fbpx

Aproveitando o máximo sem descuidar da saúde

Com a chegada da estação mais quente do ano, a população aproveita para curtir momentos de lazer ao sol. Com isso, acontece a corrida às farmácias em busca de itens que garantam proteção

Época de altas temperaturas e férias representa, para a maioria da população, viagens, descanso e a difícil, mas também prazerosa tarefa de fazer as malas. E para aproveitar bem o momento de lazer, é necessário pensar em itens que possam garantir o bem-estar e o conforto de todos da família. Afinal de contas, comer alimentos diferenciados, ou ficar exposto a um lugar que não se está habituado, pode ocasionar alguns problemas à saúde.

Por isso que a maior parte dos brasileiros não sai de casa sem o famoso kit verão. Com a lista em mãos, o consumidor parte em busca de produtos específicos para o período ou lugar que irá viajar.

Para que o varejista lucre com a sazonalidade e aumente o tíquete médio do seu estabelecimento, é preciso abastecer as gôndolas com os itens de maior demanda da época. Veja quais são e como orientar o consumidor da melhor maneira possível.

Protetor solar

Os dias mais aguardados do ano, enfim, chegaram. Época de muita exposição solar, afinal, praia e mar são destinos certos para alcançar aquela cor tão desejada. Mas no meio de tanta agitação, homens e mulheres esquecem o mais importante durante os dias mais quentes, a proteção solar.

É exatamente nesta época do ano que os consumidores querem aproveitar o sol ao máximo para conquistar o tom de pele dourado e perfeito. Mas não se pode esquecer de que é importante se expor com moderação e cautela, afinal, o verão continua.

Segundo especialistas, nem todas as pessoas conseguem se bronzear, então acabam abusando do sol na busca da tão desejada cor. Não se deve insistir na exposição solar em busca de um bronzeado se a consumidora é uma pessoa que tende a ficar mais vermelha do que bronzeada. São justamente essas pessoas que têm mais queimaduras e as mais graves.

A única forma de se prevenir é usando o bloqueador solar, e cada tom de pele exige um fator de proteção específico. Os dermatologistas alertam para a importância do uso constante do protetor, principalmente nas áreas mais expostas, como, por exemplo, o rosto.

“As vendas dos produtos desta categoria durante o verão têm aumento significativo, porém, ela ainda possui uma baixa penetração, comparada a outras categorias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPC). Por isso, buscamos sempre alertar sobre os cuidados com a pele e o sol, por meio de novas campanhas, patrocínios e lançamentos de produtos que visam à proteção. Cenoura & Bronze conta com uma linha completa com produtos desenvolvidos para garantir a proteção contra os raios solares e um bronzeado seguro e saudável. A linha possui protetores, bronzeadores e pós-sol, que se adaptam a diferentes perfis e tipos de pele”, informa a diretora de marketing da marca, Regiane Erasto Bueno.

Os consumidores de farmácia têm diversas opções de produtos para se prevenir e aproveitar as férias de maneira segura, sem se preocupar com os danos que o sol pode causar. Algumas pessoas dizem que o descuido com a proteção solar deve-se ao uso de itens que não são adequados para cada tipo de pele. Para os consumidores de tez oleosa, já existem nas farmácias itens adequados que proporcionam sensação de toque seco e outros que ainda auxiliam na maquiagem, com tons para qualquer cor.

Sendo assim, fica difícil afirmar que é por falta de opções que a proteção não é feita, basta pedir orientação ao dermatologista e encontrar o que for melhor para a tez e o bolso. Hoje em dia, é possível encontrar produtos acessíveis e sem perder a qualidade e eficácia.

Segundo a gerente de shopper & gerenciamento por categoria da Johnson & Johnson, Patrícia Gimenes, é fundamental garantir, no sortimento e na exposição, a gama completa de Fatores de Proteção Solar (FPS) disponível. Em muitos casos, o ponto de venda (PDV) é onde o shopper conhece as novidades da categoria. Presença e visibilidade de novos produtos são essenciais para agregar valor à gôndola de proteção solar.

