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Mal-estar a bordo

Por Guia da Farmácia 9 de junho de 2025 Nenhum comentário 6 Minutos de leitura
mal-estar-a-bordo

Sabe quando você está em uma escada rolante parada e, por um breve momento, sente como se estivesse se movendo? Ou quando o chão parece balançar mesmo horas depois de sair de um barco? Essas sensações estranhas acontecem porque o corpo e o cérebro nem sempre estão em sintonia sobre o que está realmente acontecendo.

Esse “descompasso” entre o que os olhos veem, o ouvido interno percebe e os músculos sentem é justamente o que deflagra a cinetose – ou, como muitos conhecem, o enjoo de movimento.

É um incômodo que pode transformar um passeio em família ou uma viagem de férias em um verdadeiro transtorno. Os sintomas variam entre desconforto, tontura, náuseas e vômitos. Sem tratamento adequado, podem atingir também a rotina laboral, emocional e social do paciente.

Para entender melhor por que isso acontece e como orientar de forma segura os clientes que chegam à farmácia com queixas desse tipo, reunimos as principais informações clínicas e comportamentais sobre o tema, com base na experiência de especialistas em otorrinolaringologia e Atenção Farmacêutica.

As reações do corpo

De forma simplificada, a cinetose é resultado de um conflito entre os sistemas que regulam o equilíbrio: o vestíbulo (no ouvido interno), a visão e a propriocepção (as informações coletadas por músculos e articulações sobre o posicionamento do corpo).

“Durante uma viagem de carro, por exemplo, o ouvido interno percebe o movimento, mas se a pessoa estiver lendo ou olhando o celular, os olhos indicarão que está tudo parado. É essa incoerência que gera os sintomas”, explica a médica otorrinolaringologista do Fleury Medicina e Saúde, Dra. Claudia Eckley.

A médica otorrinolaringologista do Hospital Paulista, especializada em Otoneurologia, Dra. Milena Quadros, utiliza uma analogia para ilustrar melhor. “É como se o cérebro fosse um maestro tentando harmonizar três instrumentos: olhos, ouvidos e articulações. Quando cada um toca uma música diferente, o resultado é confuso e dá enjoo”.

Esse fenômeno é uma reação fisiológica, ou seja, natural. Mas em alguns casos, pode ser mais intensa ou recorrente, a ponto de comprometer a qualidade de vida.

Embora varie de pessoa para pessoa, a sequência dos sintomas costuma seguir um padrão. Primeiro, aparece um mal-estar vago, com bocejos e sudorese fria. Depois, surgem náuseas, tontura, palidez, sensação de fraqueza e, muitas vezes, vômitos.

“Se o estímulo de movimento for mantido, pode haver piora progressiva dos sintomas, inclusive com prostração”, destaca a farmacêutica e bioquímica e diretora técnica da Formularium, Paula Molari Abdo. Em situações mais severas, o paciente pode apresentar quedas de pressão ou sinais de desidratação.

Grupos de risco

As reações fisiológicas podem ocorrer em todos, mas costumam ser mais intensas em grupos específicos. “Crianças entre dois e 12 anos de idade, por exemplo, ainda estão com o sistema vestibular em amadurecimento. Por isso, são um dos grupos mais afetados”, explica a médica do Hospital Paulista.

Gestantes também fazem parte do grupo de risco, devido às alterações hormonais que tornam o sistema gastrointestinal e vestibular mais sensíveis.

Igualmente, pacientes com histórico de labirintite, enxaqueca vestibular ou condições neurológicas têm maior predisposição a crises de cinetose. Mesmo em trajetos curtos.

Como evitar?

Embora frequentemente associada a viagens de férias, a cinetose também pode interferir na rotina. De acordo com a diretora técnica da Formularium, “em casos recorrentes e intensos, deslocamentos até o trabalho ou para compromissos habituais podem ser comprometidos”.

O medo de desencadear crises pode levar ao que se chama de “ansiedade antecipatória”. O próprio temor do enjoo piora os sintomas e, em alguns casos, afasta o paciente até mesmo de situações sociais simples.

Assim, para evitar transtornos, as medidas preventivas começam na alimentação. “O ideal é evitar alimentos gordurosos, achocolatados, muito doces ou refeições pesadas antes de uma viagem. Alimentosz leves, em pequenas quantidades, são sempre preferíveis”, orienta a média do Fleury Medicina e Saúde.

Outras orientações práticas incluem evitar o jejum total (viajar de estômago completamente vazio também favorece náuseas), escolher os melhores assentos no transporte (banco da frente do carro, sobre as asas no avião ou ao centro da embarcação) e manter o olhar fixo no horizonte.

“Durante o trajeto, é importante evitar leitura, telas e movimentos bruscos com a cabeça. O ambiente deve ser bem ventilado e a respiração, controlada”, reforça a especialista.

Além disso, alguns acessórios e produtos naturais podem atenuar os sintomas. As pulseiras de acupressão, por exemplo, pressionam um ponto específico no punho (P6 – Nei-Kuan), frequentemente associado ao alívio de náuseas.

Outro recurso é o gengibre. “Ele pode ser usado em goma, chá, bala ou cápsula. Seu efeito é mais leve que o dos medicamentos, mas seguro – inclusive para gestantes”, destaca Paula.

Um estudo no Journal of Nutrition and Health mostrou que doses entre 0,25 g e 2,5 g de gengibre em pó por dia reduziram significativamente as náuseas, tanto em gestantes quanto em pessoas suscetíveis à cinetose.

Tratamentos medicamentosos

Se os sintomas forem intensos ou esperados (como em uma travessia de barco mais longa), o uso de medicamentos pode ser necessário.

“Os mais utilizados são o dimenidrinato e a meclizina (anti-histamínicos), a escopolamina (anticolinérgico) e compostos naturais com Griffonia simplicifolia associados ao magnésio”, explicou a diretora técnica da Formularium.

Esses medicamentos inibem os sinais sensoriais que desencadeiam o enjoo. Alguns causam sonolência. Característica que pode ser uma vantagem ou um efeito colateral, dependendo do contexto.

“A escopolamina transdérmica é considerada padrão-ouro, mas sua comercialização no Brasil ainda é restrita. No geral, os anti-histamínicos são mais acessíveis e eficazes”, afirma a Dra. Milena.

Mas vale lembrar que o uso de medicamentos requer cautela em gestantes, lactantes e crianças pequenas. “O dimenidrinato é bastante utilizado, mas pode causar sedação intensa ou, paradoxalmente, agitação em crianças. Já a escopolamina tem restrições, especialmente em pacientes com doenças neurológicas”, alerta Paula. Vale lembrar que seja qual for o tratamento, é fundamental buscar ajuda médica.

Farmácia no controle

A farmácia é, muitas vezes, o primeiro ponto de acolhimento e orientação para quem sofre com cinetose. “O papel do farmacêutico vai muito além da dispensação. Ele orienta medidas preventivas, ensina as melhores posições nos meios de transporte e explica o uso correto dos produtos”, reforça a médica do Hospital Paulista.

Pequenas orientações, como evitar o café antes da viagem ou manter o olhar fixo no horizonte, têm um impacto real na experiência do paciente e reafirmam o valor de um atendimento farmacêutico qualificado.

Muitas vezes, é essa escuta orientada que ajuda a converter uma experiência desconfortável em um trajeto tranquilo e com mais qualidade de vida.

Fonte: Guia da Farmacia
Foto: Shutterstock

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