Close Menu
Login
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
ASSINE o Guia da Farmácia Cadastre-se na Área Restrita
Guia da Farmácia
×

Área Restrita

Cadastro gratuito apenas para prescritores de medicamento.
Acesse conteúdos exclusivos do Portal.

Cadastre-se

Esqueceu a senha?
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Login
Alternar modo escuro/claro
Guia da Farmácia Guia da Farmácia
Guia da Farmácia
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
← Escolha a categoria da busca
ASSINE o Guia da Farmácia
Notícias

Canetas emagrecedoras substituem a cirurgia bariátrica?

Guia da Farmácia Por Guia da Farmácia 7 de julho de 2026 Atualizado em: 06 de julho de 2026 Nenhum comentário 7 Minutos de leitura
canetas emagrecedoras

O avanço dos medicamentos agonistas de GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, reacendeu um debate que há décadas mobiliza especialistas em endocrinologia e cirurgia bariátrica: afinal, esses fármacos podem substituir o bisturi?

A resposta, segundo a literatura médica e as diretrizes das principais sociedades científicas do país, é: depende. Canetas e cirurgia não competem entre si em todos os casos, mas, em determinados perfis de paciente, os medicamentos injetáveis vêm surgindo como alternativa real ao procedimento cirúrgico.

Cenário

cirurgia bariátrica

Dr. José Afonso Sallet, do Instituto de Medicina Sallet. Crédito: divulgação

O Brasil é um dos maiores mercados mundiais de cirurgia bariátrica. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), o Brasil é o segundo país no mundo que mais realiza operações deste tipo, com 100 mil registros por ano, e fica atrás apenas dos EUA. Apesar do crescimento nos últimos dez anos ainda não atendemos nem 1% dos candidatos a cirurgia.1

Mas com o advento dos agonistas de GLP-1, houve uma queda no número de cirurgias bariátricas no País? Segundo o médico-diretor do Instituto de Medicina Sallet, mestre em Cirurgia Digestiva – UNICAMP-SP e titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Dr. José Afonso Sallet (CRM 63.985), o que se observa na realidade não é uma queda consolidada, mas sim uma amplificação de estratégias terapêuticas capazes de tratar pacientes não contemplados pela cirurgia.

“Os análogos de GLP-1 trouxeram uma alternativa para o tratamento clínico e endoscópico, podendo se associar a estas, permitindo que muitos pacientes com obesidade leve ou sobrepeso evitem a progressão da doença. Além disso, essas medicações têm sido aliadas no cenário pré-operatório para reduzir o risco cirúrgico de pacientes com superobesidade. Portanto, os tratamentos coexistem e expandem o arsenal terapêutico, sem anular a necessidade da cirurgia para os casos de indicação adequada”, analisa, em entrevista exclusiva ao Guia da Farmácia.

Canetas Emagrecedoras x Cirurgias Bariátricas: qual o melhor caminho?

As canetas emagrecedoras ocupam espaço em pacientes portadores de obesidade grau I ou sobrepeso, onde o tratamento clínico consegue o controle da doença.

Contudo, segundo o Dr. Sallet, é importante falar abertamente sobre a realidade do tratamento. “Os medicamentos exigem uso contínuo, prolongado e possuem um custo financeiro alto a longo prazo, o que muitas vezes torna a manutenção difícil para a maioria dos pacientes. Além disso, há quem não obtenha os resultados esperados ou sofra com o efeito sanfona e efeitos colaterais da própria medicação”, pondera o especialista.

Assim, segundo ele, para a obesidade grave (mórbida) e para doenças metabólicas severas, a cirurgia bariátrica e metabólica permanece como o padrão-ouro. “Enquanto o medicamento controla os sintomas temporariamente, a cirurgia promove uma alteração neuroendócrina eficiente e sustentável a longo prazo”, diz.

E se as ‘canetas emagrecedoras’ forem a escolha, é importante registrar que o uso deve ser feito obrigatoriamente com acompanhamento médico. A pesquisa Consumer Pulse 2026, da Bain & Company, revelou que 33% dos usuários de baixa renda no Brasil utilizam canetas emagrecedoras sem qualquer supervisão profissional2, realidade que representa risco à saúde e que demanda atenção do setor farmacêutico e das autoridades sanitárias.

Indicações da cirurgia bariátrica

A indicação da cirurgia bariátrica segue critérios clássicos estabelecidos pelas sociedades médicas há mais de 30 anos.

Segundo o Dr. Sallet, a conduta é recomendada para indivíduos com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40 kg/m², ou com IMC acima de 35 kg/m² associado a comorbidades causadas ou agravadas pela obesidade (como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, apneia do sono e problemas articulares).

Também é indicada como cirurgia metabólica para pacientes com diabetes tipo 2 de difícil controle, com IMC entre 30 e 34,9 kg/m².

Quando a cirurgia bariátrica é contraindicada?

A cirurgia é contraindicada em pacientes com limitações intelectuais ou transtornos psiquiátricos graves e não controlados (que impeçam a compreensão dos cuidados pós-operatórios), dependência química ativa de álcool ou drogas ilícitas, ou doenças cardiopulmonares gravíssimas que inviabilizem a anestesia, segundo afirma o Dr. Sallet.

E quando os agonistas de GLP-1 (canetas) são indicados ou contraindicados?

