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Hábitos de consumo das brasileiras antecipam tendências no setor de beleza

Pesquisa feita pela Avon mostra que ferramentas digitais se tornaram prioridade e elas confiam mais em cientistas

As ferramentas digitais se tornaram prioridade para as consumidoras de produtos de beleza. Além disso, elas estão confiando mais em cientistas e pesquisadores.

Essas são algumas das conclusões de um estudo feito pela Avon para retratar as transformações nos hábitos de consumo das mulheres.

Os resultados mostram, também, que as brasileiras vêm antecipando tendências globais.

O estudo foi feito com cerca de 4 mil mulheres de diferentes nacionalidades.

Cerca de 44% das entrevistadas têm dificuldade para encontrar produtos com cores equivalentes ao seu tom de pele em maquiagens e cosméticos em geral.

Por isso, então, serviços de experimentação digital em aplicativos estão em alta e muitas vezes se tornam uma experiência lúdica para o consumidor.

Ferramentas digitais

Um exemplo são os filtros criados pela Avon para experimentar os batons das linhas Power Stay e Ultra, via Instagram, que tornam a experiência de compra dinâmica e mais personalizada.

O estudo mostra que 64% das pessoas estão mais dispostas a ouvir conselhos dos especialistas, especialmente após a onda de desenvolvimento de novas vacinas para o enfrentamento à pandemia.

Consequentemente, é esperado que a ciência em alta também impacte na escolha por produtos com eficácia comprovada em evidências científicas.

Além disso, 81% das mulheres acreditam que ingredientes naturais são mais seguros para a pele.

Portanto, uma tendência que deve se expandir para que marcas busquem novas fórmulas e manipulações.

“Vimos os hábitos de compra e de beleza se modificarem no mundo todo, provocando também um movimento de mudança das empresas. No Brasil, por exemplo, as mulheres já vêm colocando em prática vários desses novos comportamentos, como a preferência por serviços digitais de compras, o interesse maior em rituais de beleza e transformações na relação com a imposição de padrões estéticos e com a própria autoestima”, comenta a diretora-executiva de Marketing na categoria de maquiagem da Avon Brasil, Juliana Barros.

Rituais de autocuidado

A pesquisa mostra que os rituais de autocuidado continuarão a fazer, portanto, parte da rotina de consumidores mesmo após reabertura de salões de beleza.

Certamente, com as restrições sociais implementadas, houve um aumento pela preferência, então, por produtos de tratamento em casa.

Como por exemplo, itens voltados para massagens, limpadores e itens para banho, em 2020.

“Enfrentar uma nova realidade trouxe uma perspectiva diferente sobre beleza para os consumidores, que se aprofundaram em suas preferências pessoais. A partir disso, passaram a ter mais conhecimento e interesse ao que compõe sua rotina de autocuidado”, explica a executiva.

Os rituais do dia a dia também são fortalecidos a partir de uma nova ótica: produtos de beleza foram apontados como a principal forma de ajuda para o alívio do estresse (64%).

Já a apreciação do processo de envelhecimento também ganha destaque – duas a cada cinco mulheres de 55 anos entrevistadas já não consideram rugas e linhas finas como suas maiores inseguranças com a pele, por exemplo.

‘Olha de Novo’

Recentemente, a Avon também realizou, no Brasil, a pesquisa chamada “Olha de Novo”, em parceria com a empresa de consultoria Grimpa, sobre possíveis transformações nos hábitos de consumo e beleza de mulheres no País após o início da pandemia.

O estudo revelou diversas semelhanças com os resultados da pesquisa global, mostrando que, para as brasileiras, essas tendências já fazem parte da sua realidade.

Um exemplo é a própria digitalização, aspecto importante para 67% das entrevistadas da pesquisa “Olha de Novo”, que sinalizaram que o e-commerce se tornou o seu principal canal de compras.

Hábitos de consumo das brasileiras

Outro ponto em comum entre os levantamentos é a transformação na forma como as mulheres lidam com a pressão estética:

No Brasil, 80% das entrevistadas afirmaram, contudo, que a autoestima se tornou uma questão de bem-estar.

E não de padrões, priorizando a saúde (69%) e as qualidades pessoais (24%).

O estudo sobre os hábito de consumo revelou que as mulheres brasileiras, assim como as estrangeiras, também estão investindo mais em rituais de autocuidado.

E que essa prática também tem um papel positivo na saúde mental da maioria.

Cerca de 34% das entrevistadas revelaram estar mais interessadas em produtos de cuidado com a pele e também do corpo com o objetivo de cuidar mais de si mesmas.

Além disso, 80% afirmaram que tais produtos foram aliados no aumento da sensação de bem-estar durante, então, a pandemia.

Pesquisa revela que pandemia traz um novo olhar sobre os padrões de beleza para 80% das brasileiras 

Fonte: Mercado & Consumo

Foto: Shutterstock

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