Close Menu
Login
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
ASSINE o Guia da Farmácia Cadastre-se na Área Restrita
Guia da Farmácia
×

Área Restrita

Cadastro gratuito apenas para prescritores de medicamento.
Acesse conteúdos exclusivos do Portal.

Cadastre-se

Esqueceu a senha?
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube Login
Alternar modo escuro/claro
Guia da Farmácia Guia da Farmácia
Guia da Farmácia
  • Notícias
    • Notícias
    • Mercado
    • Saúde
    • PDV
    • Medicamentos
    • HPC
    • Regulatório
    • Lançamentos
  • Revista
    • Edição Atual
    • Edições Anteriores
    • Colunistas
    • Guia da Farmácia Responde
  • + Conteúdo
    • Anuário Farmacêutico 2026
    • Vídeos
    • Ebooks
    • Especiais
    • Ferramentas
  • Plataformas
    • Guia da Farmácia Digital
    • Guia de Equivalentes
    • Guia de Genericos
  • Serviços
    • Indústrias
    • Distribuidoras
    • Farmácias
    • Bulas
  • Busca de Medicamentos
  • Anuncie
← Escolha a categoria da busca
ASSINE o Guia da Farmácia

Doenças acometem crianças que voltam às aulas

Guia da Farmácia Por Guia da Farmácia 24 de janeiro de 2019 Nenhum comentário 7 Minutos de leitura
shutterstock 113341303

Se por um lado o fim das férias pode ser triste, também é um momento de celebração para as crianças, já que elas retomarão o contato com seus amigos na escola. Junto com as novidades do novo ano letivo, uma preocupação pode acometer os pais: as doenças que se tornam mais comuns quando as aulas voltam.

De problemas respiratórios a piolhos, as intercorrências normalmente acontecem porque a aglomeração de crianças faz com que elas acabem transmitindo doenças entre si. Mas algumas atitudes podem ajudar a prevenir ou diminuir a incidência dos problemas em ambiente escolar.

Para que isso aconteça, o primeiro passo é estar bem informado para poder orientar corretamente os responsáveis que vão à farmácia procurar soluções para a saúde de seus pequenos.

Doenças respiratórias

Os problemas respiratórios contagiosos são os mais comuns após o retorno das crianças às aulas. Entre os principais estão: otites, bronquiolite, crise asmática, resfriado comum, gripe, amigdalite, entre outros.

“As amigdalites ocorrem pela transmissão de uma bactéria. As crianças infectadas acabam transmitindo-a para outras, até porque crianças têm um contato maior, ficam muito mais próximas umas das outras”, explica a pediatra da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Dra. Wylma Hassaka.

Já as otites estão relacionadas à incidência das infecções respiratórias, que acontecem com maior frequência porque o retorno das aulas ocorre, normalmente, em fevereiro ou março, e logo depois se inicia o outono, quando há maior incidência de infecções respiratórias altas.

Primeiros socorros

Quem tem ou cuida de crianças deve ter sempre uma caixinha com alguns produtos para ajudá-las no caso de um pequeno ferimento. Não podem faltar:

  • Gaze;
  • Esparadrapo Micropore;
  • Pomada antibiótica;
  • Curativo pronto adesivo;
  • Faixa de crepe;
  • Sabão;
  • Solução antisséptica;
  • Algodão.

Fontes: pediatra da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, Dra. Vivian Pereira; e pediatra da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Dra. Wylma Hassaka

Como as gripes e os resfriados causam quadros de rinite ou outras alergias, acaba acontecendo uma produção maior de secreção e, como a criança não sabe assoar o nariz como um adulto, a drenagem dessa secreção pode ser um problema, causando otites ou sinusites.

De acordo com a pediatra da Rede São Camilo, de São Paulo, Dra. Vivian Pereira, as doenças respiratórias geralmente iniciam o quadro com um resfriado comum, com tosse, coriza e febre. A febre dura até 72h, na maioria das vezes.

“Existem dois momentos para pensar que o resfriado pode ter evoluído para uma infecção bacteriana secundária: se a febre durar mais de 72h após o início dos sintomas de resfriado ou se a criança só apresentar febre dois ou três dias após o início dos sintomas. Neste momento, ela precisa ser avaliada pelo pediatra”, alerta ela.

Já a bronquiolite é a primeira crise de chiado em menores de dois anos de idade. Normalmente, inicia-se com tosse, coriza, com ou sem febre, e entre o terceiro e o quinto dias de tosse a criança apresenta dificuldade para respirar e chiado no peito.

Por fim, as crises asmáticas são desencadeadas por vírus ou por alérgenos respiratórios, como ácaros e fungos. Na escola, os vilões costumam ser os vírus, pois são transmitidos através das gotículas de saliva de pessoa para pessoa. A criança apresenta tosse e falta de ar e pode ter ou não febre.

Para tratar do resfriado comum, os pais podem dar antitérmicos, além de fazer inalação e lavagem nasal com soro fisiológico. “Nos casos de otite média aguda, é necessário o uso de antibiótico, na maioria das vezes. Portanto a criança precisa de avaliação médica. Os pacientes com bronquiolite e crise asmática precisam de avaliação médica também, para introduzir o melhor medicamento para cada fase da doença”, considera a Dra. Vivian.

A prevenção pode ser feita por meio da vacinação contra a gripe, além de ser importante que os responsáveis ensinem a criança a assoar o nariz e a fazer a higienização correta.

Piolhos

Um dos grandes vilões das crianças são, sem dúvida, os piolhos. Responsáveis por uma coceira quase insuportável na cabeça dos pequenos, sua incidência é muito maior onde há pessoas aglomeradas, por ser um parasita extremamente transmissível. Além disso, apesar de acontecer durante todo o ano, o problema aumenta no verão, pois os parasitas se proliferam melhor em ambiente quente.

