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Dedique atenção especial no pdv

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Com maior acesso à saúde, brasileiros portadores de hipertensão buscam cada vez mais alternativas de tratamento e opções para aumentar a qualidade de  vida. Prepare seu estabelecimento para receber esse público

 

As estatísticas em relação à hipertensão são alarmantes. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), estima-se que a doença atinja cerca de 25% da população brasileira adulta, 50% das pessoas acima de 60 anos; e 5% dos jovens e crianças. Ainda de acordo com a entidade, a hipertensão é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. No mundo, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), incluindo a hipertensão, são responsáveis por 59% dos óbitos no mundo, chegando a 75% das mortes nos países das Américas e Caribe.

 

Esses números refletem diretamente no mercado de produtos que têm a proposta de tratar ou melhorar a qualidade de vida dos portadores da doença. De acordo com a Omron, o mercado de monitores de pressão, por exemplo, tem crescido 20% ao ano, nos últimos quatro anos, e essa tendência deve continuar a mesma nos próximos quatro anos pelo menos. “Segundo a pesquisa de Hábitos e Atitudes que fizemos, o Brasil possui cerca de 57 milhões de lares e, destes, apenas 25% têm um aparelho de pressão. Considerando que 50% mostraram desejo de adquirir um modelo, podemos imaginar o quanto temos para crescer ainda. Em outros mercados, como Estados Unidos e Japão, os lares têm entre dois e quatro aparelhos. Com essa tendência, podemos estimar que o mercado brasileiro deveria comercializar cerca de dois milhões de aparelhos por ano. No entanto, atualmente, está na casa de 1,3 milhão”, visualiza o diretor operacional da Omron, Wanderley Cunha, salientando que, para este ano, a empresa espera que o mercado de monitores de pressão cresça 20% e o principal produto será o monitor de pressão digital.

Na mira desse potencial, a Geratherm investiu de forma bastante agressiva no mercado brasileiro. “Com o crescimento que atingimos de 40%, de 2010 até agora, e o incentivo para a autoverificação da pressão – de acordo com as intenções do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) –, a Geratherm encontrou a necessidade de instalar, no País, a primeira fábrica de monitores de pressão. Isso reduzirá os custos dos produtos em até 25%, o que aumentará nosso share”, destaca o gerente de marketing da empresa, Kleber Custódio. “Com a unidade fabril localizada em Diadema (SP), esperamos superar a marca de 50% da nossa produção com relação ao ano anterior. Nossa capacidade atual de produção é de 250 mil monitores de pressão por ano”, finaliza.

Espaço especial para a saúde dos hipertensos

O diretor operacional da Omron, Wanderley Cunha, afirma que em 2009, quando a empresa resolveu entrar definitivamente no mercado brasileiro, foi feita uma pesquisa de hábitos e atitudes com o consumidor. Naquela época, o varejo que mais vendia produtos para hipertensos (monitores de pressão arterial digital) eram as lojas de equipamentos cirúrgicos, com 65% das vendas. As farmácias apareciam com 35%, e os magazines e internet com 5% cada. Hoje, três anos depois, essa realidade mudou bastante. “Agora, as farmácias já participam com 65% das vendas. Considerando que esses estabelecimentos têm o grande potencial de vender os medicamentos para hipertensos, esse percentual deve chegar aos 75% em dois anos”, estima Cunha. 

Para potencializar as vendas, o primeiro passo é retirar esses produtos da parte de trás do balcão e alocá-los no autosserviço. Depois disso, a Omron sugere que as farmácias explorem os produtos por segmento, com uma gôndola específica apenas para aparelhos, como inaladores, aparelhos de pressão e glicosímetros, nesta ordem. “Os inaladores são os aparelhos que mais vendem dentro da farmácia e os glicosímetros são bastante conhecidos. Portanto, vale distribuir os aparelhos de pressão entre esses dois produtos e desenvolver uma gôndola somente de aparelhos para saúde”, diz Wanderley Cunha.

Outra opção é investir num espaço exclusivo para hipertensos. Nesse caso, outros produtos podem ser expostos em conjunto com os monitores de pressão. “Podem-se expor equipamentos como glicosímetros, balanças de peso corporal, pedômetros (aparelhos para medir quantos passos você dá durante o dia) e frequencímetros (relógios para medir os batimentos cardíacos quando se faz exercícios). Como as caminhadas são bastante recomendadas para os hipertensos, esses produtos podem ser úteis”, orienta o diretor operacional da Omron.

Seja qual for a forma escolhida, opte pela exposição em blocos. “Evite utilizar as grandes fileiras ou tiras de produtos; procure explorar sempre seu ponto natural e nunca somente o ponto extra”, finaliza Kleber Custódio, da Geratherm.

 

Dúvidas frequentes sobre monitores de pressão

 

1) Em relação aos monitores de pulso, é importante que se oriente o paciente sobre o posicionamento no momento de ligar o aparelho, como a pessoa deve estar (sentada, deitada...). Existe um “ritual” para poder medir a pressão de uma forma mais eficaz. Idealmente, no ato da aferição, deve-se estar em repouso, não estar em processo de digestão ou com o estômago cheio, cafeína em excesso e bexiga cheia. Essas situações podem alterar os valores.

2) O farmacêutico deve pedir ao consumidor que leia o manual antes de utilizar o produto e que entre em contato com o SAC da empresa caso ainda haja alguma dúvida com relação ao uso ou ao resultado.

3) Uma ótima forma de promover as vendas desses produtos pode ser a disponibilização de testers no PDV. Mas para isso é importante que exista uma equipe treinada para explicar o funcionamento do produto.

4) Se o monitor de pressão apresentou erro no ato da medição, deve-se verificar se a pessoa está na posição correta e quieta (sem falar), para que o aparelho funcione normalmente.

5) Se o paciente diz que aferiu a pressão várias vezes e o aparelho está registrando valores diferentes, oriente-o a aguardar entre 10 e 15 segundos entre uma aferição e outra.

6) Caso o paciente tenha um quadro de arritmia cardíaca, é necessário orientar ao uso de um monitor de pressão específico (com detector de arritmia).

Fontes: Omron e Geratherm

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