
A nutricionista do Hospital Moriah explica que os principais sintomas na desidratação leve e moderada são a sede exagerada, boca e pele secas, olhos fundos, ausência ou pequena produção de lágrimas, diminuição da sudorese, sonolência, dor de cabeça, cansaço, fraqueza e tontura.
É preciso estar atento, inclusive, à sede do dia a dia. Todas as pessoas devem beber água em pequenas porções durante todo o dia, ainda que se sintam saciadas. Isso porque a sede já é um primeiro indício de desidratação, ainda que em um nível mínimo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a quantidade ideal para o consumo diário de água é de 2,5 litros para um homem de 60 kg e 2,2 litros para uma mulher de 58 kg.
“Normalmente, nos estágios iniciais, apresentamos sede, o que motiva a ingestão de líquidos e corrige a desidratação. No entanto, em situações mais graves, como naquelas em que a pessoa não consegue ingerir líquidos, os sintomas se agravam, provocando aceleração do coração, queda da pressão arterial, sonolência e lentificação e até convulsão e parada cardíaca em casos extremos”, diz o Dr. Gaz.
Além da água, diferentes líquidos podem ajudar a evitar ou tratar a desidratação. É o caso dos sucos naturais e águas aromatizadas. Comer frutas, principalmente as ricas em água, como melancia e melão, também ajuda a repor o líquido do corpo.
Os sintomas mais perigosos acontecem porque a desidratação grave altera os sais minerais do corpo, reduz a produção de urina, levando à falência dos rins ou à diminuição da pressão arterial com falência do coração e alteração do estado mental. Por isso, é importante buscar um profissional nos primeiros sintomas de gravidade, especialmente em situações em que o paciente não consegue ingerir água e outros líquidos pela boca, como quando está vomitando muito.
A melhor maneira de se manter hidratado é tomando água mineral. No entanto, em situações de desidratação já manifestada, ela pode ser insuficiente. Nesse caso, o uso de isotônicos e soluções de reidratação oral pode ajudar, mas as alterações do corpo secundárias precisam, muitas vezes, ser medicadas com soluções endovenosas.
Além da água, diferentes líquidos podem ajudar a evitar ou tratar a desidratação. É o caso dos sucos naturais e águas aromatizadas. Comer frutas, principalmente as ricas em água, como melancia e melão, também ajuda a repor o líquido do corpo.
A atenção fica para os refrigerantes. “Eles não ajudam na hidratação, principalmente por causa do sódio e do açúcar. Se for a versão zero, tem muito sódio a mais, então não ajuda. Pelo contrário, poderá competir em algumas situações metabólicas e causar até mais sede”, pontua a nutricionista da BP.
O calor excessivo e o aumento da incidência de doenças intestinais são responsáveis pelo crescimento dos casos. Falta de água e sais minerais podem ser graves
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