
No início de abril, conforme noticiado pelo Jornal O Globo, representantes da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) se reuniram com o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Leandro Safatle, e outros diretores da agência para denunciar a operação da Rappi com “dark stores” (armazéns fechados ao público) na venda de medicamentos e que, segundo a entidade, operavam sem qualquer fiscalização.
Nos encontros, segundo a reportagem, a associação entregou um dossiê com fotos de um ponto de armazenagem irregular para entrega de remédios no bairro de Santa Cecília, na região central de São Paulo que, conforme o texto, era similar a um ‘boteco’.
Segundo a nota, o tema está na pauta na Anvisa e será tratado com celeridade.
Comunicado da Rappi
A Rappi respondeu hoje (24), em comunicado oficial, que a operação de farmácia do Turbo Farma está em total conformidade com a legislação sanitária vigente e com as normas estabelecidas pela Anvisa.
A nota afirma que a unidade, localizada na região central de São Paulo, “conta com todas as licenças necessárias para funcionamento e segue rigorosamente os requisitos regulatórios aplicáveis ao armazenamento, à dispensação e à comercialização de medicamentos”.
O comunicado reforça que “a operação funcionará diariamente das 9h às 22h, para atendimento presencial e entregas, contando com a presença de responsável técnico (profissional farmacêutico) em observância integral às regras da Anvisa”. A Rappi também destacou que ‘a operação é completamente autônoma, funcionando separadamente da operação de loja de alimentos da Turbo, estando completamente apartada em unidade autônoma do imóvel.”
Fontes: Jornal O Globo e comunicado Rappi
Foto: Shutterstock
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