Close Menu
Login
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia Farma Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
ASSINE o Guia da Farmácia Cadastre-se na Área Restrita
×

Área Restrita

Cadastro gratuito apenas para prescritores de medicamento.
Acesse conteúdos exclusivos do Portal.

Cadastre-se

Esqueceu a senha?
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Login
Guia da Farmácia Guia da Farmácia
Guia da Farmácia
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia Farma Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
ASSINE o Guia da Farmácia

Do carrinho à farmácia

Por Guia da Farmácia 1 de dezembro de 2025 Nenhum comentário 9 Minutos de leitura
do-carrinho-a-farmacia

Com uma proposta ousada e foco na inclusão digital, o Mercado Livre prepara sua entrada no mercado farmacêutico brasileiro, um dos mais regulados e estratégicos do varejo.

A iniciativa, segundo o diretor sênior de Marketplace da companhia, Tulio Landin, busca resolver problemas como a falta de acesso a medicamentos em regiões remotas, a disparidade de preços e a dificuldade de comparação de ofertas, por meio da tecnologia, da transparência e da conveniência.

Nesta entrevista exclusiva, Landin detalha o projeto-piloto, os modelos de operação previstos, as negociações com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os planos para conectar farmácias licenciadas de todo o Brasil a milhões de consumidores. Acompanhe, a seguir, o bate-papo completo.

Guia da Farmácia • O que motivou a decisão do Mercado Livre em entrar no mercado farmacêutico brasileiro? Poderia explicar como se deu essa primeira operação?

Tulio Landin • Nossa ambição de entrada no varejo farmacêutico se deu porque vemos uma oportunidade real de impactar, positivamente, a vida dos brasileiros. Nosso objetivo é democratizar o acesso a medicamentos, oferecendo conveniência, segurança e preços competitivos, resolvendo problemas reais: falta de produtos, dificuldade de comparação de preços e informação limitada para o consumidor.

Hoje, dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostram que 5% dos municípios brasileiros não têm nenhuma drogaria; e apenas 8% têm farmácia.

Segundo a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), 36% das farmácias estão na região Sudeste. O Mercado Livre podendo vender medicamentos aumentaria o acesso para milhões de brasileiros, especialmente populações em áreas remotas, onde farmácias físicas podem ser escassas ou pessoas com baixa ou nenhuma mobilidade, por exemplo.

Existe também uma discrepância de preços de uma farmácia para outra. Um Dorflex®️, por exemplo, o medicamento sem prescrição mais vendido no Brasil em 2024, pode variar de R$ 6 a R$ 13, ou seja +115% de diferença.

No Mercado Livre, o cliente teria acesso 24 horas por dia a um catálogo maior de medicamentos de várias farmácias com transparência, incluindo preços competitivos e avaliações de outros usuários, o que incentiva a concorrência e gera benefícios diretos para o bolso do consumidor.

O Mercado Livre já demonstrou como compradores e vendedores se beneficiam de poder vender e comprar on-line produtos que historicamente estavam apenas disponíveis no varejo físico, como nas verticais de supermercados e setor de ferramentas e construção, por exemplo.

Guia • Quando deve acontecer a operação efetiva do Mercado Livre no setor? Quais as expectativas de início?

Landin • O Mercado Livre pretende atuar como intermediador, conectando farmácias licenciadas a consumidores, sem vender medicamentos como produto próprio.

Inicialmente, a operação poderia começar no modelo (1P – first-party), em que o estoque seria adquirido e vendido diretamente ao consumidor, garantindo conformidade com a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) 44/2009, da Anvisa.

O que vislumbramos para o futuro, com a possível mudança na RDC 44/2009, é poder operar também no modelo de venda indireta (3P – third-party), em que o marketplace funciona como um intermediário conectando o vendedor (farmácias licenciadas) com o comprador

A operação efetiva do Mercado Livre no setor farmacêutico brasileiro ainda está em fase de planejamento e nosso cronograma é gradual e flexível.

Guia • Como deve se dar a operação? Será via marketplaces? Como será a questão regulatória, especialmente com medicamentos?

Landin • Estamos em conversas com a Anvisa para atualizar e modernizar a regulamentação para poder expandir para o modelo de marketplace, 3P, conectando farmácias de todo o Brasil.

Guia • Especula-se que essa primeira farmácia adquirida pelo Mercado Livre será como um projeto-piloto para, em seguida, a empresa adquirir lojas estrategicamente localizadas em todo o País. Esses são, de fato, os planos da companhia?

