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Notícias

Recrutamento de farmacêuticos e balconistas: como fazer?

Por Guia da Farmácia 2 de dezembro de 2025 Atualizado em: 27 de novembro de 2025 Nenhum comentário 10 Minutos de leitura
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Farmacêuticos e balconistas são peças-chave para o funcionamento adequado das farmácias. Por isso, o recrutamento e a seleção desses profissionais demandam processos estratégicos e estruturados.

“Farmacêuticos e balconistas compartilham competências essenciais: boa comunicação, atenção aos detalhes, empatia no atendimento, trabalho em equipe e facilidade com tecnologia. São profissionais que lidam diretamente com pessoas e precisam equilibrar conhecimento técnico e sensibilidade humana”, diz Priscila Almeida, coordenadora de Atração e Seleção do Grupo Soulan, consultoria na área de recursos humanos.

O Guia da Farmácia ouviu especialistas e apresenta, a seguir, um passo a passo para ajudar gestores a conduzirem processos seletivos mais assertivos, garantindo a contratação de profissionais qualificados, alinhados à cultura da empresa e preparados para oferecer um atendimento de excelência. Acompanhe.

Competências técnicas essenciais

  • Farmacêuticos

Para o cargo de farmacêutico, as competências técnicas essenciais incluem a farmacologia clínica, abrangendo os mecanismos de ação, interações medicamentosas e a farmacovigilância.

“O conhecimento rigoroso da legislação sanitária (ANVISA, CFF) é indispensável, especialmente para a gestão de produtos controlados. A habilidade em atenção farmacêutica e seguimento farmacoterapêutico para conduzir consultas e conciliação de medicamentos é inegociável”, afirma a vice-presidente da Employer Recursos Humanos, Vânia Montenegro.

Segundo Priscila Almeida, do Grupo Soulan, os profissionais precisam ter perfil colaborativo, postura ética e se preocupar com o desenvolvimento da equipe. “No balcão, o farmacêutico atua como referência técnica e de confiança, traduzindo informações complexas em orientações simples e seguras para o cliente”, destaca.

  • Balconistas

Já para a função de balconista, é preciso ter perfil comercial consultivo, ser atento e proativo. “O foco está em entender a necessidade do cliente, oferecer soluções adequadas e transmitir credibilidade no atendimento. Também é fundamental ter agilidade com sistemas de venda e controle, já que a rotina do varejo exige dinamismo e precisão”, diz Priscila.

Segundo Vânia, da Employer, neste caso, o foco principal é o conhecimento básico de medicamentos, especialmente os de venda livre, e a familiaridade com as apresentações e indicações mais comuns dos tarjados. “Um outro ponto importante é o conhecimento em sistemas de vendas e caixa, e o domínio de procedimentos operacionais de organização de estoque, incluindo a verificação de validades e o layout da loja”.

Soft skills na farmácia

Soft skills são as habilidades comportamentais que se espera dos profissionais no dia a dia, como, por exemplo, comunicação, liderança, trabalho em equipe, inteligência emocional, pensamento crítico, resiliência, etc.

Na farmácia, elas são fundamentais, porque garantem um atendimento mais humano, ágil e empático, fortalecendo a relação com o cliente e a qualidade do serviço.

“O farmacêutico deve demonstrar ética e responsabilidade elevadas, dada a natureza crítica de suas decisões. É vital que possua pensamento crítico para resolver problemas complexos e uma forte capacidade de comunicação interpessoal e empatia para o aconselhamento ao paciente. A liderança e gestão de equipes são competências importantes, pois geralmente supervisionam a operação da loja”, diz Vânia.

Pelo fato de ser, em geral, o primeiro ponto de contato, o balconista deve ser cordial e orientado ao cliente. “Organização, foco nos detalhes e atenção são essenciais para evitar erros em vendas e pagamentos. Deve possuir trabalho em equipe e ser proativo, buscando a venda sugestiva e a manutenção do ambiente de trabalho”, completa a vice-presidente da Employer Recursos Humanos.

