Close Menu
Login
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
ASSINE o Guia da Farmácia Cadastre-se na Área Restrita
Guia da Farmácia
×

Área Restrita

Cadastro gratuito apenas para prescritores de medicamento.
Acesse conteúdos exclusivos do Portal.

Cadastre-se

Esqueceu a senha?
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Login
Alternar modo escuro/claro
Guia da Farmácia Guia da Farmácia
Guia da Farmácia
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
← Escolha a categoria da busca
ASSINE o Guia da Farmácia
Notícias

Febre do Nilo Ocidental no Brasil: casos confirmados e o que as farmácias precisam saber

Guia da Farmácia Por Guia da Farmácia 31 de agosto de 2026 Atualizado em: 28 de agosto de 2026 Nenhum comentário 7 Minutos de leitura
febre do nilo

A Febre do Nilo Ocidental (FNO) é uma arbovirose que tem ganhado atenção crescente no cenário da saúde pública brasileira. Transmitida principalmente por mosquitos do gênero Culex, a doença, embora muitas vezes assintomática, pode evoluir para quadros neurológicos graves, exigindo atenção e estratégias de prevenção eficazes.

Neste contexto, as farmácias e seus profissionais emergem como pontos cruciais na linha de frente da informação, orientação e suporte à vigilância epidemiológica da febre do Nilo Ocidental.

A relevância da doença reside na sua capacidade de causar um espectro de manifestações clínicas. A maioria das pessoas infectadas (cerca de 80%) não desenvolve sintomas. No entanto, aproximadamente 20% dos indivíduos podem apresentar sintomas leves a moderados, como febre, dor de cabeça, dores no corpo, fadiga, náuseas, vômitos e, em alguns casos, erupções cutâneas e inchaço dos gânglios linfáticos¹.

Em uma pequena parcela dos casos (menos de 1%), a FNO pode progredir para quadros neuroinvasivos, como encefalite, meningite ou paralisia flácida aguda, que demandam intervenção médica urgente e podem deixar sequelas permanentes ou até mesmo levar a óbito¹.

Número de casos no Brasil

Em Santa Catarina, foram confirmados dois casos. O primeiro evoluiu para o óbito de uma paciente de 77 anos, moradora de Imbituba. O segundo registro foi de um homem de 56 anos, residente em Caçador, que chegou a ser internado, mas recebeu alta médica2.

Ambos os pacientes apresentaram graves manifestações neurológicas associadas à infecção2.

Já no estado de São Paulo, as autoridades confirmaram dois casos em território paulista. Os registros ocorreram no interior, sendo de uma mulher de 34 anos, moradora de Ribeirão Preto, e uma jovem, de São José do Rio Preto, que está internada sob cuidados médicos2.

A origem do contágio nos dois casos paulistas segue sob investigação pelas equipes de saúde, com diagnósticos confirmados por exames laborais realizados pelo Instituto Adolfo Lutz2.

O ciclo de transmissão e a importância da vigilância

O vírus da Febre do Nilo Ocidental circula naturalmente entre aves silvestres, que atuam como hospedeiros amplificadores, e mosquitos. Os seres humanos e outros mamíferos, como cavalos, são considerados hospedeiros acidentais, o que significa que, embora possam ser infectados, não desenvolvem viremia suficiente para transmitir o vírus a outros mosquitos, interrompendo o ciclo de transmissão².

A vigilância epidemiológica é fundamental para o controle da FNO, especialmente em áreas onde a doença é endêmica ou em surtos. A identificação precoce de casos suspeitos e a realização de testes diagnósticos são etapas essenciais para monitorar a circulação do vírus e implementar medidas de controle vetorial¹.

O diagnóstico específico de cada paciente é crucial, tanto para casos isolados quanto para situações de surtos, permitindo uma resposta rápida e direcionada das autoridades de saúde¹.

Diagnóstico: desafios e especificidades

O diagnóstico da febre do Nilo Ocidental pode ser complexo devido à sobreposição de sintomas com outras arboviroses e doenças febris agudas. O teste mais comum é a detecção de anticorpos IgM contra o vírus do Nilo Ocidental em soro (coletado a partir do 5º dia após o início dos sintomas) ou em líquido cefalorraquidiano (LCR), utilizando a técnica de captura de anticorpos IgM (ELISA)¹.

É importante ressaltar que pacientes recentemente vacinados (contra febre amarela, por exemplo) ou infectados com outros Flavivírus (como Dengue, Zika, Febre Amarela, Saint Louis, Rocio e Ilhéus) podem apresentar resultados de IgM-ELISA positivos devido a reações cruzadas. Nesses casos, outras provas, como a inibição da hemaglutinação, detecção do genoma viral (PCR), isolamento viral e PRNT (Teste de Redução de Placas por Neutralização), podem ser utilizadas para confirmar o diagnóstico¹.

A coleta de amostras de sangue, soro e LCR deve ser realizada o mais precocemente possível para viabilizar o diagnóstico etiológico, que pode ser feito por meio de provas moleculares (RT-PCR) e isolamento viral. Estudos indicam que a IgM pode se formar primeiro no LCR, antes do soro, o que reforça a importância da coleta de diferentes tipos de amostras¹.

Tratamento para a Febre do Nilo

Não existe vacina ou tratamento antiviral específico para a Febre do Nilo Ocidental. É preconizado apenas o tratamento sintomático, com cuidadosa assistência ao paciente, que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso e com reposição de líquidos, quando indicado1.

Nas formas graves, com envolvimento do SNC, o paciente deve ser atendido em uma unidade de terapia intensiva (UTI), com o intuito de se reduzirem as complicações e o risco de óbito. O tratamento é de suporte, frequentemente envolvendo hospitalização, reposição intravenosa de fluídos, suporte respiratório e prevenção de infecções secundárias1.

