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Saúde

Dúvidas e respostas sobre o câncer de mama

Por Guia da Farmácia 25 de outubro de 2021 Atualizado em: 19 de outubro de 2021 Nenhum comentário 8 Minutos de leitura
câncer-mama-dúvidas

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células anormais da mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos.

Há vários tipos de câncer de mama. Alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente. A maioria dos casos, quando tratados adequadamente e em tempo oportuno, apresentam bom prognóstico.

O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. 

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para o câncer de mama em Unidades Hospitalares especializadas.

Confira a seguir mais informações sobre a doença.

Outubro Rosa: informações que toda mulher precisa ter sobre câncer de mama 

O que é o câncer de mama?

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células anormais da mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos.

Há vários tipos de câncer de mama. Alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente. A maioria dos casos, quando tratados adequadamente e em tempo oportuno, apresentam bom prognóstico.

Quais os tipos de câncer de mama?

Conheça os tipos de câncer de mama mais comuns:

Carcinoma ductal in situ: atinge os canais que levam o leite, chamados de ductos mamários, não afeta outros tecidos, mas pode haver vários focos na mesma mama. Considerado câncer de mama pré-invasivo ou não invasivo, representa cerca de 20% dos novos casos.

Carcinoma lobular in situ: nasce nas glândulas produtoras de leite, chamadas de lóbulos mamários, não atinge outros tecidos, mas pode haver vários focos na mesma mama. Equivale de 2% a 6% dos casos.

Carcinoma ductal invasivo: começa nos ductos mamários, mas pode atingir outros tecidos, assim como outros órgãos. É o tipo mais comum de câncer de mama, corresponde a cerca de 70% dos cânceres invasivos.

Carcinoma lobular invasivo: afeta os lóbulos mamários, mas pode alcançar outros tecidos, assim como outros órgãos. Esse tipo de câncer pode ser mais difícil de ser encontrado na mamografia do que o carcinoma ductal invasivo. Representa cerca de 10% dos cânceres invasivos.

Existem ainda o carcinoma inflamatório, a doença de Paget, o tumor filóide e o angiosarcoma, tipos de câncer de mama mais raros, que representam uma parcela muito pequena de casos.

Saúde da mulher: Complexidade feminina 

tipos-câncer-mama-

Quais os fatores de risco para o câncer de mama?

Os fatores de risco para o câncer de mama aumentam as chances de desenvolver a doença. São classificados em não controláveis, que não há como evitar, e controláveis, que podem ser prevenidos. Veja quais são:

Fatores de risco não controláveis para o câncer de mama

  • Gênero: mulheres têm mais chances de desenvolver o câncer de mama do que homens;
  • Idade: a maioria dos casos ocorre acima dos 50 anos;
  • Genética: cerca de 5% a 10% dos casos são hereditários. Além disso, o risco da doença é maior para mulheres que têm ou tiveram parentes de primeiro grau, como mãe, irmã ou filha, com câncer de mama;
  • Primeira menstruação antes dos 12 anos: mulheres que tiveram mais ciclos menstruais foram mais expostas aos hormônios femininos e, por isso, podem ter mais chance de desenvolver a doença;
  • Primeira gravidez após os 30 anos: a gravidez tardia aumenta o risco do câncer de mama;
  • Menopausa após os 55 anos: é o mesmo caso da menstruação precoce. Quanto mais ciclos menstruais, mais exposição aos hormônios femininos.

Fatores de risco controláveis para o câncer de mama

  • Consumo de álcool;
  • Tabagismo;
  • Sedentarismo;
  • Sobrepeso ou obesidade;
  • Terapia hormonal;
  • Anticoncepcionais hormonais;
  • Exposição à radiação ionizante ou ultravioleta;
  • Não ter amamentado.

Obesidade pode contribuir para o aparecimento do câncer de mama

Quais sinais e sintomas são anormais para os seios?

Procure um médico caso note algum dos sinais e sintomas:

  • Caroço fixo que geralmente não causa dor;
  • Pele do seio avermelhada, retraída ou parecida com a textura de uma casca de laranja;
  • Mudanças no formato do mamilo;
  • Saída de líquido pelo mamilo.

