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Receita da Hypera dobra no 1º trimestre com a corrida por medicamentos

A receita líquida ficou em R$ 815 milhões no primeiro trimestre de 2020, alta de 112,5% na comparação com o mesmo período do ano passado

A busca por medicamentos influenciada pelo comportamento do consumidor em relação ao coronavírus influenciou fortemente os resultados da fabricante Hypera (HYPE3) no primeiro trimestre de 2020, informou a empresa por meio de um comunicado enviado ao mercado nesta sexta-feira (24).

De acordo com a empresa, o desempenho foi fortemente impactado pela corrida dos consumidores às farmácias para compra de medicamentos isentos de prescrição após o início das regras de restrição para circulação da população por conta da pandemia.

“As principais categorias beneficiadas pelo aumento da demanda em Consumer Health foram antigripais, analgésicos, vitaminas e suplementos, com destaque para as marcas Benegrip, Coristina d, Apracur, Doril, Tamarine e Vitasay”, ressalta a empresa.

Alguns produtos de prescrição, como Rinosoro, Predsim, Colflex, Ofolato e principalmente Addera D3, também foram impulsionados pelos estudos recentes que reforçaram a importância da Vitamina D para a regulação do sistema imunológico e redução do risco de infecções respiratórias de origem viral.

Receita e resultados da Hypera

A Hypera explica, no entanto, que já foi possível sentir o impacto negativo em algumas categorias, tais como dermatologia e pediatria, como consequência da redução do número de consultas médicas nesse período.

A receita líquida da Hypera ficou em R$ 815 milhões no primeiro trimestre de 2020. Assim, representando alta de 112,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O Ebitda das operações continuadas foi de R$ 248,7 milhões, queda de 38%, com margem de 30,5%.

O lucro líquido chegou a R$ 238,2 milhões, queda de 25,8%.

Hypera Pharma lidera ranking de indústrias com capacidade de investimento

Uma análise de mercado da Klooks, startup especializada em inteligência financeira, elencou as dez indústrias farmacêuticas com maior capacidade de investimento no País. A Hypera Pharma lidera com R$ 2,24 bilhões, seguida de Eurofarma (R$ 399 milhões), Sanofi (R$ 324 milhões), EMS (R$ 252 milhões) e Aché (R$ 245 milhões). A startup também listou os dez laboratórios com maior receita líquida no país: a Bayer lidera com R$ 7,84 bilhões, seguida por Eurofarma (R$ 4,82 bi), Sanofi (R$ 4,28 bi), EMS (R$ 3,62 bi) e Hypera Pharma (R$ 3,29 bi). O Brasil já é o segundo mercado global da indústria farmacêutica.

 

 

Foto: Shutterstock

Fonte: Money Times e Canal Executivo

 

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