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Farmacêutica da USP alerta sobre os riscos da automedicação

Por Guia da Farmácia 27 de agosto de 2025 Atualizado em: 25 de agosto de 2025 Nenhum comentário 5 Minutos de leitura
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Uma pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) revela que nove entre dez brasileiros tomam medicamentos sem prescrição. Segundo a pesquisa de 2024, a automedicação é mais comum para sintomas como dores de cabeça, gripes, resfriados, febres e dores musculares.

Para esses casos mais corriqueiros, em que os problemas de saúde tendem a se resolver sozinhos e a automedicação é feita com medicamentos de venda livre como analgésicos e antitérmicos, ela pode ser adequada desde que se siga as orientações de bula. Para além disso, a prática possui diversas contraindicações por conta de seu risco à saúde, incluindo o aumento de resistência bacteriana e surgimento de infecções mais difíceis de serem tratadas.

A farmacêutica e professora Maria Olívia Barboza Zanetti da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP reforça que mesmo quando feita em casos específicos “a automedicação deve ser responsável, ou seja, realizada com orientação, cautela e conhecimento. É sempre preferível consultar um profissional de saúde, como um farmacêutico, que está dispensando o medicamento para garantir que o tratamento seja seguro e efetivo”.

Efeitos adversos da automedicação e resistência bacteriana

Segundo a farmacêutica, a automedicação deve ser feita com cautela, uma vez que pode mascarar sintomas de uma condição mais séria, retardar o diagnóstico e o tratamento adequado.

Ela ainda alerta que medicamentos que interagem de forma negativa entre si podem ser combinados sem conhecimento, o que pode reduzir a eficácia deles ou aumentar o risco de efeitos adversos.

Os medicamentos mais utilizados sem prescrição são os analgésicos antitérmicos e alguns anti-inflamatórios, por serem de venda livre e usados para o manejo de sintomas de condições autolimitadas.

“O uso inadequado de doses, tanto menores quanto maiores do que o recomendado, também pode levar a tratamentos ineficazes ou a toxicidade. Também é importante citar que certos medicamentos, como ansiolíticos ou opioides, têm potencial de causar dependência física e psicológica se usados de maneira inadequada”, acrescenta.

Os riscos podem ser ainda maiores quando a automedicação é feita com antibióticos, incluindo o desenvolvimento de novas infecções mais difíceis de tratar e prolongamento de internações.

“O uso inadequado, seja por indicação incorreta, doses equivocadas, tempo insuficiente ou mesmo prolongado de tratamento favorece o desenvolvimento de resistência bacteriana. Isso significa que não apenas as bactérias causadoras de infecção podem deixar de responder ao antibiótico, mas também as bactérias que compõem a nossa flora podem se tornar resistentes ou aumentar muito em número, gerando novos quadros infecciosos”, explica Maria Olívia.

Com isso, desde 2011, os antibióticos são de prescrição obrigatória e com exigência de retenção de receita pela farmácia e, em 2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou e atualizou essas regras, organizando os procedimentos de dispensação em farmácias e drogarias.

Medicalização da vida

Em uma análise do alto número de brasileiros que se automedicam, a farmacêutica e professora Maria Olívia conta que os principais fatores são a facilidade de acesso a medicamentos e a crença de que as pessoas já conhecem o medicamento ideal para determinados sintomas baseados em experiências anteriores ou indicações de amigos e familiares.

Mas isso não é tudo: “A dificuldade de acesso a consultas médicas, seja pelo tempo de espera no sistema público ou pelo custo elevado no sistema privado, também contribui bastante”, acrescenta.

Outro fator que interfere nessa elevada taxa é a medicalização da vida, fenômeno em que sintomas comuns como estresse ou insônia ocasional são vistos como problemas de saúde que exigem medicamento imediato.

“É o processo em que aspectos naturais da nossa existência, como o envelhecimento, momentos de tristeza ou determinados comportamentos passam a ser tratados como doenças que necessitam de medicamento. Isso gera uma cultura em que a solução farmacológica é vista como a primeira e muitas vezes como a única alternativa”, analisa. Para ela, o resultado é o uso irracional ou desnecessário de medicamentos, muitas vezes sem indicação de um profissional de saúde e que além de ineficazes nessas situações também podem ser prejudiciais.

Responsabilidade compartilhada

De acordo com a farmacêutica, para reduzir a automedicação é necessária uma responsabilidade compartilhada entre governo, profissionais de saúde, farmácias, laboratórios farmacêuticos e mesmo os próprios usuários de medicamentos.

“O governo tem um papel fundamental na implementação de políticas de saúde pública, na regulação de prescrição e dispensação de medicamentos e na educação da população sobre o uso correto. Isso inclui campanhas de conscientização sobre os riscos da prática e legislações que restrinjam a compra de medicamentos com maior potencial de causar danos quando usados sem prescrição”, diz. Além disso, ela aponta para a necessidade de facilitar o acesso a consultas na atenção primária, diminuindo filas e ampliando alternativas como teleatendimento.

Ao mesmo tempo, a farmacêutica diz que os profissionais de saúde são fundamentais na prescrição, dispensação e orientação adequada sobre o uso de medicamentos.

“No caso dos antimicrobianos, um médico deve prescrever antibióticos somente quando comprovadamente necessário, orientando ao paciente a importância de seguir os horários e completar o tratamento para evitar a resistência bacteriana. O farmacêutico também tem um papel estratégico, orientando a população e servindo como primeiro contato de cuidado em muitos casos”, conclui.

Fonte: Jornal da USP

Foto: Shutterstock

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