Close Menu
Login
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
ASSINE o Guia da Farmácia Cadastre-se na Área Restrita
Guia da Farmácia
×

Área Restrita

Cadastro gratuito apenas para prescritores de medicamento.
Acesse conteúdos exclusivos do Portal.

Cadastre-se

Esqueceu a senha?
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Login
Alternar modo escuro/claro
Guia da Farmácia Guia da Farmácia
Guia da Farmácia
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
← Escolha a categoria da busca
ASSINE o Guia da Farmácia
Notícias

9 estratégias na alimentação que ajudam a vencer o cansaço

Guia da Farmácia Por Guia da Farmácia 2 de junho de 2025 Atualizado em: 30 de maio de 2025 Nenhum comentário 10 Minutos de leitura
mulher-em-uma-mesa-com-alimentos-saudaveis-credito-shutterstock

Após uma revisão de dezenas de estudos da literatura científica, pesquisadores coreanos concluíram que 20% da população adulta mundial se queixa de fadiga. O trabalho foi publicado em 2023 no periódico Frontiers in Public Health. Fraqueza, indisposição, falta de energia e dificuldade de concentração são reclamações frequentes.

O cansaço pode ser uma resposta fisiológica a condições estafantes do dia a dia e que desaparece depois do repouso, mas há também a chamada fadiga crônica que prejudica a qualidade de vida e precisa ser avaliada com auxílio médico.

Segundo a nutróloga Eline de Almeida Soriano, da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), entre as causas comuns de cansaço estão: desidratação, deficiências nutricionais, escassez de sono, estresse, sedentarismo, assim como distúrbios hormonais. “É importante investigar a origem, já que pode ser tanto física quanto mental ou uma combinação das duas”, diz a médica.

Depressão, anemia, fibromialgia e hipotireoidismo engrossam a lista de possíveis motivos, assim como o burnout, que é o esgotamento relacionado ao trabalho.

Embora sejam razões tão diversas e que mereçam tratamentos distintos, existem atitudes unânimes para resgatar o vigor. Dormir direito é, sem dúvida, uma das mais importantes.

“Recomenda-se manter uma boa rotina de sono, com cerca de sete ou oito horas por noite, que é o indicado pela Organização Mundial da Saúde”, comenta a nutricionista Letícia Ramalho, doutora pelo Laboratório de Cronobiologia e Sono, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e membro do Conselho de Nutrição da Associação Brasileira do Sono (ABSONO).

O zelo com o cardápio também acumula evidências de sua contribuição na garantia de disposição, afinal, como já diziam os avós: “Saco vazio não para em pé”.

“Uma alimentação equilibrada, com intervalos regulares, garante o fornecimento contínuo de glicose (carboidrato), vitaminas, minerais e outros compostos bioativos que participam diretamente da produção de energia nas células”, enfatiza a nutricionista Renata Juliana da Silva, professora da Etec Uirapuru/Centro Paula Souza e pós-doutoranda da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP).

Alimentação para vencer o cansaço

Confira, a seguir, 9 estratégias que ajudam a vencer o cansaço.

1- Capriche na hidratação

Desde a menor célula até a mais complexa engrenagem do sistema nervoso, cada uma de nossas estruturas só funciona quando há consumo adequado de água. A hidratação favorece a circulação do sangue, promovendo o transporte de oxigênio e de nutrientes por todo o organismo, num mecanismo que ajuda a manter o pique.

“A desidratação pode levar ao cansaço, causar dor de cabeça e fadiga muscular”, diz Letícia. Em geral, a recomendação é de, no mínimo, dois litros de água por dia. “Mas não vale incluir na conta bebidas açucaradas, caso de sucos e refrigerantes”, enfatiza.

Já os chás de ervas, sem açúcar, podem ser contabilizados. “O chimarrão, que é hábito aqui no Sul, também”, acrescenta.

2- Coma o carboidrato certo

“Os carboidratos são a principal fonte de energia para o cérebro, as células vermelhas e os músculos”, afirma Renata.

A professora comenta que as dietas radicais, que excluem o nutriente, conhecidas como low carb, podem desencadear fraqueza e dificuldade de concentração. “Esses sintomas aparecem especialmente em pessoas com alta demanda física ou intelectual”, diz.

“O ideal é dar preferência aos carboidratos complexos, como os encontrados em cereais integrais”, ensina. Aveia, arroz integral e quinoa são exemplos. Frutas também oferecem e a dica aqui é comer com a casca sempre que possível.

“Esses alimentos têm maior teor de fibras, que ajudam a manter níveis estáveis de glicose no sangue, evitando picos e quedas bruscas de energia”, ensina.

Já os carboidratos simples, que aparecem em doces e bebidas açucaradas, fornecem energia rápida, mas de curta duração, o que pode aumentar o cansaço ao longo do dia.

