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Consumo de medicamentos por paulistas é de uma caixa e meia por mês

Medicamentos para tensão e problemas cardíacos lideram as prescrições

O consumo de medicamentos, de janeiro e novembro de 2018, no estado de São Paulo, entre os 85.071 beneficiários de programas empresariais de assistência farmacêutica, atingiu 1.399.590 unidades, o equivalente a 1,5 caixa por paciente por mês. O número está abaixo da média nacional, de 2,6 caixas. É o que aponta um levantamento da ePharma, empresa pioneira no gerenciamento de programas de benefícios de medicamentos (PBM) no Brasil.

Do total de medicamentos considerados na pesquisa, o maior grupo – 245.074 ou 17,5% – é voltado para tratamento do sistema nervoso. Aqueles voltados para o combate à pressão alta/problemas cardíacos (15,7%) e para problemas digestivos (14,3%) ocupam a segunda e terceira posição, respectivamente.

Ainda segundo o estudo, 55,16% correspondem ao consumo de medicamentos de prescrição (tarja vermelha); 18,44% referem-se a venda com retenção (há tarjas preta e tarjas vermelhas, como antibióticos); 12,83% são isentos de prescrição médica (MIPs) e 13,57% representam não medicamentos.

Entre os cinco medicamentos mais dispensados nas 2.884 farmácias pesquisadas, a lista é encabeçada pelo Puran T4 (reposição hormonal da tireoide), seguido pela Dipirona Sódica (genérico). Na terceira e quarta colocações figuram o Dorflex (indicado para dor de cabeça e muscular) e o Rivotril, tranquilizante de tarja preta. O quinto lugar fica para a Aspirina Prevent, para afinar o sangue, evitar infarto e melhorar circulação do sangue nas artérias.

Fonte: Guia da Farmácia

Foto: Shutterstock

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