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Promoção do Uso Racional de Medicamentos

A medicação é essencial quando utilizada adequadamente para o tratamento de doenças. Mas quando os medicamentos são usados de maneira incorreta ou consumidos sem critérios médicos podem prejudicar sua saúde, causando desde uma intoxicação a problemas mais graves que podem, inclusive, levar à morte1

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há pelo menos cinco trajetórias para o uso racional do medicamento2

1) Quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas;

2) Em doses adequadas às suas necessidades individuais de saúde;

3) Por um período adequado;

4) Ao menor custo para si; e

5) Para a comunidade. 

Quando pelo menos um desses pressupostos não é atendido, este se torna um dos maiores problemas a nível mundial. A OMS estima que mais da metade de todos os medicamentos são prescritos ou dispensados de forma inadequada, e que metade de todos os pacientes não os utiliza corretamente2.

Diante dessa importância para a saúde da população, esta é uma meta constante do Guia da Farmácia. Divulgamos os Preços Máximos ao Consumidor (PMC), permitidos como teto para a comercialização de medicamentos nos respectivos Estados, mas defendemos que as farmácias e drogarias devem praticar uma política comercial saudável, onde predominem qualidade na prestação de serviços e preços competitivos.

O Guia da Farmácia também conta com escopo de especialistas gabaritados para suas reportagens, entre médicos, farmacêuticos e outras autoridades na área da saúde.

Portanto, é meta constante do veículo alertar sobre efeitos adversos, interações e outros problemas que podem colocar a saúde dos pacientes em risco.

Também está entre os nossos objetivos garantir a automedicação/autocuidado responsável, e alertar para os riscos da autoprescrição, conforme alerta a Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip).

A autoprescrição é a prática (incorreta) de comprar e utilizar medicamentos tarjados sem a receita/prescrição de um médico. Já o autocuidado, conceito estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que trata da atitude ativa e responsável em relação à própria qualidade de vida e ao próprio bem-estar, e de como a população pode prevenir e lidar com as doenças3

Esse é um ato fundamental de auxílio à farmácia enquanto agente de saúde, pois orienta os profissionais da área para a atenção farmacêutica, minimizando riscos de interações medicamentosas, reações adversas ou tratamentos incorretos que podem colocar a saúde dos usuários em risco.

Referências

1. Portal do Conselho Federal de Farmácia (CFF). Disponível em: https://www.cff.org.br/noticia.php?id=5749&titulo=Uso+racional+de+medicamentos%3A+um+alerta+%C3%A0+popula%C3%A7%C3%A3o. Acesso em: 28 de maio de 2021.

2. Portal do Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF-RS). Disponível em: https://www.crfrs.org.br/noticias/uso-racional-de-medicamentos. Acesso em: 28 de maio de 2021.

 

3. Portal da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip). Disponível em: https://abimip.org.br/texto/conheca-o-mip. Acesso em: 28 de maio de 2021.