3- Faça um bom café da manhã

Ainda que muitos não tenham apetite e prefiram sair de casa de barriga vazia, pesquisas mostram que o desjejum matinal pode ser um aliado que ajuda a afastar o desânimo, a dificuldade de concentração e o mau humor. Não faltam evidências de que, após oito horas ou mais de sono, o organismo precisa suprir as reservas energéticas para recomeçar.

“Embora seja fisiológico sentir fome no início do dia, algumas pessoas têm o chamado cronotipo vespertino e tendem a não querer comer logo cedo”, diz Letícia.

“Há os que se contentam com um cafezinho preto e um pedaço de pão, já outros preferem uma mesa com frutas, pães, granola, iogurte, ovo”, compara.

Para a nutricionista vale adequar a refeição à rotina e respeitar a fome de cada um

4- Não exagere no jantar

“Tanto a qualidade quanto a quantidade da refeição noturna interferem diretamente no sono e, consequentemente, na disposição no dia seguinte”, enfatiza Eline.

“Jantares muito pesados, com excesso de gordura e de carne vermelha, por exemplo, podem dificultar a digestão”, diz a médica.

É preciso lembrar que, ao adormecer, nosso metabolismo desacelera. Tudo fica devagar, desde os batimentos cardíacos até a respiração. Não é diferente com o sistema digestório, que trabalha menos: há diminuição na produção de sucos digestivos e os movimentos peristálticos são mais lentos.

Então, escolher comidas pesadas ou exagerar na quantidade são atitudes que forçam o organismo a ficar mais ativo para dar conta de todo o processo. Daí porque o repouso é atrapalhado.

Não à toa, a recomendação é de esperar ao menos duas horas antes de ir para cama, sobretudo para quem tem refluxo gastroesofágico.

5- Inclua fontes de magnésio no prato

“Trata-se de um mineral que participa de mais de 300 reações metabólicas no corpo, incluindo aquelas envolvidas na produção de energia celular e no funcionamento neuromuscular”, explica Renata.

A professora comenta que baixos níveis de magnésio podem favorecer fadiga, irritabilidade e fraqueza muscular.

Para que não falte, a dica é incluir no dia a dia as suas principais fontes, caso de verduras verde-escuras como o espinafre a couve, leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico, além das sementes de abóbora e girassol, bem como as castanhas.

Trigo, centeio, arroz e seus derivados (ou seja, pães e massas) também oferecem o nutriente. A sugestão é sempre optar pelas versões integrais. Um olhar atento aos rótulos, sobretudo a lista de ingredientes, ajuda a evitar enganos.

6- Tome café, mas com cautela

“Tanto o café quanto outras bebidas ricas em cafeína são aliados no combate ao cansaço”, diz Letícia.

A substância é o que os experts classificam como alcaloide e sua função mais estudada é a de estimulante do sistema nervoso central. A explicação por trás desse efeito é a de que a cafeína bloqueia a ação da adenosina, tornando mais lenta a liberação de neurotransmissores – mensageiros químicos responsáveis pela comunicação entre os neurônios. Basta, portanto, sua chegada para suprimir a canseira, dando lugar à agitação.

Por essa razão, quem quer uma noite de sono tranquila não deve tomar café após determinado horário. Pesquisas recentes aconselham consumir, no máximo, entre 7 e 9 horas antes de se deitar para dormir. “Em geral, o limite para a última xícara seria por volta das 15 horas”, ensina a nutricionista. A mesma dica vale para bebidas como o chá preto e o chimarrão, diga-se.

Outra recomendação é a de não exagerar na quantidade. Algumas diretrizes sugerem não ultrapassar a marca de 400 mg de cafeína por dia. “Equivale a três ou até quatro xícaras diárias”, compara.

Excessos podem causar taquicardia e estão relacionados com a ansiedade.

7- Garanta vitaminas do complexo B

Esse grupo vitaminado é essencial em processos metabólicos por trás da disposição.

A B1 ou tiamina auxilia no aproveitamento dos carboidratos. “A B2 (riboflavina), a B3 (niacina) e a B5 (ácido pantotênico) participam diretamente da produção de energia nas mitocôndrias”, diz Renata. O trio aparece em carnes, ovos, castanhas, feijões e grãos integrais.

“Já B9, também chamada de folato, e a B12 estão envolvidas na formação de glóbulos vermelhos e na prevenção de anemias que podem causar fadiga”, explica a professora. Folhas verde-escuras (couve, espinafre, rúcula), aspargos, abacate e feijões contêm o folato. A B12, por sua vez, marca presença em alimentos de origem animal: carne (principalmente vísceras, como fígado de boi ou ave) além dos peixes, frutos do mar e laticínios.

