Estudo sugere cuidado do varejo com integração online e loja física

Dados do Índice Nacional de Satisfação do Varejo diz que parte dos consumidores acredita que muitas lojas virtuais ainda estão despreparadas para atender o cliente

Ter cuidado no que se vende no online ligado a loja física é uma preocupação que o varejo de uma forma geral deve ter, inclusive o farmacêutico.

Dados do  Índice Nacional de Satisfação do Varejo (Insv) desenvolvido pela Inroots e referente ao mês de março, apontam uma modesta elevação de 0,51% no índice de satisfação do consumidor, fechando o mês com 80,03% contra 79,52% em fevereiro.

O estudo mapeou a percepção sobre as 300 maiores varejistas do país.

E levou em conta mais de 50 mil menções espontâneas na internet, incluindo redes sociais, plataformas de reviews e mecanismos de busca.

De acordo com a pesquisa, houve também uma importante diminuição em 28,67% no volume de menções às marcas, provável reflexo do fechamento de algumas lojas em função das medidas restritivas para o comércio.

Mas o que chamou a atenção foi a quantidade expressiva de menções sobre a operações das vendas online e a integração com as lojas físicas, somando 11,34% do número de comentários.

Deste total, 44,9% das citações estão relacionadas à experiência vivenciada em toda a jornada de compra.

Ou seja, desde o momento em que o cliente é impactado na internet até o pós-venda.

Para 21,8% o atendimento na loja online tem sido um ponto crítico na experiência de consumo.

E muitas lojas não estão preparadas para atender o cliente nesse formato.

“Antes de implementar um e-commerce, o varejista deve desenhar todo o processo e ajustar quaisquer gaps existentes na jornada de compra. Além disso, é preciso treinar colaboradores para atender a alta demanda e compreender esse novo consumidor digital”, ressalta o sócio-diretor da Inroots, Ricardo Pomeranz.

O cuidado com o online integrado à loja física é importante

Já 25,2% desses consumidores valorizam a conveniência dos canais online, especialmente em um momento de pandemia.

Por fim, a percepção de que os preços na internet são mais vantajosos na comparação com a loja física foi, então, citada em 8,1% dessas menções.

Com a crise econômica deflagrada pela pandemia e a queda na renda média, o consumidor tende, então, a priorizar produtos e serviços mais econômicos.

Sem a necessariamente, portanto, de se atrelar a uma marca ou mesmo a um ponto de venda específico.

Acompanhe o ranking das farmácias preferidas e hábitos de consumo do brasileiro 

Fonte: Inroots

Foto: Divulgação

 

Indique para um amigo ... Share on Facebook
Facebook
Tweet about this on Twitter
Twitter
Share on LinkedIn
Linkedin
Email this to someone
email
Print this page
Print

Deixe um comentário