Os medicamentos mais usados para o tratamento da cefaleia

Diferentes fármacos podem ser indicados para o tratamento das dores crônicas como profilaxia ou para a diminuição da dor no caso de uma crise

Em geral, os analgésicos não opioides são os mais comumente utilizados.

“O mecanismo de ação dos analgésicos anti-inflamatórios não esteroides (ácido acetilsalicílico, ibuprofeno e dipirona sódica) se dá pela inibição da enzima ciclooxigenase, diminuindo a formação de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do ácido araquidônico, regredindo a ação destes mediadores no termostato hipotalâmico e nos receptores de dor”, revela a farmacêutica responsável pela Farmácia Universitária da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), Maria Aparecida Nicoletti.

Considerando as cefaleias decorrentes de origem tensional, a utilização de relaxantes musculares pode trazer alívio da dor. Entre os medicamentos usados estão os analgésicos, os triptanos e opiáceos e os medicamentos combinados.

O neurologista do Hospital Moriah cita a toxina botulínica, um tipo de bloqueio neuroquímico em que a toxina impede de certa maneira o impulso nervoso de atingir os nervos que conduzem a dor, usados para enxaquecas complicadas e disfunção da Articulação Temporomandibular (ATM).

O ácido acetilsalicílico, paracetamol ou ambos são, muitas vezes, combinados com cafeína ou um sedativo em um único medicamento. Associações de fármacos podem ser mais eficazes do que os analgésicos sozinhos.

Presente na vida de praticamente 100% da população, a dor de cabeça não traz muitos riscos, apesar de ser bastante incômoda. Estresse e alimentação são possíveis desencadeadores do problema

Foto: Shutterstock

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Edição 301 - 2017-12-01 Novo ano em vista

Essa matéria faz parte da Edição 301 da Revista Guia da Farmácia.