Bolsonaro assina MP que libera R$ 20 bilhões para comprar vacina

Com a assinatura da MP, Jair Bolsonaro destina a liberação de recurso para comprar vacinas contra a Covid-19 e começar a imunização a partir de 2021

O presidente Jair Bolsonaro assinou uma medida provisória (MP) que prevê R$ 20 bilhões em crédito extraordinário ao Ministério da Saúde para a compra de  vacinas contra a Covid-19 e imunizar a população brasileira a partir do próximo ano.

O presidente Bolsonaro assinou a MP para a compra de vacinas durante a cerimônia de posse do ministro do Turismo, Gilson Machado, ainda não foi divulgado pelo Palácio do Planalto.

Ontem (17), o governo lançou o Plano nacional de imunização.  

O ministro Eduardo Pazuello (Saúde) informou, então, que o governo deverá começar a vacinação no Brasil em “meados de fevereiro”.

No entanto, nenhum imunizante ter o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser distribuído.

Bolsonaro e a MP para a compra de vacinas

No plano de vacinação governo afirma, contudo, já negociar cerca de 350 milhões de doses para 2021, o que seria suficiente para imunizar 175 milhões de brasileiros.

Além dos acordos já mencionados em versões preliminares do documento, que incluíam as vacinas de Oxford/AstraZeneca (210 milhões), Covax Facility (42,5 milhões) e Pfizer (70 milhões), o Ministério da Saúde adicionou ao planejamento 38 milhões de doses do imunizante da farmacêutica Janssen, que também está sendo testado no Brasil.

De acordo com o governo federal, 3 milhões de doses dessa vacina seriam disponibilizadas no segundo trimestre de 2021, 8 milhões, no terceiro trimestre, e 27 milhões, no quarto trimestre do ano que vem.

O governo federal passou, então, a incluir também a Coronavac entre as vacinas que devem ser compradas para imunizar a população.

O produto foi desenvolvido pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantã.

O governo federal ainda corre atrás de seringas e agulhas.

A pasta lançou nesta quarta-feira, 16, edital para compra de 330 milhões de unidades destes produtos para as campanhas de vacinação contra a Covid-19 e sarampo em 2021.

A indústria nacional afirma que desde julho alerta o governo sobre a necessidade de antecipar essa compra.

Fonte: Estadão

Foto: Shutterstock

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