Close Menu
Login
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
ASSINE o Guia da Farmácia Cadastre-se na Área Restrita
Guia da Farmácia
×

Área Restrita

Cadastro gratuito apenas para prescritores de medicamento.
Acesse conteúdos exclusivos do Portal.

Cadastre-se

Esqueceu a senha?
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Login
Alternar modo escuro/claro
Guia da Farmácia Guia da Farmácia
Guia da Farmácia
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
← Escolha a categoria da busca
ASSINE o Guia da Farmácia

Cenário para os genéricos

Guia da Farmácia Por Guia da Farmácia 19 de maio de 2015 Atualizado em: 02 de outubro de 2017 Nenhum comentário 8 Minutos de leitura

A recente norma que autoriza a comercialização de similares intercambiáveis com medicamentos de referência introduziu um componente a mais na difícil concorrência no mercado de produtos genéricos. Apesar de desfrutar números expressivos e de se tornar o carro-chefe do setor farmacêutico, em expansão – fechando o ano passado com alta de 18,5% em faturamento e de 10,6% em vendas unitárias, o setor de genéricos se defronta, pela primeira vez no País, com um futuro menos promissor, considerando a taxa de crescimento anual superior a 25% ao ano em quantidade que o segmento obteve nos últimos dez anos. Como consequência, de 2004 a 2014 a participação dos genéricos no mercado farmacêutico brasileiro saltou de cerca de 9% para 28% das unidades comercializadas. As perspectivas do segmento, contudo, estão atingindo um limite para grandes saltos, uma vez que o volume de patentes de produtos de referência considerados blockbusters, isto é, campeões de venda, está em declínio.

Entre 2008 e 2012, diversos medicamentos de referência líderes em venda perderam a proteção patentária no mundo, oferecendo oportunidade expressiva para a inserção de genéricos. Nesse período, o valor das patentes vencidas alcançou US$ 149 bilhões apenas para os produtos de síntese química, com destaque para o Lipitor (atorvastatina) e o Viagra (citrato de sildenafila), ambos da Pfizer. O auge desse movimento ocorreu em 2012, ano em que mais de 40 medicamentos de referência perderam a proteção de patentes, com valor de vendas de US$ 50 bilhões. No Brasil, de 2008 a 2013 pelo menos 15 blockbusters tiveram suas patentes vencidas. Somadas, as receitas anuais desses 15 medicamentos atingiram R$ 1 bilhão. Contudo, a perspectiva para o período 2013-2017 é de uma redução no número de medicamentos de síntese química com patente a expirar, alcançando pouco mais de 120 bilhões de dólares em valor de mercado, montante 20% inferior em relação ao período anterior.

Esse novo cenário vem alterando a estratégia das empresas com maior portfólio do segmento. Diversificar tem sido a alternativa na maioria dos laboratórios, sobretudo naqueles muito focados em genéricos, para garantir a rentabilidade do negócio. Alguns deles estão investindo em medicamentos inovadores, outros ensaiam entrar na área de biológicos e a maioria aposta nos similares.

Atuação dos fabricantes

Gigantes do setor, como EMS, maior produtor de genéricos do País, têm apostado na diversificação da linha. O mesmo acontece, em maior ou menor intensidade, em empresas como Eurofarma, Aché, Teuto e União Química. Estudo denominado O novo cenário de concorrência na indústria farmacêutica brasileira, realizado pelos pesquisadores do Departamento de Produtos para Saúde da Área Industrial do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Renata Gomes, Vitor Pimentel, Márcia Lousada e João Paulo Pieroni, aponta as mudanças em curso no segmento de genéricos. “Embora as perspectivas desse setor ainda sejam bastante positivas, um cenário de concorrência mais agressiva se desenha para os próximos anos. Tanto as pressões no portfólio, com a redução das oportunidades para desenvolver novos genéricos e as mudanças regulatórias nos medicamentos similares; quanto os preços, em função da consolidação das redes de varejo e do aumento de relevância dos pagadores institucionais, devem afetar as margens da indústria, levando-a a adotar comportamentos competitivos”, diz a pesquisa.

