Close Menu
Login
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
ASSINE o Guia da Farmácia Cadastre-se na Área Restrita
Guia da Farmácia
×

Área Restrita

Cadastro gratuito apenas para prescritores de medicamento.
Acesse conteúdos exclusivos do Portal.

Cadastre-se

Esqueceu a senha?
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Login
Alternar modo escuro/claro
Guia da Farmácia Guia da Farmácia
Guia da Farmácia
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
← Escolha a categoria da busca
ASSINE o Guia da Farmácia

Abertura de mercado

Guia da Farmácia Por Guia da Farmácia 31 de maio de 2022 Nenhum comentário 5 Minutos de leitura
abertura-de-mercado

Em maio de 2021, ao julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5529, o Supremo Tribunal Federal (STF) tornou inconstitucional o parágrafo primeiro do artigo 40 da Lei de Propriedade Industrial (LPI) que permitia a extensão artificial de patentes de medicamentos no País. A legislação brasileira garante até 20 anos de vigência de patentes, mas uma brecha na LPI permitia que o prazo fosse estendido por 10 anos, gerando incerteza jurídica, inflando preços e diminuindo a oferta de produtos no mercado.

O julgamento da ADI 5529 foi considerado um marco histórico e, com isso, o Brasil passou a estar em linha com o que se pratica no mundo. “Agora, as indústrias de genéricos e de biossimilares têm previsibilidade jurídica e sabem, exatamente, quando uma patente vencerá. A vigência de proteção é de 20 anos, após o primeiro depósito no Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI). A partir daí, genéricos e biossimilares podem ser ofertados ao mercado, beneficiando os consumidores”, conta a presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (ProGenéricos), Telma Salles.

Segundo ela, tal decisão foi muito importante, porém a executiva alerta para o fato de que desenvolver um produto genérico ou um biossimilar não é simples. Exigem-se investimento e pesquisa e esses procedimentos podem levar dois ou três anos, dependendo da complexidade.

“A imprevisibilidade jurídica, que foi derrubada, inibia estes investimentos e retardava a chegada de genéricos e biossimilares ao mercado, prejudicando consumidores, governo (que é um grande comprador de medicamentos) e as indústrias, num ciclo perverso, que felizmente conseguimos superar”, analisa.

A decisão do STF teve impacto positivo no mercado, na opinião do presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina), Antonio Carlos Bezerra e da consultora da Abifina, Ana Cláudia Dias de Oliveira.

“A decisão abre o mercado para a concorrência e para a produção de medicamentos genéricos e similares, além de pôr um fim à prorrogação indevida de patentes. Essa decisão altera o tempo de proteção de diversos medicamentos que sofriam o chamado evergreening (diversos pedidos de patentes reivindicando proteção a um mesmo produto ou processo por meio de quadros reivindicatórios semelhantes ou mesmo complementares). A decisão traz, ainda, uma previsibilidade da expiração das patentes desses produtos, independentemente da demora do INPI no exame de pedidos de patentes, além de aumentar o acesso a medicamentos, especialmente aos que integram os programas de assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS)”, destacam.

Antes do julgamento, muitos genéricos já disponíveis no exterior há décadas eram impedidos de serem comercializados no Brasil pela existência de patentes que tinham o prazo de validade estendido com base no parágrafo único. “Portanto, o resultado da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5529, que considerou o parágrafo único inconstitucional, beneficiou as farmacêuticas nacionais, pois possibilitou uma maior previsibilidade na contagem do prazo de vigência das patentes o que representa, no fim, um ganho em termos de acesso aos medicamentos para toda a população”, comenta a diretora-executiva da Divisão de Consumer Health do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Elizangela Kioko.

Novas classes terapêuticas

O ano de 2022 deve ser marcado pela chegada de novas classes terapêuticas ao mercado de genéricos. Segundo Telma, algumas moléculas como a rivaroxabana já foram anunciadas.

“As indústrias estão debruçadas sobre o pipeline das moléculas desbloqueadas com a decisão do STF e, em breve, deveremos ver alguns desses produtos chegarem ao mercado. Como cada indústria tem uma estratégia específica, nós, como entidade de classe, não sabemos quais produtos devem ser lançados ainda este ano”, diz.

A rivaroxabana é o quinto produto em faturamento em genéricos, segundo o diretor da Unidade de Negócios Genéricos da Eurofarma, Donino Scherer Neto.

