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Para saúde e qualidade de vida

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Quando buscam por produtos ideais para uma dieta responsável ou mesmo quando procuram suplementos ou fórmulas infantis para crianças, o canal farma é um dos preferidos dos consumidores pelo mix
e atendimento

Seja por conta de uma patologia que pede dietas especiais, como o diabetes ou obesidade, seja pela busca de uma alimentação mais saudável, ou para complementação alimentar de crianças, o shopper tem, nas farmácias, um canal importante para aquisição desses produtos. O mix variado e a confiança de que comprará produtos de qualidade, aliados a um atendimento que pode trazer informações completas sobre a categoria, também são grandes diferenciais no momento da compra. Portanto, com tantos pontos a favor, vale a pena investir num espaço para esses produtos. Conheça alguns deles:

 

Complementos alimentares e fórmulas infantis

Para o diretor de trade e vendas da Mead Johnson Nutrition (detentora da marca Sustagen), Mariano Mendes, o maior potencial que a empresa vê no canal farma é o valor agregado que ele oferece para suas marcas. “Na farmácia, os produtos de uma determinada categoria, como nutrição infantil, não competem com produtos de categorias correlatas como nos supermercados. A empresa acredita que o canal tem muito espaço para crescer. Os principais benefícios em investir nesta categoria são o grande potencial de crescimento e alta rentabilidade para o canal”, destaca.

Uma boa notícia é que, agora, os complementos alimentares estão cada vez mais acessíveis para a população. “Em 2011, a empresa passou a vender variações de sachês também para a linha de Sustagen Kids, com o lançamento de sachês 30 g, com a comercialização de todos os sabores, para gerar experimentação ou alcançar consumidores que queiram experimentar outros sabores”, exemplifica Mendes, salientando que os consumidores da categoria de nutrição infantil são extremamente fiéis à marca e produto em que confiam. Dessa forma, encontrar uma farmácia bem abastecida fideliza ainda mais esse consumidor.

Outro ponto fundamental é gerenciar corretamente essa categoria. “Uma boa dica é dispor os complementos alimentares de acordo com a árvore de decisão do consumidor, que elege subsegmento, marca, tamanho e sabor, nesta ordem”, orienta o diretor de trade e vendas da Mead Johnson Nutrition.

Para finalizar, vale reforçar que é papel da farmácia alertar os consumidores sobre o fato de que os complementos alimentares, seja para crianças ou adultos, não substituem refeições. Eles são aliados da população para complementar a alimentação com vitaminas, proteínas e minerais.

No caso das fórmulas infantis, elas são indicadas como substitutas ou complementares ao leite materno quando o aleitamento materno não for possível ou insuficiente para saciar o apetite da criança ou promover o crescimento adequado respectivamente. “Para usar a fórmula infantil é importante analisar sua quantidade e composição nutricional e escolher uma que contenha os níveis de DHA e ARA mais próximos ao leite materno. Indicamos que os pais consultem sempre o pediatra para fazer o acompanhamento e escolha do melhor produto”, finaliza Mariano Mendes.

Adoçantes

As farmácias se constituem no canal mais importante para a venda da categoria adoçantes, segundo afirma a diretora de trade marketing da Hypermarcas (empresa detentora das marcas Finn, Adocyl e Zero-Cal), Maria Emília Velloso. “Na maioria das vezes, o consumidor escolhe esses estabelecimentos por terem grande relação com produtos voltados à saúde”, reforça.

Mas, para lucrar, é fundamental ter uma equipe capacitada para tirar as principais dúvidas sobre a categoria. “Entendemos que muitos consumidores de adoçantes já possuem fidelidade a uma determinada marca ou substância, mas o grande potencial para o aumento das vendas é conquistar novos usuários, evidenciando os benefícios que o produto pode trazer para a saúde. Isso é muito mais do que simplesmente ter os produtos na gôndola. É mudar o comportamento de uso e de compra”, destaca Maria Emília. “Como a compra de adoçantes é muito mais racional do que emocional, materiais educativos, local privilegiado na loja e também o bom posicionamento em gôndola são extremamente importantes para alavancar a categoria e gerar conhecimento”, acrescenta.

Aliás, a organização desta categoria é essencial para que o shopper entenda que existem diferenças entre substâncias e apresentações de adoçantes, que preferencialmente devem figurar entre as gôndolas diet/light. “O nosso Gerenciamento por Categorias estimula a separação primeiramente por substâncias, em seguida por marcas. Segmentar a marca em frascos e sachês também facilita o momento de escolha, que não passa de um minuto. Portanto, quanto mais organizada a categoria, mais fácil o shopper encontrará os produtos, provavelmente ocasionando aumento nas vendas”, ensina Maria Emília Velloso, reforçando que a exposição próxima ao checkout ou em pontos extras, bem como a colocação de materiais de merchandising, também estimulam o consumidor a interagir e comprar a categoria.

O mercado de adoçantes em 2011 cresceu 4% em relação a 2010, segundo dados da Nielsen, fornecidos pela Hypermarcas. “Entre os vários fatores para crescimento desta categoria, destaca-se a mudança do comportamento de consumo do produto, seja pelo fator saudabilidade ou aumento de conhecimento sobre ele”, argumenta a diretora de trade marketing da Hypermarcas.

