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Dores: Sinal de alerta

Por Guia da Farmácia 18 de março de 2021 Nenhum comentário 7 Minutos de leitura
dores-sinal-de-alerta

O distanciamento e isolamento social impostos pela pandemia têm provocado intensas dores nos sentimentos e emoções de muitas pessoas. A ansiedade, o estresse e o sofrimento passaram a afligir não só aqueles que já possuíam alguma predisposição, mas também os que tinham uma saúde mental equilibrada.

“É comum as pessoas chegarem no consultório e dizerem que não sabem o que estão sentindo, apenas que estão mal e precisam de algum tratamento”, afirma o PhD em neuroanatomia e fisioterapeuta, Dr. Mario Sabha.

Segundo ele, tem se tornado comum nos consultórios uma série de alterações, como a coluna travada, dores musculares, diarreias, má digestão e até crises existenciais. “Cada mente reage ao isolamento de uma forma e isso reflete no corpo todo, sinalizando que algo não está bem”, completa.

Este cenário relatado pelo fisioterapeuta também já foi constatado em estudos realizados nesta pandemia. Uma pesquisa realizada recentemente pela empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo Hibou revelou que o uso de medicamentos aumentou para 1/5 dos brasileiros, sendo que, com o início da pandemia, 20% passaram a utilizar mais fármacos.

Soluções para dor localizada

Apresentações

Sprays e aerossóis de uso tópico são normalmente compostos por fármacos anti-inflamatórios que promovem um alívio na região. Atuam promovendo analgesia e hiperemia da pele no local aplicado, com o desencadeamento de sensação de frio e vasodilatação local.

Composição

• Salicilato de metila: que apresenta ação revulsiva local, promovendo uma ação local irritativa, com efeitos indiretos de atividade sobre músculos.

• Cânfora: possui ação irritativa cutânea revulsiva, útil nos processos dolorosos de estruturas profundas, como fibrosite, mialgia e lumbago, e produz ainda leve anestesia local.

• Mentol: possui capacidade de ativar os sensores responsáveis pela sensação de frio. Aplicado localmente, causa sensação de frio por estímulo específico dos receptores e, em seguida, anestesia discreta.

• Diclofenaco de dietilamônio: com propriedades analgésica, anti-inflamatória e antipirética. A inibição da síntese de prostaglandinas é o mecanismo de ação primário do diclofenaco dietilamônio.

Fonte: farmacêutica responsável pela Farmácia Universitária da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), Maria Aparecida Nicoletti

Os sintomas mais citados para utilização dos medicamentos foram dor de cabeça (67%), dor no corpo (49%) e ansiedade (46%). “Faz sentido, pois a falta de deslocamento nos deixou mais tempo sentados (50%) e, com isso, as dores no corpo aumentaram. Vale o destaque também para o trabalho de home office por mais de 10 horas por dia, que atingiu a margem de 17%”, comenta a sócia da Hibou e responsável pela pesquisa, Ligia Mello.

Dor muscular, um novo capítulo

A pandemia também fez com que muitos brasileiros se aventurassem a atividades físicas sem supervisão ou, igualmente, levou a noites mal dormidas, gerando quadros de dor muscular.

Esse tipo de queixa pode ter uma infinidade de causas. Conhecida como mialgia, é a dor que acomete qualquer músculo estriado e liso do corpo. “A musculatura estriada é aquela da qual temos controle, ou seja, a que usamos para fazer todos os movimentos, voluntariamente. Já musculatura lisa se encontra no tubo digestivo, vaso sanguíneos, entre outros, se contrai e relaxa independente da vontade, ou seja, tem controle involuntário”, esclarece o ortopedista da DaVita Serviços Médicos, em São Paulo, Dr. Alexandre de Figueiredo.

De acordo com o especialista, é um desafio definir as causas de mialgia pela infinidade de doenças. Mas, de modo geral, as causas mais frequentes são traumas, estados febris (infecções), doenças reumatológicas, contraturas musculares, etc. “Para a população em geral, as dores musculares mais comuns são as decorrentes de traumas e infecções (musculatura estriada) e as cólicas (musculatura lisa)”, diz.