“Outras importantes moléculas tiveram retroação de patentes, as principais nas classes de trombolíticos, oncológicos e diabetes. Em um curto espaço de tempo, teremos genéricos nessas classes. Esse movimento traz benefícios à sociedade, porque permite o lançamento de mais medicamentos por menor custo, já que, por lei, os genéricos são, no mínimo, 35% mais baratos que o produto referência (inovador)”, argumenta Neto.

Ele revela que a farmacêutica irá lançar, ao longo do ano, 18 novas moléculas divididas nas classes de anti-inflamatórios, antialérgicos, corticoides, dermatológicos, digestivos, antibióticos, antidepressivos, anticoncepcionais e anticonvulsivantes. “Em 2021, a Eurofarma lançou 16 novos produtos em 25 novas apresentações”, conta.

De acordo com as fontes das indústrias farmacêuticas, há também expectativa de que novas opções terapêuticas estejam disponíveis no mercado de genéricos brasileiro, como medicamentos para hipertensão, asma, HIV, tratamento de câncer, hepatites virais, disfunção erétil, obesidade, entre outros.

“Para o início de 2022, temos o lançamento da rivaroxabana, representando a entrada do Aché em um mercado que movimentou mais de 6 milhões de unidades e R$912 milhões em Parceria Público-Privada em 2021 (dados IQVIA – ano fechado 2021/Total Mercado Rivaroxabana Gx+Rx)”, revela Elizangela, destacando que, em 2021, o Aché apresentou sete lançamentos em mercados relevantes e com potencial de crescimento (levofloxacino, desonida, donepezila, aripiprazol, desogestrel+etnilestradiol, gestodeno+etnilestradiol).

A Cimed, por sua vez, lançou sete novas moléculas no portfólio de genéricos e iniciou 2022 com o lançamento de três apresentações da valsartana. “Nosso plano é de, até o fim do ano, trazer pelo menos mais 10 novas moléculas para o portfólio de genéricos”, revela a diretora de marketing da Cimed, Sílvia Genaro.

Fonte: Guia da Farmácia
Foto: Guia da Farmácia

Guia da Farmácia
Guia da Farmácia

Premiado pela Anatec na categoria de mídia segmentada do ano, o Guia da Farmácia é hoje a publicação mais conhecida e lembrada pelos profissionais do varejo farmacêutico. Seu conteúdo diferenciado traz informações sobre os principais assuntos, produtos, empresas, tendências e eventos que permeiam o setor, além de Suplementos Especiais temáticos e da Lista de Preços mais completa do mercado.

Edição Atual

Abrafarma Celebra 35 anos Com edição Histórica do Future Trends 2026 Baixar Prévia

Notícias da Última Edição

O varejo farma entrou em uma nova era. Sua farmácia entrou junto?

5 de agosto de 2026 Leia mais »

Erros silenciosos que drenam o caixa da farmácia todos os dias

3 de agosto de 2026 Leia mais »

Redes Sociais

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • YouTube
  • LinkedIn
  • Telegram
  • WhatsApp

Sobre

Guia da Farmácia Selo

Revista dirigida aos profissionais de saúde.

Rua da Paz, 1601
Conj 507
Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP
04713-002
Tel: (11) 5082-2200
Clique aqui para enviar uma mensagem

Estamos nas redes sociais:

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e pelo Google:
A Política de Privacidade e Termos de Serviço são aplicados.

Institucional

  • Contento
  • Anuncie
  • Loja Virtual
  • Assine o Guia da Farmácia
  • Qual Remédio
  • Farma Minuto
  • Outros sites do Grupo
    • Guia de Similares
    • Guia de Genéricos
  • LGPD – Política de privacidade

Últimos Posts

Seda lança linha Mega Crescimento com ativo Dynoxidil®

Seda lança linha Mega Crescimento com ativo Dynoxidil®

14 de agosto de 2026
Drogasmil abre 31 vagas no Rio de Janeiro com jornada 5×2

Drogasmil abre 31 vagas no Rio de Janeiro com jornada 5×2

14 de agosto de 2026
Nissei inaugura Beauty Center com novo modelo focado em beleza e lifestyle

Nissei inaugura Beauty Center com novo modelo focado em beleza e lifestyle

14 de agosto de 2026
Eurofarma reverte prejuízo e lucra R$ 159,8 milhões no 2T2026

Eurofarma reverte prejuízo e lucra R$ 159,8 milhões no 2T2026

14 de agosto de 2026
Anvisa proíbe chá e medicamentos que prometem efeito emagrecedor

Anvisa proíbe chá e medicamentos que prometem efeito emagrecedor

14 de agosto de 2026