Segundo a Dra. Vivian, a transmissão ocorre por meio do contato direto entre as cabeças das crianças e através da roupa contaminada. O principal sintoma é a coceira, principalmente atrás das orelhas e na nuca.

“Durante as férias, algumas crianças acabam voltando infectadas, passando o parasita de uma para outra. O tratamento é feito com xampu e pente, que deve ser realmente fino, de aço (não de plástico), que faz a remoção mecânica das lêndeas e dos piolhos adultos”, comenta a pediatra da BP.

A prevenção do problema acontece de maneira consideravelmente simples. É preciso que as crianças estejam sempre com a higiene do couro cabeludo em dia e aquelas que possuem cabelo comprido ou muito volumoso devem usá-lo preso na escola para diminuir o contato. Os pais podem, também, fazer uso do pente fino frequentemente para sempre saber que a cabeça está “limpa”.

Machucados e arranhões

As crianças costumam ser muito ativas, sendo comuns as quedas e os arranhões. Elas podem apresentar desde ralados e escoriações superficiais até cortes, normalmente na região das canelas, joelhos e braços. Para cuidar desses pequenos incômodos, o principal é a higienização.

A Dra. Wylma ensina que a recomendação é lavar o machucado com água e sabão e, se indicado, usar uma solução antisséptica. Quando há sangramento no ferimento, o ideal é fazer um curativo com gaze ou usar um curativo pronto.

É preciso um cuidado maior e atenção médica em casos onde o sangramento de um corte não estanca ou quando o ferimento não melhora. Além disso, tem de haver um cuidado especial no caso de traumatismo craniano por queda. “Quando essa queda se associa a vômitos ou perda de consciência, é preciso procurar um médico. O mesmo quando existe um trauma de velocidade, que machuca mais do que quando a pessoa está parada”, alerta a pediatra.

Contra os piolhos

Os pais que estão sofrendo devem ser orientados de duas maneiras para acabar com os piolhos:

USO DE XAMPU

Os xampus contra piolhos são formulados com permetrina e são tóxicos para os parasitas, matando os piolhos. Porém eles não conseguem agir contra as lêndeas, só contra os parasitas já “adultos”.

RETIRADA MECÂNICA

Com o uso de um pente fino de aço é possível retirar as lêndeas e os piolhos dos cabelos. O uso do pente deve ser feito frequentemente não somente para acabar com o problema, mas para evitá-lo.

Fontes: pediatra da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, Dra. Vivian Pereira; e pediatra da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Dra. Wylma Hassaka

Em resumo, de acordo com a Dra. Vivian, os machucados devem ser remediados da seguinte maneira:

  • Em ferimentos leves: fazer limpeza com água e sabão e ter a vacina antitetânica em dia para evitar complicações.
  • Em ferimentos mais profundos: pressionar com um pano limpo e procurar um pronto-socorro mais próximo.

Em caso de ferimentos com objetos como prego ou faca, estes não devem ser retirados, o que só deve ser feito no hospital. Deve-se seguir essa recomendação para evitar que um vaso sanguíneo se rompa e cause uma hemorragia interna, já que muitas vezes o objeto está evitando um sangramento dentro do corpo.

Foto: Shutterstock

Guia da Farmácia
Guia da Farmácia

Premiado pela Anatec na categoria de mídia segmentada do ano, o Guia da Farmácia é hoje a publicação mais conhecida e lembrada pelos profissionais do varejo farmacêutico. Seu conteúdo diferenciado traz informações sobre os principais assuntos, produtos, empresas, tendências e eventos que permeiam o setor, além de Suplementos Especiais temáticos e da Lista de Preços mais completa do mercado.

Edição Atual

Abrafarma Celebra 35 anos Com edição Histórica do Future Trends 2026 Baixar Prévia

Notícias da Última Edição

O varejo farma entrou em uma nova era. Sua farmácia entrou junto?

5 de agosto de 2026 Leia mais »

Erros silenciosos que drenam o caixa da farmácia todos os dias

3 de agosto de 2026 Leia mais »

Redes Sociais

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • YouTube
  • LinkedIn
  • Telegram
  • WhatsApp

Sobre

Guia da Farmácia Selo

Revista dirigida aos profissionais de saúde.

Rua da Paz, 1601
Conj 507
Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP
04713-002
Tel: (11) 5082-2200
Clique aqui para enviar uma mensagem

Estamos nas redes sociais:

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • LinkedIn

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e pelo Google:
A Política de Privacidade e Termos de Serviço são aplicados.

Institucional

  • Contento
  • Anuncie
  • Loja Virtual
  • Assine o Guia da Farmácia
  • Qual Remédio
  • Farma Minuto
  • Outros sites do Grupo
    • Guia de Similares
    • Guia de Genéricos
  • LGPD – Política de privacidade

Últimos Posts

CeraVe amplia portfólio de hidratação facial com novo Water Gel

CeraVe amplia portfólio de hidratação facial com novo Water Gel

12 de agosto de 2026
CVS integra farmácia, telemedicina e suporte para tratamento com GLP-1

CVS integra farmácia, telemedicina e suporte para tratamento com GLP-1

12 de agosto de 2026
O maior valor do autocuidado não está no autocuidado

O maior valor do autocuidado não está no autocuidado

12 de agosto de 2026
38% dos consumidores já usam IA para comprar produtos de beleza

38% dos consumidores já usam IA para comprar produtos de beleza

12 de agosto de 2026
Neo Química lança promoção nacional de vitaminas

Neo Química lança promoção nacional de vitaminas

12 de agosto de 2026