Parâmetros comerciais

Outro aspecto que influencia a rentabilidade das empresas com os genéricos está relacionado com a política de descontos praticada no mercado. Medicamentos de referência, similares e genéricos lançam mão de estratégias de comercialização bem distintas. Para medicamentos de referência e similares, o médico é o alvo da propaganda e a escolha se dá pela marca; no caso dos medicamentos genéricos, o foco é o ponto de venda ou de distribuição e a escolha é feita por princípio ativo. Por esse motivo, se houver vários genéricos para uma mesma molécula, todos intercambiáveis, a competição no segmento é naturalmente maior. A fim de garantirem as vendas e avançarem em participação de mercado, os laboratórios passaram a adotar, como principal estratégia, a política agressiva de reduções nos preços, principalmente na rede de varejo. Segundo o estudo do BNDES, a média de descontos vem crescendo de forma significativa nos últimos anos – alcançando mais de 60% em 2012 – em determinados medicamentos genéricos, os descontos chegam a 90%. “Esse tipo de competição, em alguns casos predatória, parece estar chegando ao limite. Se, por um lado, a simples manutenção de descontos agressivos torna-se inviável no longo prazo; por outro, o aumento dos custos de produção, principalmente em matéria-prima e mão de obra, vem pressionando ainda mais a margem de lucro das empresas”, aponta o estudo. “Nesse cenário, em busca de maior previsibilidade e estabilidade de margens e de rentabilidade anual, empresas líderes de vendas começam a rever não apenas suas estratégias comerciais, formando parcerias ou reduzindo descontos, mas também suas estratégias de portfólio, diversificando o mix de produtos e reduzindo a dependência de genéricos.”

Índices positivos

Vale observar que muitos analistas do setor não acreditam ter chegado a uma saturação do mercado de genéricos no Brasil, pois há ainda muito espaço para crescer. Se comparado a mercados maduros, como o dos Estados Unidos, da Alemanha, do Japão, onde a participação de mercado dos genéricos atinge entre 60% e 80% do total em quantidade, espera-se que o segmento de genéricos continue a liderar o crescimento do mercado brasileiro, podendo representar entre 35% e 40% das vendas totais até 2020. “Os genéricos encerraram 2014 com 28% de participação de mercado, contra 27% no final de 2013. A expectativa é fechar 2015 com 30% de participação”, afirma a presidente da Pró Genéricos, Telma Salles. “Com preços, em média, 60% inferiores aos de produtos de referência, os genéricos ganham ainda mais relevância em cenários de economia estagnada e risco de comprometimento na renda”, esclarece Telma. “Os genéricos seguirão ocupando seu espaço. São os únicos produtos que, de saída, já são 35% mais em conta”, finaliza.

Genéricos inéditos 2014/2015 (até março de 2015)

ATIVO
Sulfato de atazanavir
Micofenolato de sódio
Fumarato de tenofovir desoproxila + lamivudina
Fulvestranto
Everolimo
Candesartana cilexetila + hidroclorotiazida
Cloridrato de nalbufina
Etoricoxibe
Cloridrato de raloxifeno
Tadalafila
Voriconazol
Temozolamida
Ertapeném sódico
Nitazoxanida
Cloridrato de moxifloxacino
Ciclesonida
Baclofeno
Dienogeste
Pitavastatina
Estradiol + didrogesterona (1 mg + 5 mg)
Estradiol + didrogesterona
(1 mg + 0 mg e 1 mg + 10 mg)
MÊS DO REGISTRO
Janeiro de 2014
Fevereiro de 2014
Março de 2014
Abril de 2014
Maio de 2014
Junho de 2014
Junho de 2014
Julho de 2014
Setembro de 2014
Outubro de 2014
Outubro de 2014
Novembro de 2014
Novembro de 2014
Dezembro de 2014
Janeiro de 2015
Janeiro de 2015
Janeiro de 2015
Janeiro de 2015
Janeiro de 2015
Março de 2015
Março de 2015

Screen Shot 2015-05-19 at 10.17.21 AMCom preços, em média, 60% inferiores aos de produtos de referência, os genéricos ganham ainda mais relevância em cenários de economia estagnada e risco de comprometimento na renda

Os genéricos seguirão ocupando seu espaço. São os únicos produtos que, de saída, já são 35% mais em conta


Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

“Embora a taxa de crescimento dos genéricos esteja diminuindo ao longo dos anos, esse segmento continua expandindo a um ritmo superior ao do mercado farmacêutico total e sabemos que existem muitas oportunidades a serem exploradas por essa categoria de medicamentos”, avalia o gerente de produto da Cimed, Leonardo Silva. “Se compararmos a penetração dos genéricos no Brasil com a de mercados mais maduros, as oportunidades ficam ainda mais evidentes”, revela o executivo, lembrando que 2014 foi um ano muito proveitoso para Cimed, pois a empresa manteve o crescimento de dois dígitos. “Em 2015 há muitas expectativas, pois teremos lançamentos importantes. Estamos investindo na ampliação da capacidade fabril para atender à crescente demanda por nossos produtos. Pretendemos aumentar o portfólio, investindo ainda mais no nosso instituto para pesquisa e desenvolvimento de produtos”, revela Silva.