“Nos períodos de pré-verão e verão, é muito importante dar destaque à categoria, garantindo sua presença na loja em locais de alto fluxo, por meio de pontos extras e cross-merchandising, facilitando a lembrança e decisão de compra da categoria. Mesmo durante o inverno, deve-se manter um bom sortimento da categoria para promover o uso fora da sazonalidade e fidelizar os shoppers regulares”, completa Patrícia.

Pós-sol

Quando o consumidor exagera na exposição solar, como amenizar o problema? O excesso de sol sem proteção solar a curto prazo pode causar queimaduras, bolhas, manchas e agravamento em quadros de acne. A longo prazo, além do envelhecimento precoce, podem surgir problemas mais graves, como câncer de pele. A cientista da Johnson & Johnson, Cristina Vendruscolo, alerta que, primeiro, é sempre bom alertar o consumidor sobre a importância da proteção solar para evitar que a pele sofra esses danos. Mas se a queimadura já ocorreu, convém avaliar a gravidade, que pode variar de primeiro até o terceiro grau:

• Primeiro grau – atinge a camada mais superficial da pele: a epiderme. Causa avermelhamento da pele.

• Segundo grau – atinge a epiderme e parte da derme mais profunda. É comum que a pessoa sinta dor, tenha inchaço e que forme quase bolha ou bolha superficial.

• Terceiro grau – atinge a camada mais profunda da pele. Esse caso é o mais grave, com formação de bolhas.

A recomendação é de que, para casos de queimadura, sempre consultar um médico, pois ele indicará o tratamento mais adequado. Enquanto isso, a principal recomendação é que a pessoa não se exponha mais ao sol, enquanto não tiver a sua pele recuperada, e utilize produtos específicos para pele queimada como, por exemplo, cremes pós-sol com aloe vera. Cristina recomenda que o consumidor aplique compressas frias no local, evite banhos quentes, hidrate bem a pele e aplique produtos pós-sol. Nunca estourar as bolhas formadas. “O Gel Hidratante Pós-Sol, por exemplo, contém em sua composição 95% aloe vera, uma substância natural que recondiciona a pele, deixando-a macia e hidratada, evitando a descamação. Por ser em gel, ainda deixa uma sensação fresquinha, ideal para o aliviar o calor do verão brasileiro, além de deixar a pele bonita e saudável.”

Ela explica que, como a pele já foi agredida pelo processo de queimadura, ela necessita de cuidados especiais. Esses produtos contêm substâncias calmantes e formulação mais leve, em gel ou loção. Os produtos pós-sol apresentam fórmula suave e rápida absorção para hidratar e proporcionar alívio. Os agentes calmantes, como o aloe vera, minimizam os sintomas provocados pelo excesso de exposição à radiação ultravioleta (UV).

Por se expor bastante ao sol, muitas vezes sem a proteção necessária, a maioria das pessoas já ficou queimada e recorreu aos produtos pós-sol. “Nos períodos de pré-verão e verão, é muito importante dar destaque à categoria, garantindo sua presença na loja em locais de alto fluxo, por meio de pontos extras e cross-merchandising, facilitando a lembrança e decisão de compra da categoria. Mesmo durante o inverno, deve-se manter um bom sortimento da categoria para promover o uso fora da sazonalidade e fidelizar os shoppers regulares”, recomenda Cristina.

Repelentes

Além de livrar a população do incômodo das picadas, o repelente também virou arma contra a dengue, doença que cresce no País a cada ano. E a categoria tem a sua venda aumentada a partir do início da elevação das temperaturas, já que é nesta fase que a aparição dos insetos fica mais evidente e incômoda. Com isso, o canal farma representa mais de 60% das vendas da categoria.

