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Espaço exclusivo: Um local para orientação e bons negócios

shutterstock_48060943.jpgGôndolas com produtos específicos para o tratamento e controle da doença podem ser um grande diferencial no PDV,  trazendo a fidelização dos consumidores e potencializando as vendas de correlatos

As categorias de produtos que envolvem tratamento e controle do diabetes têm um grande potencial no mercado, tendo em vista as preocupantes estatísticas da doença. Segundo dados fornecidos pela Lifescan, unidade de negócios da Johnson & Johnson Medical Brasil (responsável pelos medidores de glicemia), hoje, em nosso País, estima-se que aproximadamente 7% da população é diabética, número que corresponde a cerca de 14 milhões de pessoas. Dados da International Diabetes Federation (2010), fornecidos pela Roche, revelam, ainda, que há uma estimativa global de que esse número pode chegar a 330 milhões de pessoas no mundo até 2025. Com o crescimento dos acometidos, cresce também o uso de produtos relacionados ao tratamento e controle da doença. “Esse aumento quase epidêmico do diabetes impacta diretamente na procura por monitores de glicemias e tiras”, exemplifica o diretor da unidade Roche Diabetes Care da Roche Diagnóstica Brasil, Paulo Barbosa.

 

Outro fator que ajuda no aumento das vendas de produtos para diabéticos é a ascensão das classes C e D. “Essa população começou a gastar mais com saúde, tendo mais acesso a convênios e consultas médicas, medicamentos, equipamentos e serviços que as ajudam na manutenção de sua saúde”, reforça a gerente da Lifescan do Brasil, Sílvia Freitas.

Para potencializar as vendas desses produtos, o melhor caminho para as farmácias é o desenvolvimento de um espaço destinado à saúde do diabético no PDV, com correlatos ao alcance do consumidor. “Idealmente, os produtos não devem estar confinados atrás do balcão, para que o consumidor fique livre para poder olhar e comparar as várias alternativas existentes no mercado”, alerta Silvia.

Vale também ficar atento ao mix de produtos desse espaço, que deve trazer diversos correlatos relacionados à doença, e não somente medidores glicêmicos. Dentre eles, adoçantes, hidratante para pés, medidores de pressão arterial portátil, balanças, lancetas, seringas de aplicação de insulina e alimentos sem adição de açúcar.  “Outro diferencial podem ser serviços de medição de glicemia, consultoria nutricional e atendimento especializado em relação ao pé diabético. Ações como essas encantam e fidelizam o consumidor, além de proporcionarem uma melhor qualidade de vida e convivência com a doença”, acrescenta a especialista da Lifescan do Brasil.

Outra ação fundamental é promover treinamentos para que todos os atendentes estejam aptos a tirar dúvidas sobre os produtos.  “As farmácias devem dominar as especificações técnicas e funcionamento de produtos para diabéticos. Há uma série de etapas que precisam ser seguidas para monitoramento correto da glicemia, por exemplo”, avisa Paulo Barbosa, da Roche. Para responder a todas as perguntas dos consumidores, no caso dos monitores de glicemia, vale apostar em testers dos produtos, demonstrando, na prática, a forma de utilização desses aparelhos.

 

Alimentação específica para diabéticos

Além dos aparelhos para medir glicemia, o Espaço Diabetes da farmácia também pode ser composto por alimentos sem adição de açúcar, bastante procurados por esse público. Lucas Augusto Christino, diretor de marketing da Suavipan, empresa que desenvolve produtos com essas características, afirma que o canal farma tem um grande potencial para a venda desses itens. “Os consumidores aproveitam o momento em que estão comprando os medicamentos da receita médica para adquirir produtos específicos para sua alimentação”, explica, salientando que o shopper tende a ter mais confiança em adquirir seus produtos sem adição de açúcar em farmácias, já que é um canal com foco na saúde.

Na Suavipan, as vendas de produtos sem adição de açúcar cresceram 20% de 2010 para 2011. “Além da pulverização dos nossos produtos no mercado, acreditamos que esse crescimento também é reflexo da maior preocupação das pessoas com a saúde, do conhecimento maior sobre o diabetes, e do desejo em ter uma dieta mais saudável”, diz Christino. Para 2012, o crescimento previsto também continua na média de 20%, baseado em produtos como bolos e rosquinhas monoporção.

Para que as farmácias possam potencializar as vendas desses itens, os primeiros passos são oferecer um bom mix e exposição, dentro do Espaço Diabetes, contemplando diets, zero e sem adição de açúcar. “Os produtos monoporção devem ficar próximos aos checkouts, para estimular as compras por impulso. Já para os demais, vale a regra de que os produtos mais caros devem ficar nas prateleiras superiores; na altura dos olhos ficam aqueles de preço intermediário; e os mais baratos, nas prateleiras mais baixas”, explica o diretor de marketing da Suavipan.

 

Dúvidas frequentes

Quais os cuidados que diabéticos precisam tomar com produtos light? A endocrinologista do Hospital Nove de Julho, Dra. Roberta Frota, afirma que os produtos light são aqueles que contêm 25% menos de algum nutriente, carboidrato, gorduras, sódio entre outros. “São indicados para as pessoas preocupadas com uma vida mais saudável, não necessariamente portadoras de alguma patologia”, avisa. “Pessoas com diabetes, que querem perder peso, precisam verificar se os produtos light possuem ou não açúcar adicionado. Se houver, deve-se evitar o consumo”, orienta a nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Mylene Rodrigues.

 

Quais são as diferenças entre os produtos diet, zero e sem adição de açúcar?

Os produtos diet são aqueles onde há isenção de algum componente da formulação, por exemplo, a isenção de açúcar. “O alimento diet é utilizado em dietas com restrição de nutrientes, como carboidratos, gorduras, proteínas ou sódio, mas não necessariamente tem o valor calórico reduzido em relação à versão original”, explica Mylene. Os produtos zero são aqueles em que um dos componentes nutricionais existentes no produto original foi retirado. “Eles possuem 0% de açúcar, ou 0% de sal ou 0% de gorduras. Portanto, nem todo produto diet ou zero é necessariamente indicado para diabéticos”, alerta a especialista do Oswaldo Cruz. A melhor opção para os diabéticos fica para os produtos sem adição de açúcar, ou os diet sem açúcar na composição. Vale apenas um alerta. “Muitas vezes embora alguns produtos diet não contenham açúcar na formulação, podem conter grandes quantidades de gordura – como chocolates, bolos e pudins – , sendo bastante calóricos e pouco saudáveis. O ideal é usar, preferencialmente, doces dietéticos, isentos de gorduras, como gelatinas e doces à base de frutas com adoçantes”, avisa Mylene Rodrigues.

 

Autotestes de glicemia são confiáveis?

Os medidores de monitoramento de glicemia no sangue têm melhorado significantemente em diversos aspectos ao longo dos anos, sendo alguns deles: acuracidade, facilidade no uso, tamanho da amostra de sangue, tempo de resposta e facilidades para o entendimento dos resultados. É preciso, apenas, que os farmacêuticos estejam atentos aos seus fornecedores. “Exige-se que os medidores de monitoramento de glicemia estejam dentro do patamar de acurácia estabelecido pela Organização Internacional de Padrões (International Organization of Standardization – ISO 15197). Produtos que atingem este patamar são considerados clinicamente precisos e confiáveis, de maneira que os pacientes podem se basear em seu medidor para tomar decisões de tratamento”, avisa a gerente da Lifescan do Brasil, Sílvia Freitas.

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