Alimentos de soja: conheça o potencial da categoria

A soja tem ganhado cada vez mais importância aos olhos de pesquisadores nos últimos anos. Benefícios como redução do colesterol ruim, diminuindo chances de problemas cardiovasculares; controle da atividade hormonal; e amenização dos sintomas da menopausa são alguns dos diversos benefícios que esse alimento pode trazer. Na medida em que essas informações chegam aos consumidores, surgem novos adeptos ao uso desses produtos. Aliás, dados do Ibope (2009/2010) constataram que 9% da população brasileira é vegetariana. Outros públicos também são usuários desse tipo de produto. “Além dos vegetarianos, os alimentos à base de soja são destinados a quem não quer ou não pode ingerir produtos à base de leite. Enquadram-se nestes grupos os intolerantes à lactose, alérgicos à proteína do leite de vaca, pessoas com dieta restritiva de colesterol, naturalistas e quem busca uma alimentação mais saudável”, descreve a coordenadora de eventos da Olvebra Industrial, Iara Leite.

Segundo dados da empresa, as vendas de produtos à base de soja crescem entre 15% e 20% ao ano. “Este fato deve-se às mudanças de hábitos alimentares da população, crescimento econômico que suporta a aquisição de produtos mais saudáveis e ao grande número de lançamentos de produtos produzidos a partir do extrato de soja”, justifica Iara.

De acordo com a especialista da Olvebra, a melhor forma de lucrar com essa categoria é deixá-la em evidência no PDV. “Esta visualização já ocorre nas redes de varejo, sendo muitas vezes a única ferramenta comercial para as vendas”, comenta a especialista, salientando que os produtos de soja podem ficar ao lado das versões tradicionais, como os leites em pó, mas sempre com a identificando nas gôndolas de que são à base de soja. O mix pode ser bastante variado, já que existem leites, sucos de frutas, chocolates, complementos alimentares, misturas para bolos, sobremesas, entre outros alimentos, todos com essa composição. Para garantir boas vendas, também é importante que os farmacistas saibam indicar esses produtos, esclarecendo os consumidores sobre as formas de consumo e benefícios dos ingredientes.

Conheça os tipos de adoçante

Os adoçantes dietéticos são produzidos a partir de edulcorantes, substâncias naturais ou artificiais, responsáveis pelo sabor doce, e possuem poder adoçante, geralmente, muito maior que o açúcar produzido a partir da
cana-de-açúcar. “Os adoçantes mais indicados atualmente são os à base de esteviosídeo e de sucralose, pois são extraídos de vegetais e frutas, portanto, naturais e sem contraindicações”, afirma a nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Mylene Rodrigues.  “Seja qual for o adoçante, os usuários devem respeitar a ingestão máxima diária recomendada (IDA)”, avisa a endocrinologista do Hospital Nove de Julho, Dra. Roberta Frota.

Conheça, a seguir, os principais tipos de adoçantes disponíveis no mercado*:

Adoçante

Principais características

Esteviosídeo

• Tem 300 vezes mais poder edulcorante em relação à sacarose (presente no açúcar).

• Pode ser consumido sem nenhuma contraindicação.

• Não produz cáries, nem é calórico, tóxico, fermentável ou metabolizado pelo organismo.

• IDA (Ingestão diária aceitável): 5,5 mg/kg de peso corporal.

Sucralose

• É uma molécula modificada da sacarose.

• Poder edulcorante em relação à sacarose: 600 vezes.

• Não deixa sabor residual, não provoca cáries e não é metabolizada pelo organismo, sendo eliminada por completo em 24 horas pela urina e pode ser consumida sem nenhuma contraindicação por qualquer pessoa.

• IDA: 15 mg/kg de peso corporal.

Sacarina

• Substância derivada do petróleo.

• Poder adoçante em relação à sacarose: 300 vezes.

• Sabor residual amargo em concentrações altas. Redução de sabor residual pela mistura de sacarina com o ciclamato.

• Não deve ser utilizada por pacientes hipertensos ou que tenham tendência a reter líquidos devido ao sódio.

• IDA: 5 mg/kg de peso corporal.

Ciclamato

• Substância derivada do petróleo.

• Poder adoçante em relação à sacarose: 40.

• Sabor agridoce é semelhante ao açúcar refinado (apresentando um leve
gosto residual).

• Deve ser evitado por hipertensos, já que costuma aparecer na forma sódica, ou seja, combinado com sódio.

• IDA: 11 mg/kg de peso corporal.

Aspartame

 

• É produzido a partir dos aminoácidos encontrados normalmente nos alimentos: fenilalanina e ácido aspártico.

• Poder adoçante em relação à sacarose: 200 vezes

• Não apresenta sabor residual amargo.

• É contraindicado para portadores de fenilcetonuria, uma doença genética rara que provoca o acúmulo de fenilalanina no organismo, causando retardo mental. Pelo mesmo motivo, também se desaconselha o uso por grávidas.

• IDA: 40 mg/kg de peso corporal.

Acesulfame-K

 

• Derivado do potássio.

• Poder adoçante em relação à sacarose: 200 vezes.

• Apresenta sabor amargo em altas concen­trações.

• IDA: 15mg/kg de peso corporal.

 

Atenção aos shakes

O mercado de shakes também tem apresentado um potencial bastante positivo de alta. “O crescimento apenas no canal farma, de 2010 para 2011, foi superior a 35% e isto se deve à melhor oferta de produtos e à preocupação crescente das pessoas com a qualidade de vida. É cada vez maior o número de academias e de nutricionistas, que são os profissionais mais adequados para recomendar uma suplementação alimentar para quem busca saúde e bem-estar”, destaca o gerente nacional de vendas da Nutrilatina, Marcelo Fernandes, salientando que a empresa espera crescer 30% nesse mercado ainda neste ano.

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