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Notícias

59% da população brasileira possui sobrepeso ou obesidade

Por Guia da Farmácia 19 de agosto de 2024 Atualizado em: 19 de agosto de 2024 Nenhum comentário 6 Minutos de leitura
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A Novo Nordisk, em parceria com o Instituto Datafolha, conduziu uma pesquisa para explorar as percepções dos brasileiros em relação ao sobrepeso e obesidade, doença crônica definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o acúmulo anormal ou excessivo de gordura corporal, que atinge 1 bilhão de pessoas em todo o mundo.

O estudo apontou que 59% da população brasileira possui sobrepeso ou obesidade, com base no Índice de Massa Corporal (IMC) calculado a partir das respostas sobre peso e altura informados pelos participantes.

A pesquisa Meu Peso, Minha Jornada, que teve abrangência nacional, entrevistou 2.012 brasileiros com idade média de 43 anos. A amostra foi desenhada de forma representativa em termos de gênero, classe social e região do país.

Percepção e realidade

Apesar da alta prevalência de doenças crônicas, a pesquisa aponta um contraste entre a percepção da saúde e a realidade das condições entre os brasileiros. Embora 64% dos entrevistados afirmem ter uma saúde boa ou muito boa, apenas 51% dizem estar isentos da presença das condições de saúde investigadas[1], como pressão alta, problemas nos ossos ou articulações, colesterol alto e sobrepeso/obesidade. Isso significa uma diferença de 12 pontos percentuais em relação à autoavaliação.

No público com sobrepeso e obesidade, essa distância é ainda maior: 61% afirmam ter uma boa saúde, mas apenas 42% declaram não ter problemas de saúde, uma diferença de 19 pontos percentuais.

“Esse desencontro é preocupante, especialmente porque no Brasil cerca de 74% dos óbitos estão relacionados a doenças associadas à obesidade. Por isso, a pesquisa é um importante passo para entendermos as percepções dos brasileiros em relação à obesidade e a magnitude do problema que estamos enfrentando, e nos ajuda a pensar em soluções a partir desses dados”, explica Thais Emy Ushikusa, médica e gerente de obesidade da Novo Nordisk no Brasil.

A especialista explica que a obesidade está vinculada a mais de 200 condições, incluindo diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares (como hipertensão, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca congestiva e embolia pulmonar), apneia do sono, problemas hepáticos e de circulação, além de vários tipos de câncer.

“Essa percepção de boa saúde em indivíduos com doenças relacionadas pode resultar na falta de busca por cuidados médicos necessários, agravando as condições de saúde relacionadas e impactando negativamente a qualidade de vida”, alerta a médica.

Sinais de alerta

O estudo revela que a ocorrência de problemas de saúde é o sinal de alerta mais citado pelos brasileiros sobre os riscos associados ao excesso de peso. Entre os entrevistados, 57% apontam o desenvolvimento de doenças relacionadas, como diabetes e pressão alta, um dos principais indicadores de que o excesso de peso pode se tornar um problema sério.

“Os dados mostram que muitos brasileiros só reconhecem a seriedade da doença quando enfrentam complicações adicionais, o que pode causar consequências graves para a saúde. Tratar a obesidade desde o início é fundamental, pois não só impede a progressão da condição, mas também previne o desenvolvimento de comorbidades que podem afetar significativamente a qualidade de vida”, pondera.

Ainda, de acordo com a pesquisa, a maioria dos brasileiros não quer manter o peso atual: 67% dos entrevistados com Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 24,9 (que inclui indivíduos com sobrepeso e obesidade) expressam o desejo de perder peso. Esse número aumenta para 82% entre os indivíduos com obesidade (IMC acima de 29,9).

Além disso, 32% dos brasileiros com sobrepeso e obesidade relatam insatisfação com o peso. Esses dados revelam um alto nível de insatisfação e um desejo significativo de mudança entre aqueles que enfrentam sobrepeso e obesidade.

Entretanto, essa motivação para perder peso e melhorar a saúde pode ser prejudicada por fatores externos, incluindo a estigmatização e a falta de diagnóstico adequado. O estudo revelou que apenas 11% dos entrevistados afirmaram ter recebido um diagnóstico médico formal sobre essas condições.

Estigmatização da obesidade

Segundo o endocrinologista Bruno Geloneze, professor e pesquisador da Universidade de Campinas (UNICAMP) e membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), muitas pessoas evitam buscar ajuda devido ao medo de julgamento e à vergonha, o que não apenas dificulta o acesso a tratamentos apropriados, mas também prejudica a implementação de estratégias de prevenção para aqueles que estão com sobrepeso.

“É preocupante que uma proporção tão baixa de pessoas com sobrepeso ou obesidade tenha recebido o diagnóstico por um médico, o que revela uma lacuna significativa no cuidado e na educação sobre a obesidade. Essa baixa taxa de diagnóstico pode ser atribuída, em parte, à estigmatização da obesidade. É crucial entender que a obesidade não é uma questão de falta de caráter, vontade, preguiça, desleixo ou indisciplina — estereótipos que frequentemente alimentam preconceitos e impedem que muitos busquem o tratamento necessário. É uma doença complexa e multifatorial.”

O especialista destaca que os resultados da pesquisa apontam a necessidade urgente de maior conscientização sobre a doença. “Essa análise ressalta a importância de orientarmos a população a buscar uma avaliação mais especializada em relação a questões de metabolismo e obesidade, prevenindo a progressão para problemas mais graves. A falta de acompanhamento especializado pode resultar em diagnósticos tardios de condições relacionadas, como doenças cardiovasculares e diabetes, o que pode levar a complicações adicionais e impactar negativamente a qualidade de vida do paciente”, observa.

[1] As principais condições são pressão alta, problemas nos ossos ou nas articulações, colesterol alto e sobrepeso/obesidade, sendo os únicos com resultados superiores a 10%. Os demais itens estimulados não alcançam esse patamar, como diabetes, gordura no fígado e ainda houve menções espontâneas que não alcançam 1%, como problemas psicológicos (ansiedade, depressão), de tireóide, etc.

Fonte: Novo Nordisk

Foto: Shutterstock

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Puxado pela alta de casos de obesidade no Brasil, mercado de cuidados para diabetes cresce na América Latina

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