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Disposição multivitaminada

Para suportar a rotina diária, que é constituída por múltiplas tarefas e cobranças, os polivitamínicos podem ser grandes aliados, ajudando na manutenção da disposição física e mental

O estresse se tornou um termo de uso comum na vida moderna. Diante de um cenário de competitividade, insegurança social, competência profissional sendo colocada à prova a todo o momento e das necessidades de sobrevivência econômica, é difícil aqueles que não se abatam e consigam pique para suportar e se adaptar a esta realidade repleta de pressões.

Além do estresse, o cansaço excessivo – caracterizado pela fadiga – torna-se, igualmente, cada vez mais comum, já que o corpo tem, como consequência à rotina atribulada, menos tempo para relaxar de forma satisfatória.

“Vive-se um ambiente de transformação acelerada, impulsionado pelo desenvolvimento econômico e tecnológico. Eles trazem consigo muita volatilidade, incerteza, ambiguidade e complexidade (no inglês representado pela sigla VUCA). Tais fatores configuram um cenário propício e gerador de uma epidemia de ansiedade, estresse, cansaço e esgotamento”, justifica o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Natulab, Olavo Rodrigues.

A fórmula da disposição

O uso de vitaminas sintéticas na forma de polivitamínicos pode ser necessário nos casos de fadiga, principalmente naqueles em que é difícil se obter o nutriente pela alimentação. As principais são:

Vitaminas do complexo B

Auxiliam no metabolismo enérgico. A vitamina B1, por exemplo, mais conhecida como tiamina, auxilia na conversão de nutrientes em energia. Assim como a tiamina, a vitamina B2 (riboflavina) também converte os alimentos em energia.

Vitamina B12

Pode ser encontrada na forma de comprimidos ou injetável, útil na deficiência de absorção gástrica deste elemento, como na anemia perniciosa.

Vitamina C

Tem a função antioxidante. Sua deficiência pode colaborar para o desencadeamento da fadiga.

Vitamina D

Muito citada nos casos de doenças autoimunes como fator coadjuvante importante para a fadiga. Obtida pela exposição da pele à luz solar e pela suplementação.

Ferro

É um elemento importante para o transporte de oxigênio dos pulmões para os tecidos e a sua deficiência pode causar fadiga importante.

Magnésio

Sua deficiência pode causar fadiga. Difícil de ser obtido na alimentação. É um componente importante para diversas funções orgânicas, como funcionamento do Sistema Nervoso Central (SNC), contração muscular, coadjuvante na massa óssea, importante para a função cardiovascular.

Fontes: gerente de Pharmaton, marca da farmacêutica Sanofi, Paolla Minotelli; e reportagem “Sensação de esgotamento”, do Portal Guia da Farmácia

Mas seja em quadros de fadiga ou estresse, os multivitamínicos têm surgido como ótimos aliados. “Muitos quadros de cansaço e fadiga estão relacionados com a deficiência de algumas vitaminas e minerais, como vitamina A, complexo B, C e D. Além destes, há minerais e substâncias bioativas que participam da remoção de radicais livres e do combate ao estresse oxidativo, como zinco, selênio, coenzima Q10 e flavonoides. Por fim, temos os minerais que contribuem com o funcionamento de músculos e ossos e combatem a fadiga muscular, como cálcio e magnésio, e os aminoácidos que participam dos ciclos energéticos celulares, como a arginina e a lisina”, exemplifica Rodrigues.

Assim, compostos por complexos de vitaminas e minerais essenciais para a saúde, eles podem ajudar a atingir a demanda diária de nutrientes para um melhor funcionamento do corpo e mente.

“Esses produtos atuam na melhora do metabolismo energético, auxiliando a ter disposição para realizar as tarefas diárias. Também ajudam a ter um melhor desempenho mental, por meio da cafeína, que atua no estado de concentração”, resume a gerente de Pharmaton, marca da farmacêutica Sanofi, Paolla Minotelli.

Foto: Shutterstock