Passo a passo para a contratação de farmacêuticos

O processo seletivo deve equilibrar conhecimento técnico e perfil comportamental, garantindo que o farmacêutico esteja alinhado ao tipo de atendimento e à operação da farmácia, conforme orienta Priscila, do Grupo Soulan. A seguir, os passos recomendados pela especialista:

1. Definição do perfil

Analisar o perfil do cliente atendido pela farmácia e os serviços oferecidos para entender quais soft skills e conhecimentos técnicos são indispensáveis para contratar o farmacêutico.

“Farmácias com foco em atendimento clínico exigem profissionais com escuta ativa e empatia; já lojas com maior fluxo e volume de vendas demandam perfis mais dinâmicos e resolutivos. Essa leitura ajuda a definir as soft skills necessárias e os conhecimentos indispensáveis para o cargo”, afirma Priscila.

2. Divulgação da vaga

Utilizar plataformas de recrutamento, parcerias com universidades, órgãos do segmento farmacêutico e parceiros de negócio para ampliar o alcance da divulgação e atrair candidatos com real interesse no varejo.

3. Triagem de currículos

Verificar se há necessidade de um profissional com maior experiência, como gestão de equipe, atenção farmacêutica ou dispensação.

“Quando houver espaço para desenvolvimento ou treinamento interno, considerar recém-formados pode ser uma boa alternativa. Checar sempre o CRF ativo, o interesse genuíno pelo atendimento ao cliente e a disponibilidade de dias e horários conforme a operação da loja”, reforça Priscila.

4. Entrevista

Durante a entrevista, é importante verificar as experiências anteriores do candidato, os desafios que já enfrentou e como costuma lidar com situações do cotidiano.

Caso a vaga não exija experiência prévia, vale aprofundar a avaliação sobre o conhecimento técnico, normas e boas práticas essenciais para a função.

“Em todos os casos, observar a comunicação, empatia, relacionamento interpessoal e postura no atendimento, além da disponibilidade para o formato de trabalho exigido”, diz Priscila.

Passo a passo para a contratação de balconistas

A seleção de balconistas segue etapas semelhantes às dos farmacêuticos, priorizando candidatos com perfil comportamental adequado, disposição para aprender e interesse no desenvolvimento profissional. Confira as dicas de Priscila Almeida, da Soulan.

1. Definição do perfil

Para identificar quais competências e comportamentos serão mais valorizados no balconista, é preciso considerar o perfil do cliente e os serviços oferecidos pela farmácia.

De maneira geral, o perfil ideal de balconista combina comunicação clara, empatia, agilidade e atenção aos detalhes, além de interesse em aprender sobre o negócio e apoiar o time técnico no dia a dia.

2. Divulgação da vaga

Utilizar plataformas de emprego, redes sociais, parcerias com escolas técnicas e órgãos do segmento, além de parceiros de negócio.

“Esses canais ajudam a atrair candidatos com interesse na área e potencial para desenvolver carreira no varejo farmacêutico”, diz Priscila.

3. Triagem de currículos

Segundo a especialista da Soulan, a experiência prévia em drogaria ou estudos na área da saúde é um diferencial, pois indica familiaridade com o segmento e motivação para crescer.

“No entanto, por ser um cargo de entrada, é totalmente possível formar profissionais sem vivência anterior. Nesses casos, o comportamento é o fator determinante, com uma boa equipe técnica, o colaborador pode aprender o negócio no dia a dia”, afirma.

A triagem deve considerar critérios objetivos que ajudem a identificar candidatos compatíveis com o perfil desejado: localização, disponibilidade de horários, áreas de interesse, formação ou cursos complementares, além de organização e clareza na formatação do currículo, que indicam cuidado e atenção no envio das informações.

