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EMS adere à campanha Novembro Azul

A farmacêutica EMS realizará ações com públicos interno e externo durante todo o mês para a campanha Novembro Azul

A farmacêutica EMS faz um convite a todos os homens: “Traga o Azul para sua vida em novembro e nos outros onze meses do ano também”. Esse é o mote da campanha “Novembro Azul” da empresa em 2019, em prol da conscientização sobre o câncer de próstata.

Durante todo o mês, além de iluminar de azul os 4 mil m² de fachada do seu complexo industrial, em Hortolândia (SP), um dos cartões-postais da cidade de Campinas (SP) também muda de cor com o apoio da farmacêutica: a Caravela Anunciação, na Lagoa do Taquaral. Além da iluminação azul, o local recebeu uma placa informativa para alertar a população sobre o câncer de próstata, doença que, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), deve registrar 68.220 novos casos no Brasil no período 2018/2019.

Com a missão de cuidar das pessoas, a farmacêutica investe também em levar informações de relevância para os públicos interno e externo, apostando em campanha em meio digital, com assinatura de e-mail, fundo de tela, banner no site e conteúdo pertinente nos canais oficinais da empresa no Facebook e Instagram. A mídia off-line, entre outras iniciativas, também faz parte das ações. Em todas as suas unidades fabris, são expostos banners e distribuídos flyers com dados sobre prevenção para os mais de cinco mil colaboradores. Assim, reforçando a mensagem de que “Se prevenir contra o câncer de próstata é o melhor jeito de lutar contra ele”.

Novembro azul: o câncer de próstata

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens no Brasil. Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade. Isso porque cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Além disso, homens obesos ou com sobrepeso têm mais chances de desenvolver a doença. Hereditariedade também é um fator chave: se pai, avô ou irmão apresentarem a doença antes dos 60 anos, o risco aumenta.

Foto e fonte: EMS

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