Rinite: o lado menos “florido” da primavera

Mudanças climáticas na primavera favorecem o enriquecimento de pólen no ar, um dos aspectos que contribuem para o incômodo de quem sofre com a rinite

Hoje, no Brasil, quase 40 milhões de pessoas são afetadas pela rinite, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). Essa grande parcela da população tende a sofrer com a chegada da primavera. O efeito da polinização das plantas faz os grãos de pólen se espalharem pelo ar em maior intensidade.

Por conta disso, a respiração durante o período da primavera estará propensa a ficar carregada de pólen, e isso estimula o conhecido processo inflamatório da mucosa respiratória, que favorece os sintomas de tosse, espirros e coriza, um efeito comum – e indesejado – para muita gente que sofre com a rinite.

“Espirros, coriza, nariz fungando, entupido e dormir de boca aberta parecem sinais de gripe. Porém, esses sintomas também são características de uma crise de rinite alérgica. Ao contrário da gripe, a rinite alérgica, comum na primavera, não é transmitida e também não causa febre. De todas essas sintomatologias descritas, o que mais incomoda o paciente com rinite é o nariz entupido diariamente, já que não consegue respirar direito, o que leva a usar medicações inadequadas. O diagnóstico correto é fundamental para se ter sucesso no tratamento. Não se automedicar e procurar por um especialista para que ele possa identificar qual o tipo de rinite são os primeiros passos para o sucesso do tratamento”, explica a médica alergista e porta-voz da ASBAI, Dra. Ingrid Souza Lima.

Foto: Shutterstock
Fonte: Farmácias App

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