Novartis Brasil dribla a pandemia e segue em desenvolvimento acelerado

Globalmente, a empresa cresceu 6% no primeiro semestre de 2020

A Novartis no Brasil se classifica como uma empresa que reimagina a prática da medicina para prolongar e melhorar a vida das pessoas, considerando a inovação como base da estratégia para o desenvolvimento de medicamentos e tratamentos que atendem as necessidades médicas ainda não supridas e de modelo de negócio diferenciado que promovam mais acesso à saúde.

“A terapia gênica representa uma nova era na medicina, a melhor oportunidade que a ciência traz para doenças raras, fundamentada em mais de quatro décadas de pesquisas científicas. A inovação de tais tratamentos é reconhecida por órgãos regulatórios no mundo todo. Ao longo dos últimos anos, a Novartis tem entregado terapias que representam décadas de investimento em pesquisas e desenvolvimento, como as recentes aprovações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para as duas primeiras terapias gênicas no País: a primeira delas indicada para tratamento da  Distrofia Hereditária da Retina (DHR), que é a segunda causa de baixa visão em crianças até 15 anos, e a segunda indicada para tratamento de Atrofia Muscular Espinhal (AME), a principal causa genética de morte nos primeiros 12 meses de vida”, pontuou o diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade dos Sistemas de Saúde na Novartis Brasil, Leandro Fonseca.

Portfólio da Novartis

Já a Sandoz, parte do Grupo Novartis, tem seu foco em biossimilares, medicamentos que são indistinguíveis dos biológicos de referência. “No mundo temos 8 moléculas aprovadas, sendo que no Brasil já temos 5. Em 2019 tivemos o lançamento do biossimilar de rituximabe (Riximyo®) e neste ano foram lançados adalimumabe (Hyrimoz®) e etanercepte (Erelzi®). Os outros biossimilares já existentes: somatropina (Omnitorpe®) e filgrastim (Zarzio®). Estes medicamentos tratam uma série de doenças de diversas áreas terapêuticas: hematologia, reumatologia, dermatologia, gastroenterologia, doença autoimunes e distúrbios do crescimento”, explicou Fonseca.

“Ainda, na área da oncologia, destacamos o Piqray (alpelisibe), aprovado em setembro de 2019 pela Anvisa, o primeiro tratamento específico para pacientes com câncer de mama avançado ou metastático HR+/HER2-, com mutação PIK3CA, após progressão da doença que tenha ocorrido durante ou após o uso de terapia inicial de base endócrina. Piqray é indicado em combinação com o medicamento fulvestranto para tratar mulheres na pós-menopausa e homens, resultado de mais de 20 anos de pesquisa sobre o papel do gene PI3K e da mutação associada. Outra conquista é o Adakveo (crizanlizumabe), aprovado pela Anvisa em março deste ano o registro do medicamento Adakveo®, da Novartis, para reduzir a frequência de crises vaso-oclusivas (CVOs – ou VOCs, em inglês) ou crises de dor em pacientes com doença falciforme, que tenham 16 anos ou mais. É o primeiro medicamento registrado para a condição que atua evitando a obstrução dos vasos sanguíneos, causa principal da dor em pacientes com Doença Falciforme. Adakveo atua na P-selectina, proteína de adesão celular que desempenha papel central no desenvolvimento da doença”, pontuou o executivo.

Resultados promissores

Apesar do cenário desafiador de 2020, a Novartis segue trazendo novos tratamentos aos pacientes.Globalmente, a empresa cresceu 6% no primeiro semestre de 2020, no Brasil também mantemos um índice positivo de crescimento. Com a chegada da pandemia, foi necessário reimaginar nossa forma de trabalho, a medicina e forma que atuamos. Nosso foco desde o início foi garantir a entrega de medicamentos e terapias e ajudar a manter nossa equipe saudável tanto fisicamente como mentalmente. Os dois primeiros meses, principalmente, foi como um aprendizado, onde ficamos muito próximos da equipe para ter a certeza que estavam se sentindo seguros suficientes, com suporte técnico e condições de trabalho, garantindo informação de como a empresa estava caminhando e o que poderíamos fazer além do fazemos naturalmente. A equipe foi espetacular e garantiu mais de 99% de entrega dos medicamentos”, comemorou Fonseca.

Hoje, a Novartis conta com um portfólio de medicamentos inovadores de oncologia, hematologia, doenças raras, genéricos, biossimilares, biológicos e terapias avançadas (celular e gênica). “Há 85 anos no Brasil, a Novartis alcança cerca de 9 milhões de pacientes (sendo três milhões com medicamentos inovadores e seis milhões com genéricos e biossimilares) por meio de seus medicamentos”, contou o executivo.

Capacidade produtiva da Novartis

A companhia está há 85 anos no Brasil, onde possui fábricas em São Paulo (SP) para a produção de colírios (90% destinados ao mercado nacional) e em Cambé (PR) para a produção de genéricos e orais sólidos (90% destinados ao mercado nacional).

São Paulo: Vila Butantã – SP

Capacidade produtiva anual: 34 milhões de unidades de colírios e pomadas oftálmicas.

Paraná: Cambé – PR

Capacidade produtiva anual: 2,2 bilhões de comprimidos e mais de 100 milhões de cartuchos por ano.

Novo coronavírus

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus, diversas mudanças e adaptações foram necessárias na Novartis. “Máscaras descartáveis foram distribuídas e o seu uso passou a ser obrigatório. Áreas de uso comum como o refeitório e a copa receberam comunicação visual informando os cuidados com a higienização, talheres foram embalados individualmente, houve a diminuição do número de cadeiras e mesas e um maior espaço entre elas, além da marcação de piso dentro do restaurante para manter a distância entre as pessoas. Dispensers de álcool gel estão disponíveis na entrada e saída de cada um dos espaços, bem como lixeiras para o descarte de máscaras na saída das unidades. Além disso, espaços de convivência como sala de jogos e reunião estão fechados”, explicou Fonseca.

Leandro Fonseca é o novo diretor de Corporate Affairs da Novartis 

Combate à Covid-19 precisa mais do que vacinas, diz CEO da Novartis

Fonte: Guia da Farmácia

Foto: Novartis

*Conteúdo exclusivo do Guia da Farmácia. Ao reproduzir, colocar a fonte e o link para o texto original.

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Sobre o colunista

Victoria Nascimento

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