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Mercado

Dengue: apenas 41,7% conhecem a doença verdadeiramente

Guia da Farmácia Por Guia da Farmácia 22 de agosto de 2025 Atualizado em: 22 de agosto de 2025 Nenhum comentário 4 Minutos de leitura
Dengue-apenas-41,7%-conhecem-a doença-verdadeiramente

A SC Johnson encomendou uma pesquisa que revela o nível autodeclarado de informação da população brasileira sobre doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, malária, Zika e chikungunya. O levantamento aponta lacunas significativas de conhecimento, mesmo entre pessoas que se declaram constantemente preocupadas com o tema.

Os resultados evidenciam a necessidade de fortalecer ações educativas contínuas, acessíveis e didáticas, que mobilizem diferentes perfis da população para uma prevenção mais eficaz.

Registros históricos

Apesar do alto grau de exposição que levou o país a registros históricos de dengue em 2024, segundo o Ministério da Saúde, a pesquisa revela que apenas 41,7% dos brasileiros afirmam ter informações completas e específicas sobre a doença, incluindo formas de prevenção e tratamento. Por outro lado, apenas 3,7% dizem conhecer a dengue apenas pelo nome. A maioria (54,5%) possui algum nível de informação parcial: 9,9% conhecem apenas noções gerais, 25,8% reconhecem os sintomas e 18,8% estão familiarizados com o tratamento.

As mulheres demonstram estar mais informadas: 43,7% dizem ter conhecimento completo sobre a dengue, contra 38,6% dos homens. A diferença também se reflete no conhecimento sobre Zika e chikungunya: entre os homens, os percentuais caem para 23,1% e 22,5%, respectivamente, enquanto a média feminina se mantém em 27%.

Falta de informação

E, de fato, a falta de informação se torna ainda mais evidente quando o foco recai sobre outras enfermidades transmitidas por mosquitos. Apenas 27% dos brasileiros afirmam ter informações completas sobre Zika e 25% sobre chikungunya, ambas arboviroses associadas ao Aedes aegypti. No caso da malária, cuja transmissão ocorre pelo mosquito Anopheles, apenas 18% se consideram bem-informados, enquanto 22% dizem conhecer a doença apenas pelo nome.

A pesquisa revela que quase 70% dos brasileiros se preocupam com doenças transmitidas por mosquitos o tempo todo, e não apenas durante surtos ou no verão, quando a proliferação de mosquitos é mais comum. No entanto, essa preocupação nem sempre se traduz em ações concretas, como o uso correto de repelentes ou a eliminação de criadouros.

Abaixo, a SC Johnson lista as principais dicas para se manter protegido contra mosquitos:

  • Escolha e use o produto ideal para você e sua família. Cada fórmula tem uma recomendação de uso, e, por isso, sempre leia o rótulo e siga as instruções do fabricante para garantir eficácia e segurança.
  • Aplique o repelente na pele exposta e sobre as roupas (não é necessário aplicar por baixo delas). Uma camada uniforme já é suficiente para garantir a proteção.
  • Se for usar protetor solar, aplique-o sempre primeiro. Depois que o protetor for absorvido pela pele, o repelente deve ser aplicado por cima.
  • Reforce a aplicação após o banho ou em caso de suor excessivo, ajudando a proteção se manter ativa ao longo do tempo.
  • Para aplicação no rosto, prefira espalhar com as mãos. Assim, você evita o contato direto do produto com olhos, boca e nariz. No caso de crianças, o ideal é que um adulto aplique primeiro nas mãos e, depois, espalhe na pele da criança.
  • Mesmo quem já está com sintomas deve usar o repelente. Isso evita que mosquitos piquem a pessoa infectada e transmitam o vírus para outras pessoas.
  • Evite aplicar o produto em excesso. Mais repelente não significa mais proteção — o uso correto é o que faz a diferença.
  • Evite o contato com olhos, boca, mucosas, cortes ou pele irritada. Em caso de contato acidental com os olhos, lave imediatamente com água em abundância.
  • Além do uso do repelente, outras ações simples também ajudam a manter os mosquitos longe:
    Use roupas claras, leves e que cubram a maior parte do corpo. Elas ajudam a proteger a pele e proporcionam conforto térmico.
  • Evite o uso de perfumes ou loções muito perfumadas. Alguns aromas podem atrair mosquitos.
  • Elimine os focos de água parada. Vasos de plantas, calhas, garrafas e outros recipientes devem estar sempre limpos e secos para evitar a proliferação de mosquitos.

Fonte: SC Jhonson
Foto: Shutterstock

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