Landin • A aquisição da Farmácia Cuidamos tem como objetivo principal nos permitir entender melhor o setor farmacêutico brasileiro, suas particularidades regulatórias e operacionais, de forma totalmente responsável. Não se trata de um plano de expansão imediata por meio da compra de várias lojas.

Com as possíveis mudanças regulatórias, o objetivo é operar no modelo de marketplace (3P). Nesse formato, farmácias licenciadas de todos os portes poderiam se conectar a milhões de consumidores, ampliando alcance e competitividade sem substituir o varejo físico.

O Mercado Livre atuaria como parceiro estratégico, oferecendo tecnologia, visibilidade e logística. Para os consumidores, isso significa mais opções, preços competitivos e maior transparência; para o mercado, promove concorrência saudável, inclusão econômica e modernização do setor.

Guia • O que da experiência do Mercado Livre, em logística e marketplaces, deve ser aplicado nesse novo setor? O modelo de negócios deve ser diferente das farmácias brasileiras?

Landin • Nosso diferencial será aplicar a tecnologia e a escala do Mercado Livre para entregar com segurança, rastreabilidade e velocidade.

Hoje, o Mercado Livre ajuda seus vendedores a entregar em mais de 99% do território brasileiro.

Vamos usar todo o nosso conhecimento logístico para garantir a melhor experiência ao cliente, com entregas rápidas, em que o vendedor, nesse caso farmácias, se responsabiliza pela entrega. As entregas seriam feitas por parceiros com todas as licenças exigidas para o transporte seguro de medicamentos.

Se a regulamentação evoluir e permitir a venda de medicamentos por farmácias licenciadas no marketplace, o Mercado Livre pode ampliar o acesso em todo o País.

Quero reforçar que o Mercado Livre leva muito a sério a segurança na plataforma para manter a confiança dos nossos 100 milhões de usuários únicos atuais que queremos fidelizar e ter como clientes recorrentes.

Segundo nosso Relatório de Transparência, do primeiro semestre de 2025, 99% das publicações consideradas irregulares foram detectadas proativamente por sistemas internos.

Entrar na vertical de venda de medicamentos não será diferente e entendemos a seriedade de entrar no setor da venda de medicamentos, são vidas que dependem da nossa precisão, segurança e responsabilidade.

Guia • Como deve ser o abastecimento das farmácias? O modelo será o tradicional, via distribuidoras, ou pensam em alguma outra estratégia?

Landin • No modelo 1P, neste teste-piloto, o Mercado Livre seria responsável pela venda direta do medicamento ao consumidor final, garantindo total conformidade com normas sanitárias e rastreabilidade completa.

No modelo 3P (marketplace), o Mercado Livre funciona como um grande shopping center virtual: o Mercado Livre disponibiliza o espaço, ou seja, a plataforma, e as farmácias licenciadas podem “abrir suas lojas” dentro dele.

Elas são responsáveis por toda a operação da venda, enquanto nós oferecemos a infraestrutura tecnológica, o tráfego de consumidores e a segurança das transações e da experiência de compra.

Guia • A venda de medicamentos no Brasil exige licenças específicas, controle de logística e comunicação restrita. Como o Mercado Livre pretende garantir conformidade regulatória e segurança para o consumidor nesse novo segmento?

Landin • A segurança e a confiança do consumidor são a base do nosso negócio, e isso se aplica integralmente à venda de medicamentos. Nosso objetivo é combinar toda a nossa expertise em logística com rigorosos padrões de segurança sanitária, oferecendo conveniência e experiência equivalentes às de uma farmácia física.

No modelo de marketplace (3P), a farmácia continua sendo o centro da operação, cumprindo todas as normas sanitárias vigentes. O farmacêutico estará presente, os medicamentos serão armazenados em ambientes apropriados e a logística será realizada apenas por transportadoras licenciadas, garantindo rastreabilidade, segurança e conformidade regulatória em cada etapa do processo.

Guia • Como o Mercado Livre pretende se diferenciar e competir em conveniência e experiência de compra?

Landin • Nos últimos anos, nossa plataforma tem atraído milhares de grandes marcas nacionais e internacionais, oferecendo aos consumidores uma experiência de compra cada vez mais completa, acessível e segura.