Segundo a gerente de categoria da Reckitt Benckiser (RB), responsável por Repelex, Holly Garbett, existe um indicativo de que a população conhece bem os riscos da doença. “Em fevereiro deste ano, pesquisa realizada pelas marcas SBP e Repelex com a população dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro indicou que nove a cada dez entrevistados se sentiam suscetíveis à picada do mosquito da dengue.” Mais: a grande maioria, 72%, disse já ter sofrido pessoalmente com a doença ou conhecia alguém próximo que contraiu o vírus.

Nos últimos 50 anos, a incidência da dengue aumentou 30 vezes com aumento da expansão geográfica para novos países e, na presente década, para pequenas cidades e áreas rurais. É estimado que 50 milhões de infecção por dengue ocorram anualmente e que aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas vivem em países onde a dengue é endêmica.

“O consumo de repelentes está relacionado ao combate à dengue, porque eles evitam a picada do mosquito transmissor da doença, auxiliando na profilaxia, pois evitam que as pessoas adoeçam”, completa o departamento de comunicação Johnson & Johnson Consumo do Brasil.

No mercado brasileiro, a gerente de produto do Grupo Cimed, Angélica Néspoli, destaca que os repelentes são comercializados em diversas versões, tais como: loção, spray e aerossol. E há três diferentes tipos de princípios ativos: icaridina, DEET e IR3535.

Ela explica que a icaridina possui ação de longa duração no combate aos insetos, quando encontrada na concentração entre 20% e 25%. Nessas concentrações, o produto protege as pessoas por até dez horas.

O DEET (abreviatura de N,N-dietil-meta-toluamida ou N,N-dietil-3-metilbenzamida) é o repelente comum, presente na grande maioria das marcas. Os repelentes com DEET protegem por até quatro horas, em média. E sua concentração varia entre 5% e 15%.

O repelente à base de IR 3535 é indicado para bebês acima de seis meses, alerta Angélica. Todos os outros repelentes só podem ser usados depois de dois anos de idade por causa da toxicidade. Por ser uma substância com menos risco de alergias e intoxicação, é indicado para tão pouca idade. O tempo de proteção é de até quatro horas.

Segundo a executiva da RB, as variantes aerossol, spray, loção e gel (kids) são desenvolvidas para atender a preferências e necessidades informadas pelo consumidor.

O aerossol, por exemplo, além de rápida secagem, é prático durante sua aplicação. As opções em spray também são de fácil aplicação, em especial nas áreas em que as mãos não chegam com facilidade, enquanto as loções se espalham suavemente pela pele. Por fim, o gel, formato especialmente criado para crianças, não é oleoso, seca rapidamente e possui uma fragrância agradável.

Cada um deles vem com a recomendação de uso no contrarrótulo e a gerente de produto do Grupo Cimed aconselha que o farmacêutico oriente o consumidor a seguir a recomendação do produto/fabricante. “Água e suor: se for nadar ou praticar atividades físicas, o repelente deve ser reaplicado, pois ele perde sua eficácia em contato com a água e o suor intenso; crianças: procure repelentes específicos para bebês e crianças, já que as substâncias utilizadas nos tradicionais podem ser prejudiciais aos pequenos”, orienta Angélica. Já o diretor-geral do laboratório Osler, Paulo Castejón Guerra Vieira, lembra que os consumidores devem aplicar uma quantidade generosa do produto, pois a tendência natural é passar menos do que o necessário.

Depilatórios

O Brasil é um país tropical, a brasileira valoriza sua sensualidade e, com isso, a depilação há muito tempo virou também um hábito de higiene feminina. Por ter uma vida dinâmica, repleta de atividades, a consumidora tende a se cuidar para estar bem com sua própria autoestima, saudável e bonita.

Essa mulher busca por produtos que facilitem seu dia e aperfeiçoem seu tempo. Nesse caso, é muito comum que a mulher opte por buscar produtos que agilizem o processo e tragam a comodidade de realizar a depilação no conforto do lar.

