Eurofarma, em parceria com ICB-USP, realiza pesquisas de fármacos para Covid-19

A iniciativa visa encontrar soluções de tratamento para os pacientes contaminados com o vírus

A Eurofarma, sendo a farmacêutica de capital nacional que mais investe em inovação no Brasil, participa em cooperação com o Laboratório Phenotypic Screening Platform, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), de diversas pesquisas para a descoberta de novas drogas. Mais recentemente, em função da pandemia, esta parceria se estendeu para a colaboração no reposicionamento de drogas já existentes e com outras indicações, para assim avaliar potencial efetividade na prevenção e combate ao Covid-19.

A empresa cedeu uma de suas bibliotecas com 1.500 fármacos, que já se encontrava nas plataformas de análises do laboratório da USP para outros projetos, também para essas novas pesquisas.

“Somos a farmacêutica brasileira com maior investimento em Pesquisa & Desenvolvimento no país. Somente em 2020 pretendemos investir mais de R$ 330 milhões, o que corresponde a aproximadamente 8% de nossa receita líquida. Estamos continuamente trabalhando para a descoberta de novas drogas, tanto com iniciativas internas, quanto em colaborações como esta, realizada com o Instituto de Ciências Biomédicas. A Eurofarma é parceira da Universidade há alguns anos e tinha cedido esta biblioteca com 1.500 compostos para ensaios na área de antibióticos. Agora, essas mesmas moléculas estão sendo testadas no contexto do Covid-19”, diz Martha Penna, vice-presidente de Inovação da Eurofarma.

Eurofarma contra a Covid-19

A vantagem em se testar medicamentos existentes no cenário do Covid-19 é a celeridade. Isso uma vez que já se tem conhecimentos sólidos acerca da segurança dessas substâncias. “Com essa base de dados consolidada, é possível que os cientistas possam identificar um reposicionamento dessas moléculas. Assim, analisando as respostas perante o vírus. As parcerias com universidades, médicos, cientistas e pesquisadores e o investimento crescente que a empresa faz, nos permitem também atuar na realização de estudos clínicos emergenciais, como é o caso da que estamos vivendo agora”, complementa Gabriela Barreiro, gerente de Pré-Clínico da Eurofarma.

Foto: Shutterstock

Fonte: Eurofarma

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