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O aumento na procura de protetor solar

Ainda que a proteção contra os raios solares deva ser feita diariamente, o consumo de fotoprotetores cresce nos meses mais quentes do ano

Na primavera e no verão, a incidência dos raios ultravioleta (UV) se torna de três a cinco vezes superior às demais épocas do ano. Diante disso, o mercado de protetores solar atinge seu maior pico de vendas entre novembro e fevereiro.

Segundo uma pesquisa da Consulfarma e o Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele (IPUPO) Educacional, 65% da população ainda não aplica filtro solar diariamente, sendo o efeito de sazonalidade evidente quando analisados os dados de vendas sell out durante o verão.

“A categoria de proteção solar é dividida em uso familiar (praia e piscina), individual (beleza) e uso diário”, revela a diretora de trade marketing e Sales Operations da Johnson & Johnson, Juliana Sztrajtman. Além disso, a categoria está se sofisticando.

A exposição deve ser feita por marca, facilitando a identificação da categoria. Dentro de cada marca, agrupar os segmentos (facial, infantil, pós-sol, regular e bronzeadores).

De acordo com a gerente de marketing da ISDIN, Fernanda Paes, esse é o caso dos produtos com múltiplos benefícios, com fórmulas que adicionam ativos anti-idade e antioxidantes. Essas tecnologias se adequam às necessidades de diferentes tipos de pele. Os produtos oil control, por exemplo, possuem substâncias sebo reguladoras.

Assim como o protetor solar é importante para a saúde da pele, cresce a busca pelo pós-sol. O produto tem como função acalmar e hidratar a pele, prolongando o efeito do bronzeado. Além disso, evita a descamação no caso da pele ter sido machucada pelo sol.

O pós-sol permite que a pele se recomponha da agressão sofrida pela superexposição ao sol, ainda que seja um produto sintomático, ou seja, ele alivia os sintomas, mas não impede que o processo de agressão instalado não aconteça.

Os produtos devem ser expostos em locais de alto fluxo, por meio de pontos extras e cross-merchandising, facilitando a lembrança e a decisão de compra da categoria.

A exposição deve ser feita por marca, facilitando a identificação da categoria. Dentro de cada marca, agrupar os segmentos (facial, infantil, pós-sol, regular e bronzeadores). Dentro de cada segmento, separar por aplicador e, por fim, devem ser expostos em ordem decrescente de Fator de Proteção Solar (FPS).

“Na horizontal, do início do fluxo da loja para o fim, do maior FPS para o menor. Isso porque os produtos de maior FPS têm maior valor agregado. Na vertical (de cima para baixo), são separados por área de aplicação – sendo a categoria de protetores faciais da parte de cima da gôndola até o meio e, do meio para baixo, os protetores corporais”, relaciona Fernanda.

Além disso, Juliana, da Johnson & Johnson, frisa a importância de dar destaque à categoria nos períodos de pré-verão e verão. Os produtos devem ser expostos em locais de alto fluxo, por meio de pontos extras e cross-merchandising, facilitando a lembrança e a decisão de compra da categoria.

O aumento da temperatura e os dias de folga revelam demanda maior por produtos típicos do verão.

Marco histórico

Edição 300 - 2017-11-01 Marco histórico

Essa matéria faz parte da Edição 300 da Revista Guia da Farmácia.