BD promove webinar sobre sepse para capacitar sobre complicação responsável por 20% das mortes globais

Destinado a profissionais de saúde, inclusive farmacêuticos, o evento é gratuito e visa promover melhores práticas para controlar o problema

Hoje (15), ás 19h00, será realizado o webinar sobre sepse, complicação que acomete milhões de pacientes no mundo todos os anos.

Promovido pela BD – empresa de tecnologia médica – o evento é direcionado a profissionais de saúde.

E conta com a participação de representantes de instituições referência no controle de sepse no país.

Portanto, os especialistas debaterão como boas práticas de controle podem, então, salvar vidas e reduzir impactos econômicos para as instituições.

“Promover um evento como esse é uma oportunidade de trocarmos informações e conhecermos o que há de mais avançado no tratamento das sepses”, explica o Gerente Medical Affairs para América Latina, Glais Libaroni.

A saber, Sepse é o resultado de uma série de problemas e manifestações graves causadas, então, por uma infecção.

Antigamente conhecida como infecção generalizada, ainda hoje representa um desafio, principalmente nas UTIs, sendo uma das principais causas de morte ao redor do mundo.

Afetando, inclusive, o tratamento de pacientes com Covid-19.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca 11 milhões de pessoas, entaõ, morrem devido à sepse em todo o mundo anualmente.

O que representa, portanto, aproximadamente 20% de todas as mortes globais.

Agenda

• O papel da antissepsia eficaz na coleta de hemocultura: impactos econômicos e jurídicos para o profissional da saúde e para à instituição

Eduarda Ribeiro – Enfermeira no Hospital Israelita Albert Einstein HIAE (SP), primeira secretária no COREN e advogada.

• Uso de coleta fechada para hemocultura – Impactos no fluxo de trabalho e indicadores

Mariana Teixeira – Farmacêutica-Bioquímica do Laboratório Tommasi, responsável técnica pela laboratório no Hospital Santa Rita (ES), mestre em Doenças Infecciosas pela UFES.

• Práticas Gold Standard para hemocultura – como a coleta pareada e outros indicadores podem ajudar o clínico no controle da sepse. Quando considerar uma hemocultura contaminante?

Fábio Motta – Médico pediatra, gerente do Núcleo de Pesquisa Clínica e do Núcleo da Qualidade e também coordenador do Programa de Stewardship de Antimicrobianos do Hospital Pequeno Príncipe (PR)

ADJ Diabetes Brasil promove campanha nacional para prevenção da Retinopatia Diabética 

Fonte: BD

Foto: Shutterstock

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