No Brasil, 62% das pessoas se sentem mais positivas em relação à beleza quando não há a palavra “normal” nos xampus, condicionadores e hidratantes

Os resultados impactantes da pesquisa fizeram com que a Unilever removesse a palavra "normal" da embalagem dos seus produtos de beleza e cuidados pessoais, além de suas campanhas publicitárias

O que é um cabelo normal? E uma pele normal? Pesquisa encomendada pela Unilever ouviu 10 mil participantes de nove países*, e descobriu que, no Brasil, quase metade dos entrevistados revelou que rótulos como “para cabelo normal” (45%) e “para pele normal” (47%) contribuem para ideais de beleza limitantes.

Os resultados impactantes da pesquisa fizeram com que a Unilever reforçasse e decidisse, então, remover a palavra “normal” da embalagem dos seus produtos de beleza e cuidados pessoais além de suas campanhas publicitárias.

Essa é apenas uma das muitas medidas da companhia para desafiar os ideais de beleza limitantes.

Enquanto trabalha também para ajudar a acabar com a discriminação e a defender uma visão de beleza mais inclusiva.

Atualmente, pouco mais de um quarto (27%) das pessoas no Brasil diz ter notado ações reais da indústria para ampliar a definição de beleza nos últimos 3 a 5 anos.

Outro destaque da pesquisa foi que 71% dos entrevistados acreditam que a indústria de beleza e cuidados pessoais deve ampliar sua definição de beleza.

A pesquisa revela ainda que  apenas 27% dos brasileiros consideram sua pele ‘normal’, número menor do que em qualquer outro país pesquisado.

Ainda menos pessoas – 19% – descrevem seus cabelos como ‘normais’, então, outro índice menor do que nos demais países.

No entanto, a cada dez pessoas, quatro (ou 42%) se descrevem como ‘normais’, o que é significativamente menor do que a média global de 52%.

Beleza igualitária

Dessa maneira, a iniciativa da Unilever estabelece vários compromissos e ações progressivas para marcas como Dove, Seda, Lux, Rexona e Love Beauty and Planet.

E defende também uma nova era de beleza igualitária, inclusiva e sustentável.

Além de eliminar a palavra ‘normal’, a Unilever não fará qualquer alteração digital para modificar o tamanho, formato e/ou proporção do corpo das pessoas, nem a cor da pele, em todo seu material publicitário.

E vai também aumentar o número de anúncios que retratam pessoas de diversos grupos atualmente sub-representados.

“Sabemos que apenas remover a palavra não vai resolver o problema, mas acreditamos que seja um passo importante para acabar com a discriminação e criar uma definição de beleza mais inclusiva”, explica a diretora de marketing da Unilever, Juliana Carvalho.

Assim, quando questionados, os participantes da pesquisa tiveram opiniões positivas sobre os compromissos da Unilever: 58% acreditam que é a coisa certa a se fazer.

A saber, a iniciativa estabelece ainda três compromissos progressivos em prol da sociedade e meio ambiente, entre eles:

Agir por meio das marcas para melhorar a saúde e bem-estar e avançar em equidade e Inclusão, impactando 1 bilhão de pessoas por ano até 2030; ajudar a proteger e regenerar 1,5 milhão de hectares de terras, florestas e oceanos até 2030.

Além de também seguir apoiando a proibição global de testes em animais até 2023.

*Brasil, China, Índia, Indonésia, Nigéria, Arábia Saudita, África do Sul, Reino Unido e EUA

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Fonte: Unilever

Foto: Shutterstock

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