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Ponto natural para curativos e pequenas lesões

ponto-natural-para-curativos-e-pequenas-lesoes.jpgQuando procuram produtos de primeiros socorros ou ortopédicos, esse canal é a primeira lembrança dos consumidores.  Veja como explorar todo o potencial
dessas categorias

Diante de uma pequena lesão, seja uma tendinite de baixa gravidade ou um pequeno corte, em geral, é na farmácia perto de casa que os consumidores procuram ajuda e compram os produtos da farmacinha ou itens destinados a lesões musculares.

 

No caso da categoria de primeiros socorros, ela é composta por itens destinados a uma série de procedimentos simples feitos por pessoas comuns, tendo como principal função a realização de pequenos curativos ou tratamento de lesões/machucados superficiais e de pequeno porte. O potencial desses produtos é grande. “Em pesquisa realizada pela Officina Sophia detectou-se que essa categoria está associada a cuidados e que existe uma percepção de necessidade de possuir, em casa, um kit de Primeiros Socorros, principalmente entre os shoppers que possuem filhos. Em 2011, esse segmento cresceu à taxa de dois dígitos e, para este ano, a alta deve atingir o mesmo patamar”, destaca o diretor da unidade de consumo da Cremer, Leonardo Byrro. Ainda de acordo com pesquisa realizada pela consultoria Mind Shopper, fornecida pela Cremer, a categoria Primeiros Socorros está presente em 78% dos lares.

E dentro da categoria de primeiros socorros, segundo a Cremer, os curativos são a maior categoria deste segmento, contabilizando um mercado que movimenta R$ 105 milhões ao ano (Fonte: Nielsen –
set./out. 2011).

Os produtos ortopédicos também acompanham esse crescimento e se destacam pela variedade imensa de itens no mercado. Bolas, bolsas térmicas, almofadas, andadores, tornozeleiras, joelheiras, máscaras, géis, órteses e tipoias são alguns dos inúmeros produtos que entram nessa relação. De acordo com a sócia-gerente da Termogel, Silvia Nassi, as farmácias formam o principal canal de venda da categoria. “Os produtos ortopédicos têm um bom potencial nas farmácias porque são mais acessíveis ao consumidor do que em casas cirúrgicas”, destaca. Na Termogel, por exemplo, as vendas de produtos ortopédicos cresceram 15% de 2010 para 2011 e, para este ano, projetou-se o mesmo patamar de alta.

Categorias caminham juntas no PDV

Após identificar o sentido do fluxo do corredor, a exposição da categoria Primeiros Socorros deve se dar na horizontal. “Como o espaço para essa categoria costuma ser limitado, recomendamos a otimização de marcas, com prioridade para os líderes das subcategorias, a marca de qualidade e uma alternativa de preço”, ensina o diretor da unidade de consumo da Cremer, Leonardo Byrro.

Próximos aos itens de primeiros socorros e outros produtos de cuidados pessoais que não precisam de receita médica devem estar os produtos ortopédicos, conforme explica a sócia-gerente da Termogel, Silvia Nassi. “A categoria pode ser exposta próxima a produtos como curativos e ataduras. Aqueles que não têm embalagem que facilite a visibilidade frontal do produto podem ser pendurados nas gôndolas”, avisa.

 

Garanta um bom atendimento para produtos ortopédicos*

• Saiba quais são as indicações dos produtos e qual a finalidade de cada um dos itens;

• Conheça um pouco sobre os tipos de lesões, seus nomes científicos e seus nomes populares e, quando existirem diversos produtos semelhantes, saiba qual é o mais indicado para a necessidade do consumidor;

• Também é indicado ter noção das contraindicações. Verifique se existe alguma situação em que o produto não pode ser usado ou se, por algum motivo, não é indicado para algum tipo de paciente. Certos produtos, como joelheiras, não podem ser usadas sobre feridas abertas;

• Avise o consumidor que é contraindicado usar produtos compressivos na hora de dormir, exceto sob a orientação de um profissional da saúde;

• Fique atento quanto às alergias a certas composições das matérias-primas dos produtos;

• Conheça um pouco sobre o modo de usar dos produtos, para que possa orientar o paciente sobre a colocação adequada, como ajustar de forma que a peça fique mais anatômica e cumpra sua função sem causar transtornos ou dores desnecessárias. Por exemplo, ao colocar uma tipoia, é preciso saber qual o ângulo correto do braço, onde a mão deve ficar apoiada, o que fazer para que a mão não fique inchada. No caso da bengala ou da muleta, é fundamental saber como posicionar, qual a altura adequada e como dimensionar o tamanho; explicar a importância de usar a muleta em par e não apenas uma; e como ter certeza de que o ajuste foi feito de maneira segura e firme;

• Saiba, ainda, orientar quanto à vida útil do produto. Um exemplo são as ponteiras de muletas, bengalas e andadores, que precisam sempre ser revisados e, se apresentarem desgastes, trocados.

* Dicas fornecidas pelo diretor-geral da Mercur, Breno Strussmann.

 

Drogafuji realiza trabalho especial com ortopédicos

A Drogafuji, rede de farmácias localizada em Brasília, tem desenvolvido um trabalho diferenciado com produtos ortopédicos. Além de ações com base em tabloide de ofertas, treinamento de equipe e cartão de fidelidade, eles desenvolveram PDVs especiais para potencializar as vendas desses produtos. “A ideia de trabalhar com artigos médico-hospitalares se iniciou da percepção da procura espontânea de clientes em algumas lojas da rede. Para colocar isso em prática, escolhemos uma loja para abrigar um showroom, em que pudéssemos expor principalmente os produtos maiores como cadeiras de rodas, camas e muletas ortopédicas, por exemplo. Hoje a Drogafuji tem três lojas que abrigam showrooms a fim de atender a essa demanda em diferentes regiões da cidade”, explica o diretor de vendas da empresa, Ítalo Portela Sousa. “Outro fator que pesou na decisão de criar um espaço como esse é que, além de sofrer menos com concorrência na região, comparados a outras categorias, os produtos médico-hospitalares geraram contato com um público afim da drogaria, e sem tirar o foco de ser um estabelecimento de saúde”, finaliza. Hoje, os correlatos correspondem a cerca de 5% do faturamento da rede Drogafuji. No entanto, nas lojas com showroom, essa importância cresce para 11%.

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