4. Entrevista

Nesta etapa, vale explorar o interesse do candidato pela área de atendimento e/ou pelo segmento farmacêutico, além de avaliar sua disposição para aprender e habilidade para lidar com diferentes tipos de clientes.

“O diálogo deve permitir observar a comunicação, desenvoltura, atenção aos detalhes, agilidade e postura profissional”, recomenda Priscila.

Ela também orienta que a entrevista é o momento de avaliar organização, clareza nas respostas, comprometimento e capacidade de esclarecer dúvidas, entendendo como o candidato se posiciona diante das demandas e desafios do dia a dia. “Mais do que experiência, o foco deve estar em comportamento, interesse e potencial de desenvolvimento, especialmente quando há uma equipe técnica capaz de orientar e formar novos profissionais”.

Canais para fazer a seleção de profissionais

Para atrair candidatos, vale combinar diversos canais e ferramentas para alcançar resultados positivos.

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Priscila Almeida, do Grupo Soulan

“Os sites de emprego e as plataformas com tecnologia de recrutamento (ATS) permitem gerenciar todo o processo, desde a divulgação da vaga, triagem de currículos, agendamentos automáticos de entrevistas até o acompanhamento dos candidatos”, explica Priscila.

Redes sociais e indicações internas ampliam o alcance local e atraem pessoas já próximas do ambiente da farmácia, enquanto escolas técnicas, universidades e parceiros de negócio ajudam a captar recém-formados e interessados na área.

A inteligência artificial também apoia o processo ao criar anúncios mais atrativos, otimizar filtros e agilizar etapas, segundo Priscila.

“Contar com o apoio de profissionais de recrutamento e seleção ou consultorias especializadas é um diferencial importante, pois garante uma avaliação mais técnica e assertiva, além de um processo mais humanizado, essencial para identificar talentos que se conectem com o propósito e o atendimento da farmácia”, completa a especialista.

Como evitar erros no processo de recrutamento e seleção

Um erro comum é o foco exclusivo nas habilidades técnicas (hard skills) do farmacêutico, ignorando que a falta de comunicação ou liderança comprometem a qualidade do atendimento e a gestão da equipe, segundo avalia Vânia, da Employer.

“Outro problema é subestimar o papel do balconista, tratando-o como um simples caixa, quando ele é o principal consultor de vendas”, destaca.

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Vânia Montenegro, da Employer

Priscila, da Soulan, aponta dois erros comuns no recrutamento e seleção: limitar contratações apenas a profissionais experientes, o que impede a entrada de novos talentos com potencial de desenvolvimento; e conduzir processos pouco estruturados, com etapas confusas e falta de feedback.

A dica é manter dados atualizados sobre os processos, acompanhar indicadores de recrutamento (como tempo de contratação e taxa de retenção) e registrar aprendizados para conseguir tomar decisões mais estratégicas.

“Os gestores responsáveis pelas entrevistas também precisam estar preparados para avaliar o perfil técnico e comportamental, utilizando entrevistas estruturadas, observando competências essenciais e garantindo que as escolhas estejam alinhadas à cultura e às necessidades da operação”, completa Priscila.

Para finalizar, Vânia orienta que as farmácias evitem processos de seleção excessivamente lentos, porque correm o risco de perder bons candidatos para a concorrência.

Além disso, é importante planejar bem o onboarding, ou seja, o treinamento para integração dos novos colaboradores logo que são contratados, para evitar alta rotatividade e erros operacionais. “O treinamento inicial deve ser robusto e incluir as políticas e a legislação específica da empresa”, lembra a vice-presidente da Employer.

Fotos: Shuterstock/Divulgação

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Premiado pela Anatec na categoria de mídia segmentada do ano, o Guia da Farmácia é hoje a publicação mais conhecida e lembrada pelos profissionais do varejo farmacêutico. Seu conteúdo diferenciado traz informações sobre os principais assuntos, produtos, empresas, tendências e eventos que permeiam o setor, além de Suplementos Especiais temáticos e da Lista de Preços mais completa do mercado.

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