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REAJUSTE DE PREÇOS 2026
Notícias

Covid: virologistas fazem alerta sobre nova variante BA.3.2

Por Guia da Farmácia 8 de abril de 2026 Atualizado em: 08 de abril de 2026 Nenhum comentário 6 Minutos de leitura
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A Rede Global de Vírus (GVN), que reúne virologistas de mais de 90 centros em mais de 40 países, está monitorando a nova variante BA.3.2 do SARS-CoV-2, vírus causador da Covid, apelidada de “Cicada”.

Apesar de reconhecer que a cepa tem maior escape das defesas do organismo, o grupo afirma que as evidências atuais não indicam motivo para alarme ou maior preocupação.

“Análises iniciais, incluindo avaliações técnicas de autoridades internacionais de saúde pública e estudos laboratoriais emergentes, indicam que a BA.3.2 apresenta características de escape de anticorpos(…). Embora o escape imune possa aumentar a probabilidade de infecção ou reinfecção, isso não implica redução da proteção contra doença grave. Essas mudanças são consistentes com a evolução esperada do SARS-CoV-2 e de outros vírus respiratórios”, disse em nota no último fim de semana.

A BA.3.2 detectada pela primeira vez na África do Sul ainda em novembro de 2024 em uma amostra de um swab nasal de um menino de 5 anos. Em março de 2025, foi registrada em Moçambique, seguido pela Holanda e Alemanha.

Depois, os registros da variante se tornaram pouco frequentes. No entanto, desde setembro do ano passado, as identificações começaram a crescer novamente.

Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, as detecções semanais da BA.3.2 aumentaram e atingiram aproximadamente 30% das sequências relatadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Holanda.

Até o último dia 11 de fevereiro, a cepa já chegou a 23 países, incluindo Austrália, Reino Unido, China e Estados Unidos, segundo uma análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA. O Brasil ainda não registrou a linhagem.

No país norte-americano, a cepa foi detectada em amostras de swab nasal de quatro viajantes provenientes do Japão, Quênia, Holanda e Reino Unido, em três amostras de esgoto de aeronaves, em amostras clínicas de cinco pacientes, dois deles internados, e em 132 amostras de esgoto provenientes de 25 estados.

Cepas prevalentes hoje no mundo

A BA.3.2 apresenta aproximadamente 70 a 75 mutações na proteína Spike, que fica na superfície do vírus e é utilizada pelo SARS-CoV-2 para se ligar e infectar as células humanas, em relação à variante JN.1 e à sua descendente, LP.8.1. As duas cepas são as mais prevalentes hoje no mundo.

A JN.1 é o alvo dos imunizantes atuais, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Anvisa determinaram que as novas vacinas adaptem a composição para ser direcionada à LP.8.1.

Ainda assim, a rede de virologistas afirma que, no momento, “não há evidência de que a BA.3.2 esteja associada a maior gravidade da doença ou que esteja impulsionando crescimento sustentado da transmissão em nível populacional”.

Para os especialistas, a cepa não sinaliza uma nova ameaça, mas sim reforça a importância de manter a vigilância contínua e estar com a vacinação em dia.

A avaliação é a mesma feita pela OMS em dezembro. Na ocasião, a autoridade reconheceu que a BA.3.2 apresenta um “escape substancial de anticorpos em comparação com variantes anteriores”, mas ponderou que ainda não há dados sobre uma vantagem de crescimento em relação às outras linhagens. Dessa forma, não é certo se ela continuará crescendo e substituirá as outras como a cepa mais prevalente.

Além disso, “não há estudos clínicos ou epidemiológicos publicados indicando que BA.3.2 esteja associada a maior gravidade da doença em comparação com outros descendentes (da Ômicron) em circulação”, diz a análise da OMS.

“Até o momento, não há sinais de aumento de hospitalizações, admissões em UTI ou mortes atribuíveis à BA.3.2 nos locais onde ela foi detectada”, continua.

A organização conclui que, com base nas evidências atuais, a BA.3.2 “não parece representar riscos adicionais à saúde pública além daqueles associados às outras linhagens descendentes da Ômicron atualmente em circulação, embora seu perfil acentuado de escape imune justifique monitoramento virológico e epidemiológico contínuo”.

Por enquanto, a principal medida para se proteger é manter a vacinação em dia.

Quem pode se vacinar contra a Covid-19?

Desde 2024, a vacinação contra a Covid-19 faz parte do calendário nacional de gestantes, idosos e crianças no Brasil. Além disso, determinados grupos prioritários continuam a ter indicação de reforço periódico. Para os demais, não há mais orientação para novas doses.

De forma permanente, uma dose é recomendada para gestantes a cada gravidez e uma dose a cada seis meses para idosos com 60 anos ou mais, independentemente da quantidade de vacinas previamente recebidas pelo indivíduo.

Em relação às crianças, o esquema primário deve ser feito entre 6 meses e 5 anos. Ele pode envolver duas doses, com quatro semanas de intervalo entre elas, no caso da vacina da Moderna, ou três doses, com a segunda aplicada quatro meses depois da primeira, e a terceira oito meses após a segunda, no caso da Pfizer. Não há indicação de reforços na faixa etária.

Já para os grupos chamados de prioritários, que não têm calendários de rotina específicos no Programa Nacional de Imunização (PNI), os reforços continuam a ser ofertados no Brasil no esquema de “vacinação especial”. No caso dos imunocomprometidos, é indicada uma dose a cada seis meses. Para os demais, o reforço é anual.

São eles: pessoas vivendo em instituições de longa permanência; indígenas; ribeirinhos; quilombolas; puérperas; trabalhadores da saúde; pessoas com deficiência permanente; pessoas com comorbidades; pessoas privadas de liberdade; funcionários do sistema de privação de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; e pessoas em situação de rua.

Para brasileiros que não sejam gestantes, idosos ou façam parte de um dos grupos prioritários, não há mais recomendação para vacinação.

Fonte: O Globo

Foto: Shutterstock

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