Essa tendência aumenta conforme as estações do ano vão entrando e saindo. Com a chegada da primavera/verão, por exemplo, o corpo fica mais exposto e, consequentemente, é mais notado pela sociedade.

A busca das mulheres por uma pele macia e sem pelos tem sido uma constante há séculos. O simples ato de removê-los faz com que a consumidora se sinta muito mais feminina. Por isso, a depilação acaba sendo uma prática comum e fundamental na rotina de beleza, enaltece a gerente de marketing de Gillette Venus, Juliana Moretti. “Ainda mais agora com a proximidade do verão, época de maior exposição do corpo.”

Recentemente, a P&G, em parceria com a Ilumeo, realizou um estudo para identificar os principais hábitos das consumidoras brasileiras e suas reais necessidades em beleza e constatou que a maioria das entrevistadas (54%) sente mais necessidade em se depilar no verão.

Algumas disseram que sentem essa necessidade porque é uma época em que usam roupas mais curtas (35%), outras afirmaram que usar lâmina causa menos dor (31%) e 27% afirmam que se depilar é um ato que as deixa mais felizes.

Métodos preferidos

Com tantas opções disponíveis no mercado, a consumidora acaba por ter as suas preferências quando o assunto é a depilação. Algumas se submetem à depilação com cera quente, o que envolve certo grau de sofrimento. Mas recentemente, surgiram, no mercado depilatório, agentes químicos que dissolvem o fio desde a raiz, lembra o diretor da Aspa Cosméticos, detentora da Depil Soft, Demetre Giokaris.

São vários os métodos disponíveis: cera fria, cera quente, creme depilatório normal e até mesmo o que pode ser usado durante o banho, além das lâminas descartáveis. Com qualquer um desses métodos, a mulher consegue autonomia, liberdade e privacidade, estando no controle de sua própria beleza, afirma o gerente de categoria da RB, responsável pela marca Veet, Joaquin Ortega.

Segundo dados da BIC, apenas 10% das mulheres optam por arrancar os pelos, as demais usam apenas a lâmina (31%) ou uma combinação de técnicas, dependendo do local a ser depilado (58%). A preferência das mulheres se dá por uma série de fatores: a depilação por lâmina é mais barata, indolor, rápida, prática e pode ser realizada em qualquer lugar.

A vantagem dos cremes depilatórios em relação às lâminas, segundo a coordenadora técnica da DepiRoll, Meire Carmo, é que, além de ser um processo indolor, o crescimento do pelo acontecerá a partir de sete dias após a depilação. Já com as lâminas, o processo deve ser repetido a partir de dois dias.

Exposição eficiente

A categoria de depilatórios pode ficar exposta próxima a um sortimento complementar de outros produtos de cuidado com o corpo. As ceras em barras e refis roll-on são os produtos mais procurados e, por isso, devem-se deixá-los sempre no início da gôndola e no alcance das mãos. Outra dica é investir nos produtos da linha pré e pós-depilação. O sortimento de uma categoria fideliza o consumidor e garante um protocolo eficiente.

Os itens deverão estar à altura dos olhos, pois toda vez que a consumidora lê rótulo e contrarrótulo, ela tende a levar o produto para casa. “Deverá também existir um mix adequado ao público frequentador da loja”, orienta Meire.

De acordo com Giokaris, da Aspa Cosméticos, os produtos, especialmente os que são novidade no mercado, devem ser expostos à vista da consumidora, para ela tomar conhecimento de sua existência. “Os folhetos que são disponibilizados pelo fabricante devem ser colocados junto com os produtos, devem ser oferecidos para a pessoa levar para casa e ler caso não decida pela compra no momento em que vê o produto.”

Energéticos

Quando as energias acabam, mas o dia – ou a semana – ainda está longe do fim, o consumidor recorre aos energéticos para tentar ter mais disposição e encarar suas tarefas, sobretudo os compromissos de fim de ano, que são inúmeros.