Indicação

São indicados para o tratamento do diabetes tipo 2 e para o manejo de peso em adultos com IMC igual ou superior a 30 kg/m² (obesidade), ou IMC igual ou superior a 27 kg/m² (sobrepeso) na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso, segundo afirma o médico-diretor do Instituto de Medicina Sallet.

“Mais recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso da caneta Mounjaro (tirzepatida) para crianças e adolescentes a partir de 10 anos para tratamento de diabetes tipo 2. Já para obesidade, as canetas Saxenda (liraglutida) e Wegovy (semaglutida) estão liberadas a partir dos 12 anos, com critérios específicos de IMC e acompanhamento médico”, esclarece.

Contraindicações

De acordo com o Dr. Sallet, esses medicamentos são contraindicados para pacientes com histórico pessoal ou familiar de carcinoma medular de tireoide (CMT), portadores de Síndrome de Neoplasia Endócrina Múltipla tipo 2 (NEM 2), histórico de pancreatite aguda, portadores de doenças renais ou hepáticas crônicas, grávidas ou mulheres em amamentação.

Quais as principais diferenças entre os dois tratamentos?

Segundo o Dr. Sallet, a principal diferença está na natureza da intervenção e na perenidade do mecanismo de ação de cada um dos tratamentos. “Os agonistas de GLP-1 constituem um tratamento clínico medicamentoso reversível: eles mimetizam o hormônio sacietógeno, mas seu efeito cessa quando o uso é interrompido, exigindo terapia de longo prazo”, diz.

Já a cirurgia bariátrica é uma intervenção anatômica e funcional que altera de forma duradoura a produção de hormônios gastrointestinais (incluindo o próprio GLP-1 nativo, o GIP e a grelina- o hormônio da fome- entre outros). “A cirurgia atua de forma mais robusta na mecânica de saciedade e metabólica, sendo uma solução duradoura quando associada a suplementação nutricional e acompanhamento transdisciplinar”, pontua o médico.

Existe uma diferença expressiva entre os resultados de perda de peso nos dois cenários?

De acordo com o médico, há uma diferença quantitativa considerável.

“Em média, os tratamentos modernos com análogos de GLP-1 demonstram uma perda de peso corporal que varia entre 10% e 15% (com algumas moléculas mais recentes chegando próximas a 20% em estudos clínicos). Já a cirurgia bariátrica promove, habitualmente, uma redução de 30% a 40% do peso corporal total, com uma taxa de remissão de doenças associadas (como o diabetes) significativamente superior e mais duradoura”, compara o Dr. Sallet.

Conclusão: personalização na medicina

Não existe fórmula mágica ou indicação universal. A escolha entre o tratamento clínico/farmacológico e o cirúrgico deve ser estritamente médica, baseada no perfil metabólico, no índice de massa corporal (IMC) e no histórico de saúde de cada indivíduo.

“O futuro do combate à obesidade não está na escolha de uma única ferramenta, mas sim na capacidade da medicina transdisciplinar em conectar a inovação científica ao acolhimento e à mudança de vida do paciente”, avalia o Dr. Sallet.

Foto: Shutterstock/divulgação

Leia também

Anvisa, CFF e conselhos de saúde firmam parceria para uso seguro de canetas emagrecedoras

Guia da Farmácia
Guia da Farmácia

Premiado pela Anatec na categoria de mídia segmentada do ano, o Guia da Farmácia é hoje a publicação mais conhecida e lembrada pelos profissionais do varejo farmacêutico. Seu conteúdo diferenciado traz informações sobre os principais assuntos, produtos, empresas, tendências e eventos que permeiam o setor, além de Suplementos Especiais temáticos e da Lista de Preços mais completa do mercado.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Edição Atual

Fim da Escala 6x1: Sua Farmácia está Preparada? Baixar Prévia

Notícias da Última Edição

Dia nacional do homem: Ele também se cuida

6 de julho de 2026 Leia mais »

Além do caixa: cinco indicadores que todo gerente de farmácia deveria acompanhar

6 de julho de 2026 Leia mais »

Redes Sociais

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • YouTube
  • LinkedIn
  • Telegram
  • WhatsApp

Sobre

Guia da Farmácia Selo

Revista dirigida aos profissionais de saúde.

Rua da Paz, 1601
Conj 507
Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP
04713-002
Tel: (11) 5082-2200
Clique aqui para enviar uma mensagem

Estamos nas redes sociais:

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e pelo Google:
A Política de Privacidade e Termos de Serviço são aplicados.

Institucional

  • Contento
  • Anuncie
  • Loja Virtual
  • Assine o Guia da Farmácia
  • Qual Remédio
  • Farma Minuto
  • Outros sites do Grupo
    • Guia de Similares
    • Guia de Genéricos
  • LGPD – Política de privacidade

Últimos Posts

MCG estreia no mercado fitness com lançamento de creatina

MCG estreia no mercado fitness com lançamento de creatina

14 de julho de 2026
Prati-Donaduzzi entra no mercado de testes rápidos com foco em farmácias

Prati-Donaduzzi entra no mercado de testes rápidos com foco em farmácias

14 de julho de 2026
Canetas emagrecedoras geram incertezas para redes de farmácias

Canetas emagrecedoras geram incertezas para redes de farmácias

14 de julho de 2026
EMS aposta em segunda marca de semaglutida

EMS aposta em segunda marca de semaglutida

14 de julho de 2026
Anvisa registra nova vacina contra a influenza

Anvisa registra nova vacina contra a influenza

14 de julho de 2026