Na plataforma, temos marcas icônicas como Nike, Apple e Boticário, ampliando nosso sortimento e atraindo um número recorde de novos compradores.

Com a atualização na RDC 44/2009, queremos atrair as farmácias, de todos os portes, para o marketplace. Vale salientar que a entrada de novos players no mercado pode aumentar a competitividade, beneficiando os consumidores com preços mais baixos, e pequenos fabricantes de medicamentos que respeitam as normas de qualidade podem ganhar visibilidade e reconhecimento.

Guia • No e-commerce, o Mercado Livre é referência em dados, Inteligência Artificial (IA) e programas de fidelidade. Essas ferramentas já estão previstas na nova operação?

Landin • Sim. O Mercado Livre tem um compromisso em promover um ambiente seguro por meio de tecnologia avançada, ferramentas automatizadas e equipes especializadas que também realizam buscas manuais de conteúdos irregulares e seguiremos sendo extremamente rigorosos no controle desta vertical de medicamentos. O site também seguirá todas as determinações da RDC 44 para a venda on-line de medicamentos.

Haverá um ambiente exclusivo para essa finalidade, com área separada por farmácia, onde serão exibidas, de forma clara e acessível, todas as informações exigidas pelos órgãos reguladores, tanto sobre as farmácias, quanto sobre os medicamentos disponibilizados.

Também já temos uma aplicação de IA para esta vertical, que é usada nos países onde já operamos com a venda de medicamentos sujeitos à prescrição, como Chile e Colômbia, usamos IA para a pré-validação de receitas antes de enviá-la à farmácia para a validação técnica e final do farmacêutico.

Com essa pré-validação, reduzimos a carga operacional da farmácia, que também valida a prescrição.

Guia • Como o Mercado Livre enxerga o futuro dessa operação? Há planos de ampliar para medicamentos de prescrição, telemedicina ou serviços integrados de saúde?

Landin • O cronograma é flexível e condicionado à aprovação regulatória e à evolução do setor, permitindo ajustes conforme aprendizados do piloto e diálogo com autoridades.

Mas sobre serviços integrados, o Mercado Livre não tem planos de criar uma rede própria de farmácias e de telemedicina e, sim, de trabalhar com parceiros; sem fazer uma integração vertical.

Fonte: Guia da Farmacia
Foto: Mercado Livre

Guia da Farmácia

Premiado pela Anatec na categoria de mídia segmentada do ano, o Guia da Farmácia é hoje a publicação mais conhecida e lembrada pelos profissionais do varejo farmacêutico. Seu conteúdo diferenciado traz informações sobre os principais assuntos, produtos, empresas, tendências e eventos que permeiam o setor, além de Suplementos Especiais temáticos e da Lista de Preços mais completa do mercado.

Edição Atual

Avançando com Tecnologia e Inovação Baixar Prévia

Notícias da Última Edição

Do carrinho à farmácia

1 de dezembro de 2025 Leia mais »

Redes Sociais

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • YouTube
  • LinkedIn
  • Telegram
  • WhatsApp

Sobre

Revista dirigida aos profissionais de saúde.

Rua da Paz, 1601
Conj 507
Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP
04713-002
Tel: (11) 5082-2200
Clique aqui para enviar uma mensagem

Estamos nas redes sociais:

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e pelo Google:
A Política de Privacidade e Termos de Serviço são aplicados.

Institucional

  • Sobre o Guia da Farmácia
  • Contento
  • Anuncie
  • Loja Virtual
  • Assine o Guia da Farmácia
  • Outros sites do Grupo
    • Medicamentos Equivalentes
    • Medicamentos Genéricos
  • LGPD – Política de privacidade

Últimos Posts

Pague Menos lança campanha de verão com Juliette e Dona Fátima

Pague Menos lança campanha de verão com Juliette e Dona Fátima

9 de dezembro de 2025
Recompra online ganha força no varejo farmacêutico

Recompra online ganha força no varejo farmacêutico

8 de dezembro de 2025
Pague Menos lança campanha de verão em evento no Beach Park

Pague Menos lança campanha de verão em evento no Beach Park

8 de dezembro de 2025
Sundown® lança versões de 100ml

Sundown® lança versões de 100ml

8 de dezembro de 2025
46% das farmácias independentes tiveram lucro reduzido nos últimos 4 anos

46% das farmácias independentes tiveram lucro reduzido nos últimos 4 anos

8 de dezembro de 2025