O mercado de energéticos está cada vez mais amplo e sortido. Diversas marcas adentraram nessa categoria nos últimos anos, dando ao consumidor um número cada vez maior de opções no PDV. “É importante ressaltarmos que esse mercado está alinhado em duas frentes: o farma, produtos com vendas voltadas para a farmácia, e o alimentar, com produtos disponíveis em supermercados”, avalia o analista da marca Guaramil, Vinícius Tolotti.

O mercado de energéticos é um dos que mais crescem no Brasil, perto de 20% no último ano, como acrescenta o gerente geral da Nutribrands, Tiago Zella. “Vale observar que ainda temos um produto líder na categoria, que também é pioneiro, o que obriga a concorrência a trabalhar para reinventar especificações e versões, todavia, o mais correto é inventar uma nova categoria.”

A categoria apresenta um crescimento exponencial de 2006 a 2014 e movimenta cifras bilionárias. Por ser um mercado que cresceu desenfreadamente entre as bebidas não alcoólicas, várias empresas se prepararam e preparam para disputar um espaço, principalmente no Brasil, um país com população jovem, a qual podemos apontar como um dos maiores fomentadores do mundo para a indústria de energéticos.

Para Zella, o posicionamento de marca, quando se fala da categoria de energéticos, é tudo. No mercado desses produtos, a base de tudo é a cafeína concentrada, sendo assim, as empresas do setor afirmam que uma lei do marketing deve ser respeitada na íntegra, e esta lei se chama “Lei do Foco”. “Quem produz energéticos em latas foque nas latas. Quem produz energéticos em comprimidos foque nos comprimidos, e assim por diante. O que não pode é querer ser tudo para todos e acabar não sendo nada para ninguém.”

Os energéticos do mercado farma, como esclarece Tolotti, são voltados para um uso mais específico, pois contêm uma maior concentração de cafeína que os demais, são mais fortes, além de possuir apresentações diferenciadas e exclusivas.

No Brasil, o maior mercado continua sendo disparado o de compostos líquidos energéticos, mas estão surgindo novas categorias que prometem fazer parte do cotidiano das pessoas, por serem práticas, funcionais e com excelente custo-benefício. Nessa categoria, já se encontram os energéticos em comprimidos, cápsulas, spray, pó com sabor, barras proteicas, entre outros.

“Com apresentações shot, cápsulas, flaconetes e na apresentação efervescente, exclusiva no mercado da marca Guaramil, os produtos dessa categoria devem ser expostos sempre no checkout da farmácia, tendo em vista que este é o espaço ideal a ser explorado com itens de grande necessidade e que o consumidor não costuma colocar na lista de compras, caracterizando-se como uma compra por impulso”, explicao analista da marca Guaramil.

Além disso, o checkout favorece a exposição de produtos de baixo desembolso e de apelo à conveniência. Outro ponto que favorece a exposição dessa categoria é a embalagem do produto, normalmente colorida e que chama a atenção, o que ajuda a entreter o consumidor, melhorando a experiência de compra.Cada apresentação disponível nessa categoria é voltada para uma finalidade específica, pois cada uma possui uma concentração diferente de cafeína.

A apresentação em shot, como explica Tolotti, normalmente, possui a maior concentração, sendo recomendada apenas uma dose por dia. As demais, como as cápsulas, podem ser tomadas até duas vezes ao dia. É importante que o consumidor tenha em mente qual a finalidade de uso e qual o momento do dia em que ele vai usar o produto para fazer a escolha da melhor apresentação, seja a fim de focar nos estudos, concentração no trabalho ou até mesmo para uma balada.


Autor: 
Rocha e Vivian Lourenço

Saúde na América Latina

Edição 277 - 2015-12-01 Saúde na América Latina

Essa matéria faz parte da Edição 277 da Revista Guia da Farmácia.

Deixe um comentário