testes153.jpgCategoria de autotestes cresceu cerca de 20% entre 2010 e 2011 e alta para este ano deve atingir o mesmo patamar. Entenda essa categoria, que já oferece testes de gravidez, fertilidade, glicemia e menopausa

O monitoramento por autotestes está cada vez mais acessível para a população. Hoje, com a ajuda de aparelhos, tiras ou canetas de simples utilização, o usuário pode realizar testes de gravidez, glicemia, pressão e, mais recentemente, de fertilidade e menopausa. “Acreditamos que existe muito espaço para esse mercado crescer, pois cada vez mais o monitoramento por meio de autotestes se torna uma opção fácil e, ao mesmo tempo, de extrema importância na consulta médica, servindo como fonte esclarecedora”, analisa Carolina Ynterian, diretora da Analitic, empresa responsável pela linha Confirme de Autotestes.

 

De acordo com dados da Analitic, o mercado de autotestes cresceu 20% de 2010 para 2011, e o principal motivo da alta foi a conscientização da população sobre a importância e praticidade do uso desses produtos. Dados do IMS, fornecidos pela Novartis, mostram que o mercado de teste de gravidez, por exemplo, comprova ter um grande potencial. “Apesar de ainda ser uma categoria pequena, com vendas anuais de R$ 42 milhões, a venda desses produtos vem crescendo a taxas agressivas. Em 2011, a categoria cresceu 30% em relação ao ano anterior, o que mostra que o acesso e a procura por eles vêm aumentando”, afirma o gerente de produto da Novartis, Guilherme Souza.  “Se formos nos basear no ritmo de alta, a previsão é que, neste ano, sejam vendidos 6,5 milhões de unidades de testes para gravidez”, acrescenta a gerente de medicamentos do Grupo Cimed, Flaviana Ferreira.

Para acompanhar essa demanda de automonitoramento, as indústrias do setor investem fortemente em novidades. “Para este ano, temos a expectativa de continuar crescendo junto com o mercado e atingir 20% de alta, principalmente devido ao lançamento do Confirme Glicose+Corpos Cetônicos, que é um teste para automonitoramento de diabéticos, pré-diabéticos, gestantes diabéticas,  assim como pessoas que fazem dietas com grandes restrições de carboidratos”, revela Carolina.

 

Atenção ao mix e exposição

As farmácias vêm se firmando como o canal de maior relevância para o mercado de testes, segundo a gerente de medicamentos do Grupo Cimed, Flaviana Ferreira. Portanto, é importante destacar esses itens no PDV. “O que assegura bons resultados em qualquer categoria é a comunicação com o consumidor. Dessa forma, as farmácias precisam tornar esses produtos mais sedutores, fornecer informações e dar visibilidade para as embalagens, alocando-as, inclusive, em espaços quentes, para gerar compras não planejadas. As mulheres que buscam testes de gravidez são ansiosas, por isso muitas delas gostam de ter o produto estocado em casa”, destaca a especialista.

Hoje, a maioria das farmácias mantém os testes atrás do balcão, mas, de acordo com o gerente de produto da Novartis, Guilherme Souza, também é importante que esses produtos estejam presentes no autosserviço. “No caso dos autotestes para gravidez, por exemplo, por se tratar de um produto de uso exclusivamente feminino, a exposição pode ser feita próxima às categorias orientadas para as mulheres, como higiene íntima. No entanto, o produto também pode estar disponível no balcão, para aquelas consumidoras mais tímidas e com necessidade de esclarecimentos sobre as marcas disponíveis”, orienta. É importante, ainda, que dentro de cada grupo de testes haja uma separação por marcas. “Assim o consumidor pode comparar as diferenças entre os vários produtos”, justifica Carolina Ynterian, da Analitic.

De acordo com as fabricantes, as garantias de acerto para os testes disponíveis no mercado atingem quase 100%. “Os autotestes variam dependendo da técnica utilizada. No caso dos hormonais, a precisão é de 99,4%”, diz a diretora da Analitic, ressaltando que, hoje, os testes mais vendidos são os de gravidez e glicose, junto com os autotestes de fertilidade, que têm um crescimento bom devido ao desejo das mulheres de saber como estão seus picos hormonais.

 

Conheça como funcionam alguns dos testes disponíveis no mercado

Gravidez: por meio da urina, esse teste consegue detectar o hormônio Gonadotrofina Coriônica Humana (GCH) a partir do primeiro dia de atraso da menstruação, sinalizando estado gestacional. Pode ser usado a partir do primeiro dia ou quarto dia de atraso do período menstrual, dependendo do teste escolhido. O uso de alguns medicamentos que contenham GCH pode gerar um resultado falso. De modo geral, a precisão desses testes varia entre 95% e 99,5%. O envelope contém tira ou caneta, e o teste deve ser feito, preferencialmente, com uma amostra da primeira urina da manhã. O resultado sai após um período entre dois e cinco minutos após a execução do teste.

Fertilidade: detecta o aumento do hormônio Luteinizante, sinalizando o período de ovulação feminino e determinando os dias de maior possibilidade para engravidar. O teste tem o prazo de cinco dias para dar resultado e o primeiro dia deve ser escolhido conforme instruções da embalagem. Alguns medicamentos contendo hormônios FSH e LH, utilizados no tratamento da fertilidade, podem influir no resultado do teste. Se este for realizado durante a menopausa, um mês após aborto, na presença de cistos ovarianos, na gravidez ou após injeção de HCG, resultados falso-positivos também podem ser obtidos.  Vale lembrar que esse tipo de teste determina o período de maior chance para uma gravidez e serve apenas para orientação. Algumas mulheres demoram mais para engravidar do que outras.

Menopausa: detecta o hormônio Folículo Estimulante na urina, confirmando o possível início da menopausa. Caso o resultado for positivo, deverá ser indicada a consulta a um médico.

Glicose+Corpos Cetônicos: teste rápido para detecção e monitoramento da taxa de Glicose e Cetonas na urina. Ideal para diabéticos, pré-diabéticos, gestantes diabéticas, bem como pessoas que fazem dietas com restrição a carboidratos.

Tiras de Glicose: detectam glicose na urina após duas horas da última refeição.

IMPORTANTE: É fundamental que o farmacêutico oriente o paciente a ler as instruções da embalagem. As orientações passadas neste box são gerais e podem variar de acordo com o fabricante.

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