“Vegetarianos e veganos podem necessitar de suplementação ou alimentos fortificados com a B12”, observa.

Renata ressalta ainda que algumas situações podem predispor à deficiência de B12, a exemplo de alterações fisiopatológicas no estômago, realização de cirurgia bariátrica e uso de medicamentos que reduzem acidez estomacal.

8- Invista em fibras e probióticos

Essa estratégia tem tudo a ver com a microbiota intestinal. Garantir fibras vindas de verduras, frutas, feijões e grãos integrais, bem como consumir leite fermentado, kefir e kombucha, que contêm bactérias probióticas, contribui para o equilíbrio de micro-organismos que habitam o cólon.

Além de favorecer o funcionamento do intestino e afastar a constipação, que pode minar as forças, o cuidado com esse ecossistema colabora na absorção de vitaminas e sais minerais, fundamentais em processos metabólicos de geração de energia.

Acrescente-se que fibras e probióticos aumentam a produção de ácidos graxos de cadeia curta, compostos que blindam a mucosa intestinal e ajudam a impedir que agentes nocivos alcancem a circulação e desencadeiem inflamações e outros danos que servem de estopim para o cansaço.

9- Não deixe faltar alimentos ricos em ferro

Embora esse mineral atue em prol da imunidade e beneficie o sistema nervoso, com reflexos no humor, já que participa da produção de alguns neurotransmissores do bem-estar, sua função mais nobre é a de ajudar a transportar oxigênio para organismo.

“A deficiência pode causar anemia, um dos principais motivos por trás do cansaço”, comenta Renata Juliana.

A professora explica que existem dois tipos de ferro, há o tipo heme ou ferroso, encontrado em alimentos de origem animal, como carnes vermelhas, aves e peixes, e o não-heme (férrico), presente em leguminosas, ou seja, em feijões, lentilha, grão-de-bico e soja, por exemplo.

O heme tem alta biodisponibilidade, significa que é mais facilmente absorvido e aproveitado. “Mas dá para melhorar o não-heme, e uma dica é consumir suas fontes junto de fornecedores de vitamina C, caso de laranja, acerola, kiwi”, recomenda. São excelentes opções de sobremesa.

Fonte: Estadão

Foto: Shutterstock

Leia também

Qual a relação entre alimentação e enxaqueca?

Guia da Farmácia
Guia da Farmácia

Premiado pela Anatec na categoria de mídia segmentada do ano, o Guia da Farmácia é hoje a publicação mais conhecida e lembrada pelos profissionais do varejo farmacêutico. Seu conteúdo diferenciado traz informações sobre os principais assuntos, produtos, empresas, tendências e eventos que permeiam o setor, além de Suplementos Especiais temáticos e da Lista de Preços mais completa do mercado.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Edição Atual

Novos Horizontes no Varejo Farmacêutico Baixar Prévia

Notícias da Última Edição

A farmácia do futuro: de ponto de venda para Ponto de Cuidado

3 de setembro de 2026 Leia mais »

Mais tecnologia no varejo farmacêutico não significa, necessariamente, mais eficiência

2 de setembro de 2026 Leia mais »

Redes Sociais

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • YouTube
  • LinkedIn
  • Telegram
  • WhatsApp

Sobre

Guia da Farmácia Selo

Revista dirigida aos profissionais de saúde.

Rua da Paz, 1601
Conj 507
Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP
04713-002
Tel: (11) 5082-2200
Clique aqui para enviar uma mensagem

Estamos nas redes sociais:

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e pelo Google:
A Política de Privacidade e Termos de Serviço são aplicados.

Institucional

  • Contento
  • Anuncie
  • Loja Virtual
  • Assine o Guia da Farmácia
  • Qual Remédio
  • Farma Minuto
  • Outros sites do Grupo
    • Guia de Similares
    • Guia de Genéricos
  • LGPD – Política de privacidade

Últimos Posts

BIODERMA amplia linha Hydrabio com sérum e gel de limpeza hidratante

BIODERMA amplia linha Hydrabio com sérum e gel de limpeza hidratante

8 de setembro de 2026
Produtos anti-idade no Brasil: setor alcançará US$ 2,16 bilhões até 2033

Produtos anti-idade no Brasil: setor alcançará US$ 2,16 bilhões até 2033

8 de setembro de 2026
Growth Supplements inaugura CD em Extrema (MG)

Growth Supplements inaugura CD em Extrema (MG)

8 de setembro de 2026
RD Saúde leva colaboradores para curso de encantamento do cliente na Disney

RD Saúde leva colaboradores para curso de encantamento do cliente na Disney

8 de setembro de 2026
Fiocruz vai iniciar testes da primeira vacina RNAm contra covid-19

Fiocruz vai iniciar testes da primeira vacina RNAm contra covid-19

8 de setembro de 2026