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Inglês para farmacêuticos

Por Julio César F. Vieitas 6 de julho de 2017 Atualizado em: 19 de outubro de 2017 Nenhum comentário 3 Minutos de leitura

O inglês já não é visto como a língua dos Estados Unidos ou Grã-Bretanha, mas como a língua que unifica todos os países dentro da globalização. Há, atualmente, mais falantes de inglês de nacionalidades diversas (chineses, japoneses, alemães, etc.) que a soma de todas as pessoas nascidas nos países onde o inglês é a língua oficial.

Isso significa que as publicações científicas e as descobertas médicas são comunicadas oficialmente em inglês, ou seja, quem estiver interessado em ter acesso ao conhecimento científico deve ter o inglês como segunda língua.

O setor farmacêutico é uma das indústrias mais permeadas por inovação e avanços científicos. Consequentemente, para que o profissional tenha acesso a publicações internacionais e possa disseminar conhecimento de ponta para seus clientes finais, precisa minimamente falar um segundo idioma.

Mais ainda, é muito comum, no contexto nacional, que o farmacêutico tome decisões sobre quais medicamentos são os ideais de acordo com a descrição dos problemas relatados pelo cliente final, sendo esta situação particularmente típica onde o medicamento em questão não requer uma prescrição médica. Nesses casos, pode tomar suas decisões apoiado em um conhecimento técnico, com pesquisas acadêmicas de ponta, muitas vezes não traduzidas para o português.

Outro aspecto que vale ser ressaltado é o número significativo de clientes que o farmacêutico pode passar a ter caso domine o inglês. Em grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro ou locais com grande atração de turistas, não é incomum a presença de estrangeiros que consomem a mesma gama de produtos que os brasileiros. Medicamentos não são exceção.

No caso dos grandes centros urbanos, há ainda os residentes que vêm ao Brasil a trabalho e que, inevitavelmente, criam uma relação de lealdade com os estabelecimentos que usam o inglês como alternativa para a comunicação, uma vez que o português pode não ser uma opção válida ao estrangeiro.

Portanto, estamos comentando sobre uma oportunidade de negócios e aumento de lucratividade. Quando levamos em conta que menos de 5% da população brasileira fala inglês (dados do British Council), o farmacêutico que fala inglês facilmente se torna uma exceção junto aos seus concorrentes.

Por conseguinte, o profissional tem a ganhar com o domínio da língua inglesa. Senão pelo acréscimo de conhecimento incalculável que o acesso a publicações internacionais lhe trará, ao menos por um grande diferencial frente à concorrência e ao acesso a um nicho de mercado praticamente inexplorado nacionalmente, atendimento bilíngue de qualidade.

Julio César F. Vieitas

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