
A preocupação com a saúde e o bem-estar tem ampliado a busca da população por práticas de autocuidado, refletindo uma mudança no comportamento dos consumidores.
O movimento representa a transição de um modelo mais reativo para uma postura cada vez mais proativa e consciente, em que as pessoas assumem maior protagonismo na prevenção e no manejo de condições de saúde.
O setor de Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs) e Suplementos movimenta cerca de US$ 200 bilhões por ano (mais de R$ 1 trilhão)1. No Brasil, onde o varejo farmacêutico total movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, segundo dados da consultoria IQVIA, o segmento específico de MIPs faturou R$ 34, 3 bilhões no último ciclo de 12 meses.
Essa relevância é impulsionada por uma crescente busca por bem-estar entre a população e adesão ao autocuidado.
De acordo com a pesquisa nacional realizada pelo Datafolha e encomendada pela ACESSA (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para o Autocuidado em Saúde), 97% dos brasileiros acreditam que o governo deve promover iniciativas de incentivo ao autocuidado e hábitos saudáveis, 86% mantêm Medicamentos Isentos de Prescrição em casa para incômodos leves como dor de cabeça, febre e azia, enquanto 90% reconhecem a importância da consulta médica caso persistam os sintomas.
A Opella, uma das líderes do segmento e primeira empresa pura de Consumer Healthcare a conquistar a certificação B Corp globalmente, reforça que o autocuidado é uma estratégia fundamental para manutenção da saúde pública.
“Quando oferecemos acesso a informações e ferramentas para o manejo responsável de sintomas leves, promovemos autonomia para a população. A missão da Opella é tornar o autocuidado tão simples quanto deve ser e quando falamos: ‘saúde em suas mãos’, queremos dizer que o consumidor tem o protagonismo de cuidar da sua própria saúde.” afirma Raul Tichauer, Diretor-geral da Opella no Brasil.
Como praticar o autocuidado de forma responsável
Thamires Tavares, líder de ciência da Opella – que tem em seu portfólio marcas como Dorflex, Novalgina, Allegra, Enterogermina e Targifor –, destaca algumas dicas para o autocuidado consciente e responsável:
Buscar informação confiável
“Antes de tomar qualquer atitude em relação à saúde, é imprescindível procurar uma fonte de informação segura e baseada em dados científicos. Entender os sinais do próprio corpo, com a ajuda de informação de qualidade, contribui para a tomada de decisão no dia a dia”, afirma Thamires.
Fortalecer a prevenção diária
“O autocuidado começa nas escolhas rotineiras, como alimentação equilibrada, hidratação, hábitos de higiene, sono restaurador e prática regular de atividades físicas. Esse combo fortalece a defesa do organismo contra doenças.”
Tratar sintomas leves com responsabilidade e atenção às bulas
Segundo a executiva, para sintomas leves, como dores de cabeça temporárias, resfriados ou desconfortos digestivos, os Medicamentos Isentos de Prescrição são aliados importantes.
“No entanto, é imprescindível fazer um uso consciente, lendo a bula, respeitando as dosagens recomendadas e nunca prolongando a utilização sem orientação médica.
Procurar orientação médica quando necessário
“O autocuidado não substitui a consulta médica. Se os sintomas persistirem por mais de alguns dias ou no caso de surgimento de dores intensas, o acompanhamento médico é indispensável. O autocuidado responsável também inclui saber quando é necessário um diagnóstico preciso e apoio de profissionais de saúde”, conclui Thamires.
Referência
- GLOBAL SELF-CARE FEDERATION (GSCF). The Global Social and Economic Value of Self-Care. Genebra: GSCF, 2024. Disponível em: <https://www.selfcarefederation.org>. Acesso em: 21 jul. 2026
Fonte: Opella
Foto: Shutterstock
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