Para prevenir dores musculares, a indicação fica para alcançar uma musculatura forte e alongada, além de manter um bom equilíbrio hidroeletrolítico do corpo. “Esses fatores combinados fazem com que a recuperação da dor muscular seja mais facilmente reestabelecida”, pontua o Dr. Figueiredo.

Atenção para a dor persistente

Estima-se que a dor crônica afete 19% da população geral, se constituindo como a doença mais comum que existe e a principal causa de procura por serviços de saúde.

Já as dores no corpo aparecem de forma mais pontual e localizada, podendo ter diversas causas e origens. De modo geral, a idade, somada aos hábitos de vida, tornam as pessoas mais suscetíveis a estes incômodos.

DICAs DO GUI: MIPs para quadros de dor leve

FORMAS DE TRATAMENTO MEDICAMENTOSO1: normalmente, são usados analgésicos e/ou anti-inflamatórios. Os analgésicos não opioides são indicados para as dores menos intensas e mais corriqueiras, durante um período curto. Eles apresentam propriedades analgésica, antipirética, antitrombótica e anti-inflamatória. Todos os analgésicos não opioides são Anti-Inflamatórios Não Esteroides (AINE), excetuando-se o paracetamol (que se apresenta como analgésico e antipirético).

ATIVOS UTILIZADOS1: analgésicos não opioides, Ácido Acetilsalicílico (AAS), paracetamol, ibuprofeno e dipirona sódica.

PARACETAMOL X IBUPROFENO1: o paracetamol apresenta ação analgésica e antipirética e não tem as mesmas propriedades anti-inflamatórias que o ibuprofeno. Portanto, é menos efetivo para reduzir a dor associada à inflamação e à lesão corporal. Enquanto o ibuprofeno age em 30 minutos, o paracetamol não tem efeito antes de 45 a 60 minutos desde a ingestão da primeira dose. Portanto, o ibuprofeno pode agir mais rapidamente e tem efeito mais duradouro que o paracetamol.

CITRATO DE ORFENADRINA1: este fármaco está presente em inúmeros medicamentos e apresenta ação como relaxante muscular, aliviando os sintomas como espasmo muscular e dor. Muitas vezes está associado a um fármaco analgésico e anti-inflamatório, como a dipirona.

RECOMENDAÇÃO2: todos os medicamentos sempre devem ser utilizados com a orientação do profissional de saúde. Um simples analgésico, com grau alto de segurança, por exemplo, pode causar danos renais ou hepáticos em superdosagens e interação medicamentosa.

Fonte: 1. Farmacêutica responsável pela Farmácia Universitária da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), Maria Aparecida Nicoletti; e 2. Reumatologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo (SP), Dr. Leandro Parmigiani

“O sedentarismo, a idade avançada, o excesso de álcool, tabagismo e obesidade são os principais responsáveis pelo risco de desenvolver sintomas dolorosos”, explica o reumatologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo (SP), Dr. Leandro Parmigiani.

Seja qual for a causa, é fundamental que haja investigação. Afinal, elas podem ser apenas um alerta para um quadro mais grave. “Dores que provocam queda importante do estado geral, como dores de cabeça, dores no peito, abdominais e dores muito diferentes das habituais devem ser bem avaliadas”, adverte o médico do Hospital Edmundo Vasconcelos.

O neurologista e especialista em dor do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo (SP), Dr. Daniel Ciampi, reforça que dores acompanhadas com perda de peso e fraqueza muscular, por exemplo, também exigem atenção.

“Algumas dores precisam sempre ser investigadas, como dores novas em doentes com câncer, dores em pacientes anticoagulados ou imunossuprimidos (pacientes que nasceram com uma deficiência imunológica ou ficaram com o sistema imune abalado após contrair alguma doença sistêmica), dores novas em crianças ou em idosos, e dores associadas a quadro neurológico, como visão dupla ou fraqueza muscular”, complementa.

Fonte: Guia da Farmácia
Foto: Shutterstock

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