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PDV

Como digitalizar o ponto de venda?

De olho na tedência do mercado, o mercado farmacêutico entende a importância de digitalizar o ponto de venda

Aconteceu ontem, dia 14 de outubro, o segundo dia do Outlook Digital 2020, organizado pela Close-Up.

Com a presença de importantes nomes do setor, como o presidente da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar), Edson Tamascia, o presidente da Associação Brasileira Redes Farmácias Drogaria (Abrafarma), Sergio Mena Barreto, o diretor executivo da Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), Ivan Coimbra, entre outros, o evento falou sobre a digitalização do ponto de venda (PDV).

“A farmácia é o local onde alguém chega muitas vezes para comprar um medicamento ou um produto de beleza e precisa primeiro superar o medo. Na Abrafarma estamos ressignificando o farmacêutico para não só entregar caixinhas, mas permitindo que haja uma interação mais longa, mais interessante e próxima do paciente, visando aumentar a adesão ao tratamento.  Uma outra forma de fazer isso é embarcando com tecnologia, então acompanhando a jornada do paciente.  Hoje a Raia Drogasil já definiu um processo que já tem dois anos ampliando a jornada do paciente, e provendo curadoria. Não é mais um sistema que você espera e entrega. Agora você apresenta a demanda e acompanha. Isso na verdade é uma demanda do paciente, de quem quer cuidar mais da saúde, que se consolidou com a pandemia”, explicou Mena Barreto.

Tamascia também falou sobre a digitalização das lojas da Febrafar.

“Hoje a gente digitaliza diariamente cerca de 75 mil novos consumidores, que podemos acompanhar com um trabalho diferente, que passa a se relacionar com o PDV de uma forma diferente através do Aplicativo (App), do Whatsapp, realizando uma interação mais assertiva do ponto de vista do que oferecer. Nossa base tem hoje 28 milhões de consumidores cadastrados. Nós plantamos nossa árvore 5 anos atrás e hoje estamos colhendo os frutos. Estamos tentando ser um pouco menos transacionais, menos só realizar o cadastro e enviar as ofertas. Hoje passamos a entender melhor o consumidor, a fazer ofertas da forma mais assertiva possível, trazendo para o consumidor um pouco mais daquilo que ele tem de expectativa do seu modelo de consumo, da sua característica, então você fica mais assertivo e o cliente valoriza maisAcho que o grande legado que fica da Covid-19 é que se você não se preparou antes o que você está fazendo agora é um quebra galho. Você se precisa se preparar com antecedência para colher os frutos”, falou o executivo.

“Toda a nossa transformação digital foi feita usando dados, para entender o comportamento do consumidor, a cesta de compras, os hábitos e acompanhar a jornada. Não da para ser assertivo se não trabalhar os dados. Eu não vejo como montar outra estratégia senão assim. Hoje em dia quem não trabalha com dados para tomar uma decisão está perdido no meio do tiroteio”, falou Mena Barreto.

 

Fonte: Guia da Farmácia

Foto: Shutterstock

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