 

Screen Shot 2015-05-19 at 10.23.01 AM

Novos produtos

Na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2014 foram realizados 368 registros novos na área de medicamentos. Desse total, 158 eram de genéricos, sendo 23 inéditos, 78 de similares, 40 de biológicos, 13 de fitoterápicos e 44 de inovadores (medicamentos que não existiam no País). Somente nos primeiros meses de 2015, foram aprovados mais sete genéricos inéditos: cloridrato de moxifloxacino, ciclesonida, baclofeno, dienogeste, pitavastatina e dois novos compostos feitos com a associação estradiol e didrogesterona. Genéricos inéditos são medicamentos que substituem os produtos de referência para os quais, até então, não havia concorrentes desse tipo. Esta parece ser uma nova forma de atuação da Anvisa a fim de agilizar o acesso da população a produtos inovadores. “Há algum tempo a Anvisa vem trabalhando com o intuito de priorizar os medicamentos mais relevantes para a população. Está muito claro que registrar um genérico inédito é mais importante que aprovar um produto que já possui diversos concorrentes no mercado”, afirma a Anvisa. “É importante esclarecer que o conceito de prioridade para genéricos inéditos não engloba apenas o primeiro produto, mas os três primeiros, o que permite que em pouco tempo um mercado tenha quatro concorrentes em vez de apenas um”, completa a assessoria da Anvisa.

 

Guia da Farmácia
Guia da Farmácia

Premiado pela Anatec na categoria de mídia segmentada do ano, o Guia da Farmácia é hoje a publicação mais conhecida e lembrada pelos profissionais do varejo farmacêutico. Seu conteúdo diferenciado traz informações sobre os principais assuntos, produtos, empresas, tendências e eventos que permeiam o setor, além de Suplementos Especiais temáticos e da Lista de Preços mais completa do mercado.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Edição Atual

Abrafarma Celebra 35 anos Com edição Histórica do Future Trends 2026 Baixar Prévia

Notícias da Última Edição

O varejo farma entrou em uma nova era. Sua farmácia entrou junto?

5 de agosto de 2026 Leia mais »

Erros silenciosos que drenam o caixa da farmácia todos os dias

3 de agosto de 2026 Leia mais »

Redes Sociais

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • YouTube
  • LinkedIn
  • Telegram
  • WhatsApp

Sobre

Guia da Farmácia Selo

Revista dirigida aos profissionais de saúde.

Rua da Paz, 1601
Conj 507
Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP
04713-002
Tel: (11) 5082-2200
Clique aqui para enviar uma mensagem

Estamos nas redes sociais:

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e pelo Google:
A Política de Privacidade e Termos de Serviço são aplicados.

Institucional

  • Contento
  • Anuncie
  • Loja Virtual
  • Assine o Guia da Farmácia
  • Qual Remédio
  • Farma Minuto
  • Outros sites do Grupo
    • Guia de Similares
    • Guia de Genéricos
  • LGPD – Política de privacidade

Últimos Posts

Seda lança linha Mega Crescimento com ativo Dynoxidil®

Seda lança linha Mega Crescimento com ativo Dynoxidil®

14 de agosto de 2026
Drogasmil abre 31 vagas no Rio de Janeiro com jornada 5×2

Drogasmil abre 31 vagas no Rio de Janeiro com jornada 5×2

14 de agosto de 2026
Nissei inaugura Beauty Center com novo modelo focado em beleza e lifestyle

Nissei inaugura Beauty Center com novo modelo focado em beleza e lifestyle

14 de agosto de 2026
Eurofarma reverte prejuízo e lucra R$ 159,8 milhões no 2T2026

Eurofarma reverte prejuízo e lucra R$ 159,8 milhões no 2T2026

14 de agosto de 2026
Anvisa proíbe chá e medicamentos que prometem efeito emagrecedor

Anvisa proíbe chá e medicamentos que prometem efeito emagrecedor

14 de agosto de 2026