Formas de prevenção

Atualmente no Brasil não há vacinas recomendadas contra Febre do Nilo Ocidental. Como proteção individual, recomendam-se usar repelentes e evitar exposição aos vetores, principalmente ao amanhecer e ao entardecer. O uso de tela em janelas e portas pode ser indicado1.

Algumas medidas podem ajudar a reduzir os riscos1:

  • Evite água parada e locais sem saneamento básico.
  • Trabalhadores em risco são aqueles que trabalham ao ar livre, que incluem: médicos veterinários, agrônomos, zootecnistas, biólogos, agricultores, paisagistas, jardineiros, trabalhadores da construção civil, entomologistas e outros.
  • Não despeje lixo em valas, valetas, margens de córrego, rios e riachos.
  • Evite manusear animais mortos quando possível.

Ao poder público, cabe dar ênfase aos setores com atuação nas áreas de controle integrado de vetores, visando ao controle, que inclui1:

  • Redução dos criadouros: eliminar todos os recipientes descartáveis que possam acumular água. Atenção especial deve ser dada aos pneus.
  • Manejo ambiental: alterações no meio ambiente que reduzam os criadouros potenciais de Aedes e de Culex.
  • Melhoria de saneamento básico: mosquitos do gênero Culex criam-se em fossas e em remansos de rios e/ou em lagoas poluídas.
  • Controle químico e biológico dos criadouros que não possam ser descartados.
  • O controle químico de mosquitos adultos deve ser reservado para situações de surto, com o objetivo de bloqueio da transmissão.

Conclusão

A Febre do Nilo Ocidental reforça a importância da vigilância epidemiológica, do diagnóstico adequado e da adoção de medidas de prevenção, especialmente diante da possibilidade de evolução para formas neurológicas graves. Embora não exista, atualmente, vacina ou tratamento antiviral específico disponível no Brasil, a identificação precoce de casos suspeitos, a assistência adequada e o controle dos vetores são estratégias fundamentais para reduzir complicações e limitar a circulação do vírus.

Nesse cenário, as farmácias e os profissionais farmacêuticos podem contribuir de forma relevante para a saúde pública, ampliando o acesso à informação, orientando sobre medidas de proteção individual e coletiva e reconhecendo sinais que indiquem a necessidade de avaliação médica. A atuação integrada entre população, profissionais de saúde e autoridades sanitárias é essencial para fortalecer a prevenção e a resposta diante da circulação da Febre do Nilo Ocidental no país.

Referências

  1. Febre do Nilo Ocidental. Ministério da Saúde. Disponível em: www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febre-do-nilo-ocidental. Acesso em: 28/08/2026.
  2. O que se sabe sobre Febre do Nilo Ocidental: SP e SC já registraram casos. Associação Paulista de Medicina (APM). Disponível em: www.apm.org.br/o-que-se-sabe-sobre-febre-do-nilo-ocidental-sp-e-sc-ja-registraram-casos/. Acesso em: 28/08/2026.

Foto: Shutterstock

Leia também

Sarampo voltou? Veja tudo o que a equipe da farmácia precisa saber

Guia da Farmácia
Guia da Farmácia

Premiado pela Anatec na categoria de mídia segmentada do ano, o Guia da Farmácia é hoje a publicação mais conhecida e lembrada pelos profissionais do varejo farmacêutico. Seu conteúdo diferenciado traz informações sobre os principais assuntos, produtos, empresas, tendências e eventos que permeiam o setor, além de Suplementos Especiais temáticos e da Lista de Preços mais completa do mercado.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Edição Atual

Novos Horizontes no Varejo Farmacêutico Baixar Prévia

Notícias da Última Edição

A farmácia do futuro: de ponto de venda para Ponto de Cuidado

3 de setembro de 2026 Leia mais »

Mais tecnologia no varejo farmacêutico não significa, necessariamente, mais eficiência

2 de setembro de 2026 Leia mais »

Redes Sociais

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • YouTube
  • LinkedIn
  • Telegram
  • WhatsApp

Sobre

Guia da Farmácia Selo

Revista dirigida aos profissionais de saúde.

Rua da Paz, 1601
Conj 507
Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP
04713-002
Tel: (11) 5082-2200
Clique aqui para enviar uma mensagem

Estamos nas redes sociais:

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e pelo Google:
A Política de Privacidade e Termos de Serviço são aplicados.

Institucional

  • Contento
  • Anuncie
  • Loja Virtual
  • Assine o Guia da Farmácia
  • Qual Remédio
  • Farma Minuto
  • Outros sites do Grupo
    • Guia de Similares
    • Guia de Genéricos
  • LGPD – Política de privacidade

Últimos Posts

GUM lança linha de higiene bucal infantil Guerreiras do K-pop

GUM lança linha de higiene bucal infantil Guerreiras do K-pop

11 de setembro de 2026
Merck, SBD e Prefeitura de Guarulhos lançam programa de capacitação em diabetes e pré-diabetes

Merck, SBD e Prefeitura de Guarulhos lançam programa de capacitação em diabetes e pré-diabetes

11 de setembro de 2026
4 em 10 brasileiros usaram medicamentos sem eficácia contra Covid

4 em 10 brasileiros usaram medicamentos sem eficácia contra Covid

11 de setembro de 2026
Concurso da Saúde prevê 7.027 vagas; veja oportunidades para farmacêuticos

Concurso da Saúde prevê 7.027 vagas; veja oportunidades para farmacêuticos

11 de setembro de 2026
Wegovy tira 40% das crianças da classificação de obesidade em estudo de fase 3

Wegovy tira 40% das crianças da classificação de obesidade em estudo de fase 3

11 de setembro de 2026