Atenção! Apresentar um ou mais destes sinais e sintomas não significa, necessariamente, que você tenha câncer de mama. Caroços podem ser alterações benignas, por exemplo. Somente o médico poderá definir a melhor conduta para o seu caso.

 É possível prevenir o câncer de mama?

Você pode fazer a prevenção do câncer de mama adotando alguns hábitos saudáveis para diminuir os fatores de risco controláveis da doença, como:

  • Evitar bebida alcoólica e cigarro: o consumo de álcool e o tabagismo aumentam o risco de desenvolver o câncer de mama;
  • Manter o peso: o sobrepeso e a obesidade aumentam as chances da doença, principalmente depois da menopausa. Portanto, tenha uma alimentação balanceada;
  • Praticar exercícios físicos: exercitar-se diminui o risco do câncer de mama. Busque uma atividade que goste de fazer para que seja algo prazeroso, como dança, corrida, natação, mas lembre-se de consultar o médico antes de começar a prática;
  • Amamentar: caso tenha filhos, não deixe de amamentá-los. Estudos apontam que a amamentação pode reduzir as chances da doença, principalmente se for feita de um a dois anos;
  • Evitar uso de hormônios sintéticos: terapia hormonal, por exemplo. Fale com seu médico sobre a necessidade de realizá-la, assim como o uso de anticoncepcionais.

O que é a mamografia e qual a sua importância?

A mamografia é um exame que detecta precocemente o câncer de mama, ou seja, a doença é constatada antes do nódulo ser palpável ou de haver qualquer sintoma. Quanto mais cedo a descoberta, mais chances de cura.

Mulheres de 40 a 49 anos devem fazer uma mamografia por ano, já quem tem de 50 a 69 anos deve fazer o exame a cada dois anos. Não é recomendado fazer a mamografia fora dessas faixas etárias, pois os riscos superam os benefícios.

Contudo, se você tem algum fator de risco para o câncer de mama, como histórico familiar, converse com o seu médico para definir quando e como rastrear a doença. Somente ele pode solicitar o exame mais adequado para o seu caso.

Saiba quais são os exames que toda mulher precisa fazer em cada fase da vida 

câncer-mama-dúvidas

O que é o autoexame? Como fazer?

Para fazer o autoexame das mamas, você deve apalpá-las totalmente em pé e deitada, assim como a região das axilas. Não se preocupe, pois não há uma técnica específica. Enquanto faz o toque com os dedos, observe a aparência e o contorno dos seios em frente a um espelho.

O autoexame ajuda a mulher a conhecer a estrutura das mamas para poder avaliar melhor o que, de fato, é normal ou não. Fica mais fácil notar alterações, como mudança na textura da pele, no formato do mamilo e até o surgimento de um possível nódulo. Se perceber qualquer modificação, consulte o médico.

O autoexame pode ser feito sempre que você se sentir confortável, mas procure realizá-lo uma semana depois do fim da menstruação. Uma vez por mês pode ser o suficiente. Vale ressaltar que o autoexame das mamas não substitui o exame clínico feito pelo médico uma vez por ano.

 Existe cura?

Sim, os tratamentos para a doença estão cada vez mais evoluídos e quanto antes o câncer de mama for diagnosticado, maiores são as chances de cura.

Por isso, é tão importante fazer os exames para detecção precoce, como a mamografia, e conhecer os próprios seios por meio do autoexame. Casos detectados em estados iniciais, por exemplo, têm grande probabilidade de cura, mais de 90%.

Depois de terminar o tratamento, é necessário ficar cinco anos sem qualquer manifestação da doença para, de fato, ser considerada curada.

Mitos e verdades sobre o câncer de mama 

Conclusão

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células anormais da mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos.

Há vários tipos de câncer de mama. Alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente.

Os casos mais comuns de câncer de mama são: Carcinoma ductal in situ, Carcinoma lobular in situ, Carcinoma ductal invasivo e Carcinoma lobular invasivo.

A maioria dos casos, quando tratados adequadamente e em tempo oportuno, apresentam bom prognóstico.

Confira mais informações no Coletivo Pink: https://www.coletivopink.com/perguntas-e-respostas

Fontes

Coletivo Pink

Instituto Nacional do Câncer (Inca)

Fonte: Guia da Farmácia

Fotos: Shutterstock

Guia da Farmácia

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