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HPC

Mitos e verdades sobre o uso do absorvente

Por Guia da Farmácia 24 de dezembro de 2019 Atualizado em: 21 de agosto de 2020 Nenhum comentário 5 Minutos de leitura
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É comum que depois da primeira menstruação a mulher carregue sempre consigo um absorvente no nécessaire, e que tenha que se acostumar com o seu uso mensal também. Porém, por ser um instrumento que age em uma área tão sensível do corpo feminino, alguns cuidados são necessários para manter a higiene e evitar infecções. “Eles devem ser trocados em intervalos regulares para evitar odores e infecções. O ideal é trocar o absorvente a cada quatro a seis horas, dependendo do fluxo menstrual. Isso porque o sangue é um meio favorável para o desenvolvimento de microrganismos que podem causar infecções”, alerta a ginecologista e obstetra Erica Mantelli.

Dentre as diversas opções de absorventes disponíveis no mercado, destacam-se os externos, internos e o coletor menstrual, que é uma novidade. Esse coletor consiste em uma espécie de copinho de silicone, que deve ser introduzido na vagina e realizar a coleta de sangue de maneira confortável. Além disso ele é hipoalérgico e poder ser reutilizado por muitos anos, desde que se mantenha higienização adequada. Para esclarecer as principais questões sobre o assunto, a ginecologista Erica Mantelli responde às perguntas e desvenda o que é mito e o que é verdade.

É arriscado dormir com o absorvente interno

Mito. De acordo com a médica, não existe contraindicação para o uso de absorventes internos durante o sono. “Apenas por uma questão de higiene, o ideal é trocá-lo no máximo a cada seis horas, dependendo do fluxo. E deve ser trocado logo ao levantar”, diz.

Absorventes com abas são mais seguros contra vazamentos

Verdade. Esse modelo possui abas laterais que se prendem à calcinha e ajudam a evitar os temidos vazamentos. “A maioria tem um gel de absorção que protege ainda mais, principalmente no caso das mulheres com fluxo menstrual muito intenso”, ressalta a médica.

Absorvente diário pode ser usado frequentemente

Mito. Eles são mais fininhos e indicados para quem quer se sentir mais sequinha no dia-a-dia. “Porém, não devem ser usados sempre, pois a região fica mais úmida e propensa a infecções”.

Eu posso ir à praia com absorvente interno sem preocupação

Verdade. “Sim, ao usar um tamanho adequado à absorção do fluxo, os absorventes internos são convenientes e confortáveis para uso dentro da água, porém, após banho de mar ou piscina, o absorvente interno deve ser trocado para evitar infecções ou odor desagradável”, informa.

O absorvente íntimo pode “se perder” dentro do corpo feminino

Mito. “A vagina tem uma única abertura e o absorvente é colocado na parte superior, portanto não há como extraviar ou se perder. Porém, se a mulher esquecer de retirar o absorvente interno e colocar outro ao mesmo tempo ou tiver relação sexual com absorvente, ele pode ficar retido perto do colo do útero, dificultando sua retirada. Se a mulher não conseguir retirar o absorvente, deve procurar seu ginecologista o mais rápido possível, para evitar infecções. ”, aconselha a médica.

Absorventes noturnos são mais indicados na hora de dormir

Verdade. Eles são super indicados, principalmente se a mulher tem fluxo intenso. O formato dele é o mesmo do absorvente de abas, porém são maiores e mais largos, o que dificulta os vazamentos. “Durante o sono, as mulheres não têm controle do seu fluxo, por isso essas versões são bem indicadas nos dias de fluxo maior”, acrescenta.

Versões com aroma são mais indicadas

Mito. E pode ocorrer até o contrário: para minimizar o odor desagradável da menstruação foram criados absorventes com aromas de flores ou ervas. “As substâncias que dão esses aromas agradáveis, contudo, os torna mais propensos a causar irritação alérgica do que a versão original”, avisa a médica.

Se a mulher se esquecer de trocar o absorvente pode ter uma infecção

Verdade. E isso vale para qualquer tipo de absorvente. “Eles devem ser trocados em intervalos regulares para evitar odores e infecções”, alerta a médica. O prazo máximo recomendado é de seis horas.

O absorvente interno é anti-higiênico

Mito. Ele é feito com o mesmo material do absorvente externo (algodão), só que sem a camada de gel. “Apenas ao manuseá-lo é preciso ter cuidados de higiene, como estar com as mãos limpas, descartar no lixo comum e lavar as mãos após o manuseio”, ensina. Vale lembrar que algumas marcas dispõem de aplicadores para facilitar a introdução do absorvente na vagina.

Absorvente interno evita vazamento e mau odor

Verdade. Uma das vantagens de usar absorvente interno é que o conteúdo menstrual não se exterioriza e não provoca odores. Já os vazamentos dependem da capacidade de absorção do absorvente (pequeno, médio, grande) e do fluxo.

É necessário trocar o absorvente interno mais vezes do que o externo

Mito. A frequência de troca depende do fluxo e do tamanho usado, variando entre quatro e seis horas. “Se nesse intervalo o absorvente encharcar, é necessário um com absorção maior; por outro lado, se o absorvente estiver quase seco, deve-se optar por um com tamanho menor”, orienta a especialista.

Foto: Shutterstock

Fonte: Dra. Erica Mantelli 

 

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