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Políticas públicas apoiam uso de medicamentos fitoterápicos

Mesmo que com menor impacto ou com resultados mais lentos, políticas públicas também têm sido importantes para o mercado de fitoterápicos

A Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) desenvolvida em 2006 pelo Ministério da Saúde (MS), vem garantindo à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos. Tanto que chegou a 12 o número de medicamentos disponíveis atualmente no Sistema Único de Saúde (SUS). Entre eles: Alcachofra, Aroeira, Babosa, Cáscara Sagrada, Hortelã, Garra-do-Diabo, Guaco, Espinheira-Santa, Plantago, Salgueiro, Soja e Unha-de-Gato.

Ao todo, já foram investidos mais de R$ 35 milhões em 93 projetos de plantas medicinais e fitoterápicos no âmbito do SUS e, em 2016, foram registrados 89.037 atendimentos individuais de fitoterapia.

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Entre 2013 e 2016, a busca por tratamentos à base de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos mais que dobrou: o crescimento foi de 161%, segundo dados do MS. No ano passado, essa procura chegou a quase 16 mil. Cerca de 3.250 estabelecimentos de 930 municípios brasileiros oferecem os produtos.

Foto: Shutterstock

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