Combate ao fumo em destaque

Último dia de maio é marcado por Dia Mundial Sem Tabaco

O Dia Mundial Sem Tabaco é comemorado no dia 31 de maio e, na ocasião, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reforça a importância de combate ao fumo. Todos os anos, o uso de tabaco mata mais de sete milhões de pessoas e custa a famílias e governos mais de US$ 1,4 trilhão por meio de despesas de saúde e perda de produtividade.

“O tabaco ameaça a todos. Exacerba a pobreza, reduz a produtividade econômica, afeta negativamente a escolha de alimentos consumidos pelas famílias e polui o ar interior”, diz a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.

Entre as doenças que podem ser acometidas pelo fumo estão enfisema pulmonar, problemas cardiovasculares e inúmeros tipos de câncer. São mais de 4.700 componentes tóxicos como o monóxido de carbono (mesmo gás venenoso que sai do escapamento de automóveis) e a nicotina (droga psicoativa responsável pela dependência física) que também causam infertilidade, halitose e envelhecimento precoce da pele. Em gestantes, o fumo é responsável por abortos múltiplos e episódios de hemorragia, além de problemas na placenta e nascimentos prematuros. O cigarro ainda está relacionado a uma taxa elevada de morte fetal e de recém-nascidos.

De acordo com o Departamento de Estomatologia do Hospital de Câncer, o tabaco é responsável por 95% dos casos de câncer de boca. “Os dentes e as gengivas são extremamente prejudicados pela nicotina. Além disso, o cigarro afeta diretamente a parte óssea da boca, prejudicando a sustentação da gengiva e causando espaços escuros entre os dentes”, explica o médicoMauricio Querido.

Os fumantes que desejam se livrar do problema têm algumas sugestões à disposição. Além de buscar ajuda para conscientização dos perigos do tabagismo e adotar novas práticas de comportamento, o indivíduo pode contar medicamentos que contribuem para minimizar os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina. Os esquemas terapêuticos podem ser adotados isoladamente ou em combinação. No entanto, antes de adotar qualquer medida, é recomendável acompanhamento médico.

Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS) e Assessoria de Imprensa Dental Cremer –AtitudeCom
Foto: Shutterstock

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