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Abrafarma apresenta dados inéditos para o futuro das redes

As farmácias estão entrando em uma nova era, de mudanças rápidas provocadas pela Internet das Coisas, aplicativos, entre outras tecnologias

As 24 redes de farmácias e drogarias movimentaram R$ 22,78 bilhões no primeiro semestre desse ano, um crescimento de 7,54% sobre o mesmo período de 2017. O resultado permanece bem acima da média do varejo brasileiro, cuja alta foi de 3,1%, de acordo com o Boa Vista ASPC. Os dados são da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e foram compilados pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP) e apresentados durante coletiva de imprensa, na abertura do Abrafarma Future Trends, que aconteceu na última semana, em São Paulo (SP). Embora representem 9,2% do total de 76 mil farmácias no País, as redes associadas à entidade concentram mais de 45% do faturamento do setor.

Os Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs) foram os principais responsáveis pelo resultado. Com faturamento superior a R$ 3,5 bilhões, essa categoria teve um avanço de 15,42% e representou 16% das vendas totais. Segundo informa o presidente executivo da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, cerca de 60% dos pacientes recorrem a esses medicamentos sob orientação farmacêutica para gerenciar os sintomas do dia a dia. Os consumidores estão se tornando mais proativos em relação ao autocuidado com a saúde.

As farmácias estão entrando em uma nova era, de mudanças rápidas provocadas pela Internet das Coisas, aplicativos (apps), etc. O foco deve estar na velocidade e habilidade para mudar como fatores competitivos crucias para a manutenção dos negócios no presente e relevância no futuro. Há uma revolução da conectividade, são 240 milhões de celulares dos quais 138 milhões são usuários de smartphones. Sistemas inteligentes mudarão o mundo: 71% dos shoppers usarão múltiplos canais de compras. Em 2021, cada pessoas estará conectada a sete devices em média.

Algumas mudanças rápidas para se pensar:

  • Uso de imagens e cor.
  • Sensação de movimento.
  • Sensação de mais interação: a loja fala com o cliente (sem necessariamente utilizar mais gente).
  • Interação com a cidade, a cultura e o meio-ambiente.
  • Alinhamento com tendências, bem-estar, vida saudável.
  • Entrega de maior informação ao cliente.
  • Negócio de tijolo que se conecta ao virtual e vice-versa.
  • Investimento em Telesaúde.
  • Farmácia como parte do ecossistema de saúde e bem-estar.

Sobre o autor

Guia da Farmácia

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